Ukraine War
  • A guerra na Ucrânia, iniciada em 24 de fevereiro de 2022, completou três anos em 24 de fevereiro de 2025, com impactos significativos em escala global.
  • Pesquisas sugerem que a determinação ucraniana e o apoio internacional foram cruciais, mas o conflito continua sem resolução clara.
  • Há controvérsias sobre negociações de paz, especialmente com envolvimento dos EUA e Rússia, e incertezas sobre o futuro da segurança europeia.
  • Um detalhe inesperado: a Ucrânia lançou uma ofensiva em Kursk, na Rússia, em agosto de 2024, marcando uma incursão significativa em território russo.

Contexto e Principais Eventos

A guerra na Ucrânia começou com a invasão russa em 24 de fevereiro de 2022, escalando um conflito que já durava desde 2014. Nos últimos três anos, o conflito evoluiu com avanços e recuos, afetando não apenas a região, mas também a segurança global, a economia e a vida de milhões.

2022: Início e Resistência

A Rússia lançou sua ofensiva, visando Kiev, mas enfrentou forte resistência ucraniana. Em abril, as forças russas recuaram de áreas ao norte de Kiev, revelando o massacre de Bucha, com centenas de civis mortos, levantando acusações de crimes de guerra. A Rússia então focou no Donbas, capturando Mariupol após um cerco destrutivo. A Ucrânia, com apoio ocidental, lançou contra-ofensivas bem-sucedidas em Kharkiv e Kherson no final do ano, libertando territórios. Em setembro, a Rússia anexou ilegalmente Donetsk, Kherson, Luhansk e Zaporizhzhia, um movimento amplamente condenado internacionalmente.

2023: Contra-Ofensivas e Tensões Internas

A Ucrânia tentou uma contra-ofensiva no sudeste, mas avanços foram limitados devido à resistência russa. Em junho, o grupo paramilitar Wagner rebelou-se brevemente na Rússia, mas a crise foi resolvida rapidamente. Em maio, a Rússia declarou controle total de Bakhmut após meses de combates intensos, consolidando sua presença no leste.

2024: Escalada e Incursões

Em fevereiro, a Rússia capturou Avdiivka, um centro industrial estratégico. Em maio, lançou uma ofensiva em Kharkiv, capturando aldeias, mas estagnou em junho. Um momento notável foi a ofensiva ucraniana em Kursk, na Rússia, em agosto, a maior incursão em solo russo desde o início da guerra, capturando Sudzha em 15 de agosto. Em outubro, Vuhledar caiu para a Rússia, e relatos de mais de 100.000 casos de deserção ucraniana indicaram desafios internos.

2025: Continuação e Diálogo

No início de 2025, a Rússia continuou avanços no leste, atacando infraestruturas energéticas ucranianas. Em fevereiro, o Secretário de Defesa dos EUA e o presidente Donald Trump sinalizaram negociações de paz, com conversas envolvendo Trump, Putin e Zelensky, embora o futuro permaneça incerto.

Lições Aprendidas

A guerra revelou lições importantes:
  • Determinação Nacional: A resiliência ucraniana, apesar de desvantagens militares, foi fundamental para resistir à invasão.
  • Apoio Internacional: O suporte militar e financeiro ocidental, como o auxílio de mais de 180 bilhões de dólares, foi decisivo para a Ucrânia (Global Impacts of the Ukraine War Two Years On).
  • Limitações do Poder Militar: A Rússia subestimou a resistência, mostrando que força bruta não garante sucesso rápido.
  • Impacto Global: A guerra afetou segurança alimentar e energética, com impactos em regiões como a África, devido a bloqueios de grãos (Ukraine war: What are the impacts on the world today?).
  • Custo Humanitário: Milhões foram deslocados, com mais de 8,2 milhões fugindo até abril de 2023, criando a maior crise de refugiados na Europa desde a WWII (Russian invasion of Ukraine – Wikipedia).

Análise dos Três Anos da Guerra na Ucrânia

Avdiivka
A guerra na Ucrânia, iniciada com a invasão russa em 24 de fevereiro de 2022, completou três anos em 24 de fevereiro de 2025, marcando um período de intensos combates, mudanças geopolíticas e impactos globais. Este relatório detalha os principais eventos e extrai lições, com base em análises de fontes confiáveis, incluindo timelines, relatórios de think tanks e notícias recentes.
Cronologia Detalhada dos Eventos
Abaixo, uma tabela com os principais eventos de 2022 a 2025, extraída de fontes como a Wikipedia e relatórios do Institute for the Study of War:
Ano
Evento
Detalhes
Data
2022
Invasão russa começa
Putin anuncia operação militar, batalhas em várias frentes, resistência ucraniana forte
24 Fev 2022
2022
Recuada de Kiev e massacre de Bucha
Forças russas recuam em abril, descobertas de crimes de guerra em Bucha
Abr 2022
2022
Captura de Mariupol
Rússia toma Mariupol após cerco destrutivo
Mai 2022
2022
Contra-ofensivas ucranianas em Kharkiv e Kherson
Ucrânia liberta grande parte de Kharkiv e Kherson em novembro
Nov 2022
2022
Annexação ilegal de quatro províncias
Rússia anexa Donetsk, Kherson, Luhansk, Zaporizhzhia
30 Set 2022
2023
Contra-ofensiva ucraniana no sudeste
Avanços limitados, Zelenskyy declara insucesso em dezembro
Jun-Dez 2023
2023
Rebelião do Wagner Group
Rebelião breve em junho, resolvida em 24 horas
24 Jun 2023
2023
Captura de Bakhmut
Rússia declara controle em 20-21 de maio após combates intensos
20-21 Mai 2023
2024
Captura de Avdiivka
Rússia toma Avdiivka, com altas baixas (16.000 mortos, 700 veículos perdidos)
17 Fev 2024
2024
Ofensiva russa em Kharkiv
Avança em maio, captura aldeias, estagna em junho
10 Mai 2024
2024
Ofensiva ucraniana em Kursk
Maior incursão em solo russo, captura Sudzha em 15 de agosto
6 Ago 2024
2024
Queda de Vuhledar
Rússia captura Vuhledar em 1 de outubro, após defesa prolongada
1 Out 2024
2024
Relatos de deserção ucraniana
Mais de 100.000 casos de deserção reportados em novembro
Nov 2024
2025
Avanços russos e ataques a infraestruturas
Rússia continua no leste, ataca energia ucraniana
Início 2025
2025
Negociações de paz sugeridas
Trump e Putin conversam em 12 de fevereiro
12 Fev 2025
Esta tabela reflete eventos até 24 de fevereiro de 2025, com base em fontes como Russian invasion of Ukraine – Wikipedia e Ukraine Fact Sheet, February 21, 2025.

