THAAD para Qatar e EAU
A agência do Pentágono DCSA notificou o Congresso sobre uma possível venda de duas unidades de lançamento THAAD (Terminal High-Altitude Area Defence), 12 lançadores, 150 mísseis, além de suporte e treinamento para o Qatar. O valor do negócio está estimado em US$6,5 bilhões de dólares.
Já os Emiados Árabes Unidos, que já possuem unidades do THAAD, solicitaram uma nova encomenda avaliada em US$1,135 bilhões. O THAAD é produzido pela Lockheed Martin (LMT) em associação com a Raytheon (RTN).
FONTE: DSCA
Cada dia que passa EUA Crescendo seus aliados militarmente com esses anti misseis .Aguarde ,irã ,coreia do norte ,russia ,síria .
Pq interferir no programa nuclear do Iran, se este gera tantos lucros?
Valor alto não ??
Varias vezes o valor de um ASTROS II….
Mas este vídeo (da matéria) não mostra a magnitude do sistema míssil anti míssil…..
Por isto recomendo o vídeo abaixo:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=AzeiLo2d2Fk#!
Sds.
Baschera,
Havia um vídeo (animação) promocional extremamente bem feito e de alta definição que mostrava todo o funcionamento do sistema THAAD, mas infelizmente já não o encontro há pelo menos 2 anos.
Esse que você indicou é interessante, mas esse que eu indico abaixo é mais abrangente e mostra inclusive como funciona o estágio de destruição cinético orientado por um sensor de imagem térmica.
É bem ilustrativo:
(http://www.youtube.com/watch?v=0z0l0NsMduQ)
Um abraço.
Interessante notar o nível a que se chegou os radares.
Mísseis antimísseis geralmente são dotados de seekers terminais por imagem térmica e não por radar ativo, o que pode parecer estranho, mas na verdade a precisão fornecida pelo radar em terra e a atualização via data-link é tão grande que prescinde do míssil ter um radar próprio, bastando que tenho um sistema de imagem térmica para refinamento da trajetória na fase terminal.
Sem falar que há vantagens no uso de sensores de imagem térmica no espaço para a função antibalístico.
Um dado interessante e curioso sobre o THAAD é que o “T” antes era de “theatre” (teatro) porque ele havia sido criado para defender uma área de ataque de mísseis balísticos com alcance entre 300 e 3500 km (SRBM e MRBM), chamados de modo geral de “mísseis de teatro”.
Depois verificou-se que ele estaria apto também à se contrapor a ameaça inclusive de mísseis de alcance intermediário (IRBM) e até de ICBMs e aí resolveram trocar o “teatro” por “terminal”, porque ele atua na fase terminal da trajetória do míssil balístico.
Blind, concordo totalmente. Idem para Coreia do Norte.
Fora do tópico: Alguém também está com problemas para acessar o PA?