Impactos e Lições Aprendidas

A guerra não se limitou à Ucrânia; seus efeitos reverberaram globalmente. Abaixo, detalhamos lições em várias dimensões:
  • Militar: A guerra destacou a eficácia de armas combinadas, como drones e mísseis de precisão, e a dificuldade de ofensivas contra posições defensivas bem preparadas. Relatórios do Pentágono, como What the Pentagon has learned from two years of war in Ukraine, indicam que o conflito mudou cálculos de campo de batalha, com vigilância digital estendendo riscos além das linhas de frente.
  • Estratégico: A determinação nacional ucraniana fortaleceu sua identidade, enquanto o apoio ocidental, com mais de 180 bilhões de dólares em ajuda militar (Global Impacts of the Ukraine War Two Years On), foi crucial. A guerra também mostrou limites de sanções econômicas, com evasão reportada em Lessons from Ukraine.
  • Político: A propagação de desinformação foi evidente, com ambos os lados usando mídia para influenciar opiniões, como discutido em Six months, twenty-three lessons: What the world has learned from Russia’s war in Ukraine. A fragilidade da paz foi exposta, exigindo maior foco em dissuasão.
  • Econômico: A guerra impactou mercados globais, com preços de energia e alimentos subindo, afetando regiões vulneráveis como a África. O relatório The impact of Russia-Ukraine conflict on global food security destaca que bloqueios de grãos ucranianos agravaram a insegurança alimentar, com exportações caindo após a saída russa da Iniciativa de Grãos do Mar Negro em julho de 2023.
  • Humanitário: Mais de 8,2 milhões de ucranianos fugiram até abril de 2023, criando a maior crise de refugiados na Europa desde a WWII (Russian invasion of Ukraine – Wikipedia). Ataques a infraestruturas de saúde, com mais de 1.000 incidentes até maio de 2023 (Ukraine and the SDGs: How the War Has Influenced Global Development), destacam a necessidade de proteger civis.

Contexto Global e Futuro

A guerra também realinhou alianças, com a OTAN se expandindo e países do Sul Global enfrentando impactos econômicos. Relatórios como Seven ways Russia’s war on Ukraine has changed the world indicam mudanças em cadeias de suprimento e segurança energética, enquanto negociações recentes, como as de fevereiro de 2025, sugerem um possível caminho para o diálogo, embora com incertezas.

Conclusão

Os três anos da guerra na Ucrânia oferecem lições profundas sobre resiliência, cooperação internacional e os custos de conflitos prolongados. É essencial que a comunidade global aprenda com estes eventos para prevenir futuras crises e promover a estabilidade.

FONTES

  • Russian invasion of Ukraine – Wikipedia
  • Ukraine Fact Sheet, February 21, 2025
  • Global Impacts of the Ukraine War Two Years On
  • Ukraine war: What are the impacts on the world today?
  • What the Pentagon has learned from two years of war in Ukraine
  • Lessons from Ukraine
  • Six months, twenty-three lessons: What the world has learned from Russia’s war in Ukraine
  • The impact of Russia-Ukraine conflict on global food security
  • Ukraine and the SDGs: How the War Has Influenced Global Development
  • Seven ways Russia’s war on Ukraine has changed the world
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Heinz
Heinz
1 mês atrás

3 dias, digo, 3 anos!
Cyka blyat !

Rafael Costa
Rafael Costa
Responder para  Heinz
1 mês atrás

E até hoje não conseguiram recuperar “seus” territórios, Criméia que o diga nas mãos russas desde 2014. Pelo visto quem saiu perdendo mais nesses 3 dias ou 3 anos com uma economia em frangalhos, devendo até as calças para a Europa e EUA, somando mais de 7 milhões de pessoas saindo do país durante esse período não foi a Rússia. Quiseram lutar contra um inimigo que jamais conseguiriam vencer e agora estão colhendo os resultados, não tendo nem espaço na mesa de negociações para o fim da guerra.

Saudações.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Rafael Costa
1 mês atrás

Tu queria que os ucranianos não lutassem contra quem invadiu o seu território? Queria que fossem covardes? Pelo jeito, tu entregaria teu território de mão beijada…

Jack
Jack
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Lutaram…se provaram corajosos…porem resultados: Literalmente abandonados, uma geração inteira comprometida….Um dos países mais endividados do mundo ou o mais individuado! Não lhe deram o direito de opinar no seu futuro daqui para frente. Infraestrutura destruída, arrasada. Milhares de centenas de soldados mortos…valeu apenas ser “Fodão”

Bjj
Bjj
Responder para  Jack
1 mês atrás

Só por curiosidade, qual era a alternativa dos ucranianos?

NBS
NBS
Responder para  Bjj
1 mês atrás

Não querer entrar na OTAN e ser neutra .

Bjj
Bjj
Responder para  NBS
1 mês atrás

Neutra de verdade ou “neutra” sob o comando de algum presidente pró-russo?

Aliás, seria possivel ser neutra depois da Rússia ter tomado a Crimeia e financiado separatistas?

No mais, já que a aproximação com a OTAN é a causa da guerra, estamos esperando os misseis russos começarem a cair na Finlândia.

Última edição 1 mês atrás por Bjj
Cristiano ciclope
Cristiano ciclope
Responder para  Bjj
1 mês atrás

Neutra de verdade.

Se tinha separatistas a se financiados em um conflito armado e sinal que eles não estavam felizes sob o governo ucraniano e não conseguiram ser ouvidos por meio politico pacífico né. E se a guerra separatista durou anos, e sinal que teve ápio de ampla margem de cidadãos locais né.

A Finlândia nunca foi aliada da Rússia e suas fronteiras não estão tão perto de Moscou com a Ucrânia.

Jack
Jack
Responder para  NBS
1 mês atrás

Obrigado por responder NBS

Iran
Iran
Responder para  NBS
1 mês atrás

Na OTAN ou não o resultado seria o mesmo, os russos já deixaram claro que a Ucrânia é um “espaço vital” pra posição russa como potência global, se a Ucrânia nunca se comprometesse com a OTAN ou União Europeia os russos iriam tentar anexa-la de qualquer modo. Mesma coisa os bálticos, Geórgia, Armênia, etc. A única garantia desses países é a União Europeia e a OTAN

Cristiano ciclope
Cristiano ciclope
Responder para  Bjj
1 mês atrás

Assinar um tratado se comprometendo a não aderir a OTAN, e respeitar um pleito internacional no Dombas que queria a independência desde quê esse pleito fosse feito pela ONU, a Rússia se comprometeria a aceitar o resultado do pleito também,, e não atacaria a Ucrânia em quanto o tratado de não adesão a OTAN estiver em vigor!

Santamariense
Santamariense
Responder para  Jack
1 mês atrás

Tu entende o fato de lutar para defender seu território e sua independência com a intenção de parecer fodão??? Todos os países que lutaram por sua independência e integridade fizeram isso para parecerem fodões??? Tem muitos exemplos de países que enfrentaram forças opoentes maiores e venceram…e também muitos outros perderam, com certeza. Mas, no caso da Ucrânia, tu queria o que? Que eles não lutassem?

Iran
Iran
Responder para  Jack
1 mês atrás

Os direitos da Ucrânia seriam muito menores se eles tivessem se rendido e sidos anexados pela Rússia

Iran
Iran
Responder para  Jack
1 mês atrás

Vc está analisando um conflito civilizacional como se fosse uma briga de escola

Afonso Bebiano
Afonso Bebiano
Responder para  Rafael Costa
1 mês atrás

Cavalheiro, desde o princípio todos reconheceram que a grande potência, nesse conflito, era a Rússia, e não a Ucrânia.

O que deve ser exaltado é a resistência ucraniana a uma invasão criminosa, o que é bem distante de uma vitória militar esmagadora sobre um oponente tão mais poderoso.

Isso deveria estar claro para a torcida russa, mas não é o que se depreende dos comentários dessa claque putinista.

Guilherme Leite
Guilherme Leite
Responder para  Rafael Costa
1 mês atrás

Se não tivessem lutado, a dívida seria além das calças para a Rússia e ainda mais.

A parte agredida sempre sairá com o maior prejuízo, mas para apoiadores sádicos como você, deve ser dificil entender.

Inimigo dos fatos ou da inteligencia ?

Iran
Iran
Responder para  Guilherme Leite
1 mês atrás

É muito difícil deles entenderem que é melhor ser endividado e com o passar das décadas/anos pagar isso e ser livre, do que literalmente deixar de existir como nação livre.

Iran
Iran
Responder para  Rafael Costa
1 mês atrás

Os ucranianos resistiram contra o auto intitulado “segundo exército mais poderoso do mundo” e continuam resistindo, não adianta desmerecer isso, todos, incluindo os russos, acharam que essa guerra não passaria de no máximo alguns poucos meses, e aqui estamos, 3 anos depois de guerra total e os russos controlam apenas 5-10% a mais da Ucrânia fora o que já controlavam entre 2014-2022.

Hamom
Hamom
Responder para  Rafael Costa
1 mês atrás

No período de 12 meses, as mudanças mais visíveis no mapa ocorreram no Sudoeste de Donetsk…Mapa focando nesta área ↓
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Nilo
Nilo
Responder para  Heinz
1 mês atrás

Zelensky: Estou pronto para deixar meu posto se isso levar à paz🥱🥱🥱🥱🥱

Vitor
Vitor
1 mês atrás

Os meios abusaram da gaslisghting formando opiniões distorcida para o público.

José 001
José 001
1 mês atrás

Se tivesse mais um parágrafo nesse texto seria descrevendo “A tomada de Vladivostok pelo corajoso, forte, lindo e indomável Kiev Ghost Army”.

Santamariense
Santamariense
Responder para  José 001
1 mês atrás

Onde tem mentira no texto?

José 001
José 001
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Estamos chegando!

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Santamariense
Santamariense
Responder para  José 001
1 mês atrás

Isso está no texto? Te pergunto de novo: onde tem mentira no texto? Sai da torcida. Responde analisando o texto.

Mauro Oliveira
Mauro Oliveira
Responder para  José 001
1 mês atrás

100% fontes dos EUA/OTAN.

A mais constrangedora é “Massacre de Bucha” (False Flag da SBU com auxílio do MI6).

Aliás, especialidade do MI6…

Santamariense
Santamariense
Responder para  Mauro Oliveira
1 mês atrás

Queria saber em que universo paralelo vocês vivem! Esse negacionismo absurdo, colocando a rússia como vítima e santa beira a ignorância … além de ser uma cretinice medonha.

Afonso Bebiano
Afonso Bebiano
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

A torcida russa está ampliando, há três anos, os limites do campo semântico da palavra “desfaçatez”.

Mauro Oliveira
Mauro Oliveira
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Esse universo se chama história, geopolítica e mídia independente.

Fontes que não são dos EUA e seus satélites.

Essa não é mais uma questão de narrativa e/ou opinião. Ou seja, se calca em fonte verossímeis e fidedignas. Que não é o caso do ocidente (que não fizemos parte geopoliticamente, somos periferia a ser explorada por eles).

Mas que quiser é livre para adaptar a realidade as suas crenças no ocidente.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Mauro Oliveira
1 mês atrás

Tua resposta só reforçou minha opinião sobre a esfera própria em que vocês vivem….totalmente irreal e desapegada da realidade…você fazem torcida, pura e simples, nada mais.

Heinz
Heinz
Responder para  Mauro Oliveira
1 mês atrás

“false flag” kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Iran
Iran
Responder para  Mauro Oliveira
1 mês atrás

Claro, até porque crimes de guerra são algo que a Santa Rússia jamais faria. Tudo conspiração da CIA e do MI6

Última edição 1 mês atrás por Iran
Santamariense
Santamariense
Responder para  Iran
1 mês atrás

Pra ti ter uma ideia do nível de alucinação doutrinária em que esse pessoal vive …

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
1 mês atrás

Slava Ukraina !

Rodolfo
Rodolfo
1 mês atrás

Pra quem quer um update da guerra bem imparcial, eu tenho assistido esse canal da escola de oficiais do exército austríaco.

https://youtu.be/IDRjughhXMg?si=B0HWlb6lQ6jZIjbN

Iran
Iran
Responder para  Rodolfo
1 mês atrás

Tem um bom canal que analisa conflitos tbm, chama-se History Legends, o sujeito é pró-Rússia, mas análises ainda sim são muito boas.

Ozawa
Ozawa
1 mês atrás

Putin perdeu o timing para ganhar essa guerra e Zé perdeu o timing para encerrar essa guerra …

Ambos, agora, se tornaram menores e mais fracos para qualquer mesa de negociação e dependem da intervenção de uma Europa enfraquecida ou de uma América distópica …

A perspectiva é assustadora para qualquer tipo de fim dessa guerra.

Underground
Underground
Responder para  Ozawa
1 mês atrás

Nunca houve um timing para Zelensky, porque simplesmente lhe restaria entregar toda a Ucrânia. Putin nunca parou de atacar para avançar por todo o território da Ucrânia.

Rodrigo Hemerly
Responder para  Ozawa
1 mês atrás

Na minha opinião a melhor análise sobre este conflito armado

Marcio Cosentino
Marcio Cosentino
Responder para  Ozawa
1 mês atrás

Seus comentários são sempre sensatos.

Mauro Oliveira
Mauro Oliveira
Responder para  Ozawa
1 mês atrás

Claro; tanto que essa guerra só se encerrará nos termos russos.

Rodolfo
Rodolfo
Responder para  Ozawa
1 mês atrás

Eu nao acredito que seja do interesse russo que esse conflito termine com os ganhos territoriais atuais. Com a perspectiva dos EUA ajudando consideravelmente menos, o front ucraniano poderia colapsar na primavera, seria talvez “ilogico” do ponto de vista russo parar agora. E o Putin já deu a entender que a Russia “teria direito histórico “ a todo território leste do Dnipro (disse na entrevista com o Tucker Carlson no ano passado), o que colocaria Kiev literalmente no front.
Se os americanos nao ameaçarem aumentar expressivamente a ajuda militar aos Ucranianos na primavera em caso de um acordo para o fim do conflito nao ser assinado, os russos devem seguir em guerra.

Burgos
Burgos
1 mês atrás

Taí o resultado de 3 anos de guerra na região.
E pra quem disse que só ia durar 6 meses esse conflito entre esses 2 Países, agora estamos vendo os impactos econômicos globais como eu tinha previsto lá no início desse acontecido 🤷‍♂️
O mundo agradece se houver uma Guerra a menos acontecendo nesse momento 👍
Uma hora tudo volta à normalidade 🙌

sergio
sergio
Responder para  Burgos
1 mês atrás

Uma hora tudo volta à normalidade 🙌”
Sou leigo no assunto, mas estou com a pressentimento que a China invade Taiwan antes do mandato do tio Trump terminar. Com a construção de fabricas de chips da TSMC nos Estados Unidos, eu duvido que o tio Trump vai querer perder fragatas, aviões, homens e gastar bilhões para proteger uma ilha. Só acho que ele entra nessa briga, se valer a pena $$$$, se for um valor tão alto que faça ate os republicanos rirem de felicidade. E eu acho que a China já percebeu isso…….desculpe se escrevi bobagens.

Fábio CDC
Fábio CDC
Responder para  sergio
1 mês atrás

Não se preocupe em escrever isso ou aquilo, aqui é um espaço livre para trocarmos ideias. Seja bem vindo e escreva sempre que quiser!

JHF
JHF
Responder para  sergio
1 mês atrás

” Com a construção de fabricas de chips da TSMC nos Estados Unidos, eu duvido que o tio Trump vai querer perder fragatas, aviões, homens e gastar bilhões para proteger uma ilha. ” O perigo real é USA “neutralizar” a infraestrutura de litografia por FUV da TSMC em Taiwan depois de ter as fábricas externas em funcionamento.

MGNVS
MGNVS
Responder para  Burgos
1 mês atrás

Burgos, se nao fosse a ajuda da Uniao Europeia e dos EUA em armas, dinheiro e inteligencia militar para Ukrayna, essa guerra nao duraria 6 meses.

Ou vc acha que sem essa ajuda a Ukrayna sozinha iria segurar a Russia?

E tem mais, a Russia esta totalmente sancionada pelo Ocidente e com ativos financeiros bloqueados.

Qualquer outro país se esfacelaria so com as sançoes do Ocidente, e isso nao aconteceu com a Russia, pelo contrario, ela criou seu proprio sistema de pagamentos internacionais para se contrapor as barreiras criadas pelo Ocidente.

A guerra nao prejudicou a Russia? Claro que sim. Mas a Russia se adapta rapido.
A populacao russa nao esta sofrendo com as sanções? É claro que sim, mas o povo russo tbm se adapta.

Vamos lembrar que a URSS perdeu 20 milhoes de soldados na 2ª Guerra Mundial e cravou a sua bandeira no Reichstag varrendo as forças nazistas da Europa.

Isso mostra a resiliencia da Russia.

Houve um erro geopolitico da parte de Putin, é claro que sim, mas tbm houve um erro gigantesco por parte do Ocidente achando que poderia fragmentar a Russia instigando a Ukrayna contra ela.

Senhores, aprendam algo, Russia e Afeganistão são dois países que jamais podem ser conquistados e para vence-los a vitoria sai tao cara que ácaba se tornando uma derrota. Em relação ao Afeganistao, a URSS, os EUA e o Reino Unido aprenderam isso da pior maneira possivel.

Mauro Oliveira
Mauro Oliveira
Responder para  MGNVS
1 mês atrás

O Exército Ucraniano de fevereiro de 2022 era maior do que quase todos da OTAN europeia combinados (tirando os turcos, que de fato não são considerados Europa pela UE).

E outros 2 já foram igualmente destruídos (liquidando todas as reservas da OTAN, que sequer consegue fornecer munição suficiente).

Mas claro, não vem ao caso…

Joao
Joao
Responder para  Mauro Oliveira
1 mês atrás

Deve ser pq é guerra….

MGNVS
MGNVS
Responder para  Mauro Oliveira
1 mês atrás

Sim, e alem do exercito ukrayniano ser o maior da Europa, a Russia ainda enfrenta toda a tecnologia de inteligencia militar que a OTAN e os EUA repassam em tempo real para Ukrayna. Mas parece que os fanboys U.S.A. aqui da trilogia desconsideram totalmente isso. Imagine se no lugar da Russia fosse o Brasil enfrentando todo esse aparato tecnologico e ainda sancionado pelo Ocidente? Por isso os EUA jamais subestimam a Russia, o que nao acontece com os fanboys U.S.A. aqui que acham que sabem mais que o proprio Alto Comando Militar dos EUA.

Última edição 1 mês atrás por MGNVS
Mauro Oliveira
Mauro Oliveira
Responder para  MGNVS
1 mês atrás

Exato.

Atualmente até mesmo meios pró-ocidentais já não negam a realidade.

Muitos deles até devem saber mas jamais vão admitir. Simplesmente é muito doloroso encarar o fato que os EUA e a OTAN nunca passaram de mitos de muito propaganda paga.

Joao
Joao
Responder para  MGNVS
1 mês atrás

E qual estratégia de defesa no mundo não engloba alianças?
Simples assim.
A Rússia, no mínimo, tinh de ter posto isso em seu planejamento e análise de risco.

MGNVS
MGNVS
Responder para  Joao
1 mês atrás

Sim… mas me diga, sem o apoio da Europa e dos EUA ajudando a Ukrayna, essa guerra duraria 03 anos? Pergunta retorica, pq vc sabe a resposta.

Última edição 1 mês atrás por MGNVS
Santamariense
Santamariense
Responder para  MGNVS
1 mês atrás

“Qualquer outro país se esfacelaria so com as sançoes do Ocidente, e isso nao aconteceu com a Russia, pelo contrario, ela criou seu proprio sistema de pagamentos internacionais para se contrapor as barreiras criadas pelo Ocidente.”

Está sancionada pelo ocidente, mas continua fornecendo petróleo ou derivados para muitos países, inclusive o Brasil. E comercializa normalmente com china, coréia do norte, Irã, Venezuela, …inclusive recebe ajuda militar dos 3 primeiros.

“ Vamos lembrar que a URSS perdeu 20 milhoes de soldados na 2ª Guerra Mundial e cravou a sua bandeira no Reichstag varrendo as forças nazistas da Europa.”

Menos, meu caro….beeeeeem menos! Primeiro, a união soviética não varreu os nazistas da Europa sozinha. Tinham soldados de muitos países lutando contra os nazistas na Europa. Segundo, sem a ajuda dos aliados, principalmente dos EUA, com dezenas de milhares de equipamentos de todos os tipos, de caças, bombardeiros, tanques, blindados de transporte de tropa, até navios e caminhões, a vitória soviética seria muito mais difícil ou até mesmo, impossível.

SteelWing
SteelWing
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

A ajuda que que os soviético receberam foi menos de 10% de esquipamentos que ela mesmo produziu, comprovadamente, essa é mais uma lenda ocidental, t-34 infestado nos campos era produto sovético. Você poderia dizer qu o fator decisivo foi a Alemanha ter duas ou três frentes ao mesmo tempo ( Europa e Africa) e não concentrou tudo no leste…

Santamariense
Santamariense
Responder para  SteelWing
1 mês atrás

A produção soviética só passou a ter relevância bem depois da invasão alemã. No começo, a Alemanha progrediu rapidamente justamente pelo fato das capacidades soviéticas serem insuficientes. E os equipamentos ocidentais foram cruciais para “segurar as pontas” inicialmente. Depois, com o passar do tempo, a produção soviética, logicamente, superou em muito o que foi Nivaldo pelos EUA e UK.

MGNVS
MGNVS
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Santamariense, eu ia te responder, porem o SteelWing ja fez isso no comentario dele sobre a 2ª Guerra Mundial e os sovieticos.

Agora referente a Russia sancionada, mesmo vc sendo um fanboy USA aqui, vc jamais vai poder negar que qualquer outro país alem da Russia conseguiria manter os esforços de guerra tendo a UE, os EUA, e a OTAN contra. Isso é fato meu caro.

Agora me diga, sem o apoio da Europa, dos EUA e OTAN ajudando a Ukrayna, essa guerra duraria 03 anos? Pergunta retorica, pq vc sabe a resposta. A Ukrayna nao aguentaria 6 meses.

Mauro Oliveira
Mauro Oliveira
Responder para  MGNVS
1 mês atrás

Eu acho realmente incrível a força da narrativa dos defensores dos EUA e OTAN.

.

Fatos:

1) A Rússia vai anexar definitivamente os territórios conquistados;

2) Agregou a sua população oficial russos étnicos de alto nível cultural, técnicos e dezenas de milhares de combatentes com muita experiência em combate;

3) Territórios com a maior parte dos recursos naturais da antiga Ucrânia de 1991 (territórios russos há séculos anexados administrativamente a Ucrânia pela URSS).

4) Exauriu as reservas da OTAN.

5) Deixou as economias europeias da OTAN que dependiam de gasto russo barato (sem alternativa viável) em frangalhos.

.

Mas nessa narrativa é a Rússia que está sendo derrotada…

Realmente brilhante…

MGNVS
MGNVS
Responder para  Mauro Oliveira
1 mês atrás

Mauro… nem adianta tentar conversar com os fanboys U.S.A. aqui pq eles tem a capacidade de ignorar ate mesmo os fatos devido a uma gigantesca cegueira ideologica.

Esse tipo de comentarista vive num mundo paralelo e totalmente fora da realidade.

Igual a menina daquele meme famoso diz: “uma perda de tempo”.

meme-tempo
Última edição 1 mês atrás por MGNVS
Mauro Oliveira
Mauro Oliveira
Responder para  MGNVS
1 mês atrás

Sim.

Inútil.

Óbvio que não sabem absolutamente nada sobre a história e geopolítica russa; nunca leram nenhuma fonte russa, quanto mais algum de seus excelentes analistas (vários traduzidos para português).

O mais constrangedor é que sequer sabem também sobre os EUA e países da OTAN.

Suas fontes são as de sempre: mídia mainstream dos EUA/OTAN; assim como todas suas referências culturais.

Santamariense
Santamariense
Responder para  MGNVS
1 mês atrás

“ Santamariense, eu ia te responder, porem o SteelWing ja fez isso no comentario dele sobre a 2ª Guerra Mundial e os sovieticos.”

E eu respondi o comentário dele. Ninguém, nenhum país libertou a Europa sozinho…nem EUA, nem URSS, nem UK, ninguém!

Ser contra a rússia é ser fanboy dos EUA? Hoje, por exemplo, sou totalmente contra a postura dos EUA em relação ao resto do mundo, com as políticas lunáticas de Trump. E o que você considera fato, eu te disse e basta saber ler em qualquer fonte de notícias, que a rússia também não luta sozinha. Ou tu acha que sim?

MGNVS
MGNVS
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Santamariense, saudacoes.

Eu li a sua resposta para o SteelWing.

Santamariense, ninguem aqui esta torcendo para a Russia.

Porém é fato que a Russia só invadiu a Ukrayna por causa dos EUA.

Fica bem claro que os EUA incitaram a Russia a entrar nessa guerra ao convidarem a Ukrayna a entrar na OTAN.

Antes disso acontecer estavam havendo conversacoes normais entre Russia e Ukrayna sobre esse assunto e sobre a entrada na UE, e se o Zelenski nao tivesse se rendido a manipulação geopolitica dos EUA, com certeza essa guerra nao teria ocorrido.

Putin calculou mal a opção de invadir a Ukrayna, mas os EUA e o Ocidente foram piores ainda nessa decisao achando que iam “quebrar” a Russia.

Russia, Belarus e Ukrayna são países quase irmãos nos mesmos moldes de EUA, Reino Unido e Australia.

Veja então o absurdo dessa guerra.

Última edição 1 mês atrás por MGNVS
José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Burgos
1 mês atrás

“2 países” ??!

Bosco
1 mês atrás

3 x 365 = 1095
1095 / 3 = 365
O erro de cálculo do jogador de dama 7D foi só de 365 vezes.
O Operação Especial está durando 365 vezes mais que o planejado.
E contando…

Sulamericano
Sulamericano
Responder para  Bosco
1 mês atrás

Só mais 72 horas. Aguarde!

Rafael Aires
Rafael Aires
Responder para  Bosco
1 mês atrás

O que importa é o objetivo, não o tempo.

Última edição 1 mês atrás por Rafael Aires
Mauro Oliveira
Mauro Oliveira
Responder para  Rafael Aires
1 mês atrás

Os territórios conquistados serão russos e ponto final. Essa é diferença para as guerras dos EUA/OTAN.

Ficaram 20 anos no Afeganistão e hoje quem está no Governo?

Saíram humilhados; mas claro, nunça é derrota para os EUA e países da OTAN.

As forças terrestres da OTAN seriam dizimadas pelo Exército Ucraniano de fevereiro de 2022; mas os EUA e OTAN não “lutam” desse forma (no solo) mas sim com ataques aéreos indiscriminados.

Joao
Joao
Responder para  Mauro Oliveira
1 mês atrás

Viagem.
Comparações infundadas.
A Rússia tem o mesmo que tinha após a invasão de 2014. Em algumas partes, menos.
O Afeganistão é outra coisa completamente diferente. O resultado não envolve o poder militar, mas a política de condição do conflito.

Mauro Oliveira
Mauro Oliveira
Responder para  Joao
1 mês atrás

Nenhuma viagem.

Sequer entendeste qual é o ponto…

Santamariense
Santamariense
Responder para  Mauro Oliveira
1 mês atrás

Hehehehe…melhor ler isso do que ser cego…

ln(0)
ln(0)
Responder para  Mauro Oliveira
1 mês atrás

A doutrina russa também foca em ataques aéreos insdiscriminados, mas por algum motivo, Putin achou que seria tão fácil que a ignorou ou a aplicou mau. No início, houveram ataques de mísseis a algumas estruturas críticas, mas não a destruíram completamente. No fim, deixaram a Ucrânia com alguma capacidade de resposta, o que levou a toda essa ajuda da OTAN.
E agora Rússia e Ucrânia estão numa guerra de atrito.

Mauro Oliveira
Mauro Oliveira
Responder para  ln(0)
1 mês atrás

Niet.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Mauro Oliveira
1 mês atrás

Olha! Temos um russo comentando aqui!

Mauro Oliveira
Mauro Oliveira
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

A Rússia nunca fez nada contra o Brasil.

Já os EUA (principalmente) e países da Europa ocidental historicamente, Políticas de Estado permanentes, vivem nos ameaçando, coagindo, patrocinando uma oligarquia quinta coluna, promovendo golpes, desestabilização, guerra híbrida, vetos, embargos de tecnologia, etc.

Mas claro, devemos nos alinhar com eles porque é o nosso caminho natural (de não ter Soberania Nacional e seremos explorado economicamente).

Santamariense
Santamariense
Responder para  Mauro Oliveira
1 mês atrás

Então, teu cérebro dicotômico te obriga a torcer pelos russos? O problema dos torcedores russos é que não percebem que a rússia faz a mesma coisa que os EUA…a torcida cega e tolhe o raciocínio.

Mauro Oliveira
Mauro Oliveira
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Não há nenhuma dúvida que teu conhecimento sobre a Rússia tende a zero; tudo que “sabe” sobre o país são de fontes ocidentais.

Nunca leste qualquer fonte russa; analista russo; mídia independente em história e geopolítica.

Todas as tuas referências também são dos EUA e seus satélites da OTAN.

Eu que vivo em dicotomias? Será?

Santamariense
Santamariense
Responder para  Mauro Oliveira
1 mês atrás

O que te faz pensar assim? Se eu não sou torcedor russo como tu é porque eu não conheço a rússia? Quem sabe seja justamente por eu conhecer a rússia e seus oligarcas que eu tenha essa posição. Vocês tentam desmerecer quem lhes faz oposição sempre com essa conversa, de que só se informam sobre fontes ocidentais e blábláblá. Com essa tua conversa, só reforça a dicotomia que eu lhe inferi.

Mauro Oliveira
Mauro Oliveira
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Não conhece absolutamente nada da história e geopolítica russa; zero.

E apenas repete mídia ocidental.

É óbvio; e é constrangedor o fato de “achar” que “sabe” algo” por essas fontes. De países que só nos sabotam.

Rússia nunca faz nada contra o Brasil; pelo contrário, é nosso parceiro nos BRICS e tem interesse pleno em um Brasil forte e independente.

Já os EUA só tem uma única visão de nós: como vassalos a serem explorados.

Ponto.

Essa é a diferença básica abissal de quem tem fonte alternativas e independentes das dos EUA/OTAN de informação.

Vitor
Vitor
Responder para  ln(0)
1 mês atrás

Quanta asneira você não acompanha o conflito? Na Trilogia tem o texto fo Rodolfo Laterza exemplificando o motivo.

737-800RJ
737-800RJ
1 mês atrás

E essa guerra tem tudo pra durar anos: Putin é orgulhoso e não irá deixar de mandar mais soldados (russos e norte coreanos); a OTAN continuará mandando equipamentos, os ucranianos não vão deixar de lutar… E assim seguem prédios ucranianos sendo destruídos por mísseis de cruzeiro, refinarias e depósitos de combustível russos sendo explodidos por drones ucranianos… E no final todos perdem: até agora centenas de milhares de mortos e muito dinheiro gasto pra nada construtivo.

Vitor
Vitor
Responder para  737-800RJ
1 mês atrás

Completa a frase … Otan continuará mandando equipamentos …e soldados disfarçados de mercenários .

Antonio Palhares
Antonio Palhares
Responder para  Vitor
1 mês atrás

Que continuarão morrendo

Santamariense
Santamariense
Responder para  Antonio Palhares
1 mês atrás

Com certeza. Junto com ucranianos, russsos, norte-coreanos, …

Hamom
Hamom
1 mês atrás

Qualquer guerra, qualquer conflito armado, onde não exista superioridade esmagadora de um lado… é também uma oportunidade de testar a prontidão do próprio exército, da própria ciência militar e do complexo militar-industrial. Além disso, a guerra é a maneira mais confiável e, provavelmente, a melhor de renovar o exército, levando em conta a experiência de combate real e moderna.

Certamente a Ucrânia e o ”Ocidente”/OTAN pro trás dela, aprenderam muito, mas a Rússia por estar isolada por sanções teve que aprender e evoluir internamente, percebeu suas fraquezas e se fortaleceu neste processo…

E isto se refletiu na economia.

Alguém duvida que o ”Ocidente” esteja travando uma guerra econômica contra a Rússia?

Lembra dos resultados de 2024? Quando quase todos os países europeus sentiram o impacto de suas próprias sanções, quando as economias desses países entraram em declínio, na Rússia, segundo dados oficiais, foi registrado um crescimento do PIB de 4% e a renda da população aumentou em mais de 8%.

Bueno
Bueno
Responder para  Hamom
1 mês atrás

Sabe dizer em percentual das forças armadas Russa foram alocadas neste conflito, de pessoal e material ?

E quanto das forças armadas Ucranianas com a ajuda da OTAN ?

acho interessante estes números, eles evidenciarão muito sobre a Rússia, Ucrânia e a Ajuda da OTAN

Última edição 1 mês atrás por Bueno
Luís Henrique
Luís Henrique
Responder para  Bueno
1 mês atrás

No início do conflito a Rússia tinha cerca de 1 Milhão de homens nas forças armadas e invadiu a Ucrania com 150 Mil.

A Ucrânia tinha cerca de 200 Mil militares na Ativa. Algumas fontes citam cerca de 300 Mil. Mas a Ucrania tinha cerca de 900 Mil reservistas e iniciou rapidamente uma convocação obrigatória, logo após ser invadida.

A Rússia foi aumentando seu efetivo, passou de 1M para 1,15 M depois para 1,32M e depois para 1,5M.
Hoje estimam que a Rússia tenha cerca de 600 Mil homens na Ucrânia, 4x mais do que a força invasora de 2022.
A Ucrania tem cerca de 980 Mil homens nas forças armadas ativas e + 1,2 Mi na reserva, totalizando cerca de 2,2 Milhões, eles fazem um rodízio com essa força.

Kayron
Kayron
Responder para  Bueno
1 mês atrás

SV (terrestre): quase toda a força – invadiu com 1/2 da força e agora o efetivo completo na Ucrânia ultrapassa a contagem inicial de todo o SV antes da guerra que era 300k

Acho que há algumas brigadas/regimentos/divisões de manobra inteiramente deixadas na Rússia, mas a maioria está em grande parte implantada, com apenas um pequeno destacamento de retaguarda deixado na Rússia.

VKS (ar): um terço da força envolvido – não deve ter mudado muito desde o início que também deve ter sido 1/3 envolvido na invasão

VMF (mar): exceto alguns navios de outras frotas, a frota do Mar Negro é a única envolvida diretamente na guerra, uma parte minúscula da Marinha exceto a Infantaria Naval que estão a maioria na Ucrânia desde a invasão

VDV (Aetr): quase toda a força – invadiu com 2/3 da força inicial de 45k e a maioria ainda estão envolvidas na Ucrânia

F Esp: quase todos envolvidos na Ucrânia, inclusive acredito que por isso os revezes na Síria, muitas unidades F Esp do KCCO deixaram de dar apoio efetivo para objetivos estratégicos no exterior, se concentrando unicamente na guerra contra a Ucrânia

Bueno
Bueno
Responder para  Kayron
1 mês atrás

Deve somar ai os Mercenários , que nos conhecemos só o grupo Wagner mas existem outros envolvidos.

Rússia e Ucrânia deve ter perdido mais de 1 milhão de vida nesta guerra , e estes números serão sempre maquiados , de todos os lados dois envolvidos

A Ucrânia deve ter perdido 90% da SUA marinha . 90% da sua força aérea
Destruição de grande parte da industrias, vias férreas ,aeroportos , estrada… Vai ser um grande canteiro de obras quando tiver o fim da guerra.

Valeu pelas informações , tem as fontes ou vc que compilou este dados de diversos meios ?

Última edição 1 mês atrás por Bueno
Kayron
Kayron
Responder para  Bueno
1 mês atrás

Os mercenários estão vinculados a Guarda Nacional, que também faz parte do efetivo inserido na Ucrânia, mas suas tarefas e atribuições diferem das demais forças convencionais, apenas um pequeno grupo de forças da Guarda estão na linha de frente.

As fontes são de vários canais, a maioria ucranianos.

Hcosta
Hcosta
Responder para  Hamom
1 mês atrás

“OECD estimates that Russia’s GDP grew by 3.9% and expects the Russian economy to expand by 1.1% in 2025 and 0.9% in 2026.”

Bigliazzi
Bigliazzi
1 mês atrás

Adorei a chamada: “Detalhe inesperado”. Em agosto de 2025 será comemorado 01 ano de invasão da Ucrânia em território russo… isso é um detalhe???????????????!??!!!!

Como esquecer o grito da torcida: “Em três dias Kiev… em três semanas Paris”.

E nesse mês comemoramos três anos de vergonha absoluta do inepto exército, marinha (sic) e força aérea russa.

Saudades do finado Pregozin, esse aí colocava fogo no parquinho com seu exército (sic) de Brancaleone

Rafael Aires
Rafael Aires
Responder para  Bigliazzi
1 mês atrás

Tá dando tão errado pra Rússia que a Europa e o Zelensk nem foram chamados pra conversar com os adultos.

Mauro Oliveira
Mauro Oliveira
Responder para  Rafael Aires
1 mês atrás

E veja, continuam repetindo os mesmos pseudo argumentos desde 2022; enquanto isso, no mundo real a Rússia avança nas frentes de batalhas e o território conquistado será russo. A economia europeia está em frangalhos; os estoques da OTAN exauridos; UE e os fantoches do ocidente em Kiev sequer são consultados nas reuniões entre EUA e Rússia.

Enfim, mundo real.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Mauro Oliveira
1 mês atrás

“ enquanto isso, no mundo real a Rússia avança nas frentes de batalhas”

Sim, sim … avança tanto que eles já passaram por Kiev, passaram por Paris, por Londres e atualmente estão nadando, firmes, fortes, valentes, guerreiros patrióticos da mãe rússia, em direção aos EUA, por onde passarão também, levando a benevolência, bondade e amor putinianos, atravessarão até o Pacífico, por onde voltarão a nadar, subindo em direção ao sagrado solo russo, onde serão recebidos como heróis do universo putinesco.

Mauro Oliveira
Mauro Oliveira
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Acima, exemplo gráfico.

renato
renato
Responder para  Mauro Oliveira
1 mês atrás

vai te alistar na russia para defender teu ídolo

Santamariense
Santamariense
Responder para  Mauro Oliveira
1 mês atrás

Qual? O percentual de território ucraniano dominado pelo teu país é de 15%. Isso depois de 3 anos. Muda o disco…tenta outra…

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Bigliazzi
1 mês atrás

O que a Ukraina ocupa na Rússia hoje é um pedaço de terra menor que Brusque, numa região remota e pouco habitada, num país de 12 fusos horários.

Santamariense
Santamariense
Responder para  José Joaquim da Silva Santos
1 mês atrás

O território russo ocupado pelo Ucrânia chegou a ser de 1.300 km2, e hoje é de aproximadamente 800 km2. O município de Brusque/SC, tem um território de 285 km2.

José 001
José 001
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

A área ocupada pelos ucranianos é maior que Brusque-SC, mas bem menor que Boca do Monte-RS (1.780,194 km²).

Santamariense
Santamariense
Responder para  José 001
1 mês atrás

Tu sabe o que é Boca do Monte? Tu acha que é um município gaúcho? Acho melhor tu te informar primeiro, antes de escrever bobagens…hehehe

Mauro Oliveira
Mauro Oliveira
Responder para  José 001
1 mês atrás

Exemplo gráfico.

Se apegam ao tamanho do espaço geográfico e ignoram completamente que são os solos mais ricos da antiga Ucrânia soviética (US$ trilhões em recursos), que ali estão áreas intensa e extensivamente fortificadas pelos ucranianos durante 10 anos e são cemitério de infelizes centenas de milhares de ucranianos e dos estoques de carros de combate, blindados e artilharia exauridos da OTAN.

Vitor
Vitor
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Vdd 60 mil soldados mortos a troco de nada somente para atender seus patrocinadores , caiu a casa.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Vitor
1 mês atrás

E quantos soldados russos morreram para atender aos desejos do oligarca do kremlin?

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

A “fonte” desses “800Km2” seria o The Kyiv Independent ?!?

Luís Henrique
Luís Henrique
1 mês atrás

Outra informação que muita gente não sabe ou não lembra é que cerca de 20% da população ucraniana era composta por Russos, antes da invasão.

Ou seja, dos cerca de 41 Mi, cerca de 9 Milhões eram (são) russos.

Quando derrubaram o presidente pró-russo, Yanukovich, teve banho de sangue nas ruas de Kiev, o carro do Presidente sofreu vários tiros e ele abandonou Kiev. O parlamento destituiu ele do cargo e em seguida votaram em um Presidente pró-UE e pró-Otan.

Varias regiões da Ucrânia apoiaram, mas outras regiões não. Obviamente os 9 Mi de russos não apoiaram e teve início uma guerra civil.

A Rússia forneceu armas para os separatistas e depois veio a invasão, alegando que estavam protegendo esses cidadãos russos. Curiosamente hoje a Rússia ocupa cerca de 20% do território ucraniano, percentual muito próximo ao da população russa que vivia(vive) na Ucrânia.

Hcosta
Hcosta
Responder para  Luís Henrique
1 mês atrás

Me faz lembrar as justificações para o início da 2ª GM…

E nenhuma região apoiou. Nem no Donbass. E a Crimeia já tinha sido invadida.

https://en.wikipedia.org/wiki/Russians_in_Ukraine

José Joaquim da Silva Santos
José Joaquim da Silva Santos
Responder para  Hcosta
1 mês atrás

E o exército de 2 milhões da Europa, será que agora vai ?

Mauro Oliveira
Mauro Oliveira
Responder para  Luís Henrique
1 mês atrás

O Massacre de Odessa (maio de 2014) foi determinante para os Oblasts do Donbass pegarem em armas.

Ali ficou claro com quem estavam lidando: neonazistas.

https://sakerlatam.blog/massacre-de-odessa-setor-direito-do-corpo-de-voluntarios-ao-exercito-ucraniano/

Última edição 1 mês atrás por Mauro Oliveira
Afonso Bebiano
Afonso Bebiano
Responder para  Mauro Oliveira
1 mês atrás

Se você repetir essa tese por um milhão de vezes, ela continuará a ser falsa, mas você sentirá orgulho de sua perseverança, ao se olhar no espelho.
Não quero estragar seu momento, mas os únicos que acreditarão em você são aqueles que já estão convertidos à seita que idolatra o filho da Sra. Putina.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Luís Henrique
1 mês atrás

A área do território ucraniano ocupado pela rússia é de aproximadamente 15%. E tu acha convincente o argumento de que a invasão foi para proteger os russos que moram na Ucrânia? E por que esses russos moram na Ucrânia? Eles não tem cidadania ucraniana? Se essa moda de invadir um país para proteger seus cidadãos, o Brasil tem que se cuidar…o que tem de japoneses, chineses, coreanos, árabes, etc, morando aqui…

Luís Henrique
Luís Henrique
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Houve um Presidente pró-russo destituido, segundo a Rússia, devido à guerra híbrida provocada pela CIA, utilizando as mídias para convencer a maioria da população.
Teve banho de sangue, tentativa de assassinato do Presidente e ele foi obrigado a deixar Kiev.
Os que assumiram deixaram claro que não queriam mais a Rússia como grande aliado e parceiro e que queriam entrar na UE e na Otan.
Houve guerra civil, porque parte da população não concordava com tudo que estava acontecendo. O que o governo ucraniano fez? Entrou em guerra com os separatistas, ampliou e modernizou o exército, começou a receber treinamento e armamentos ocidentais e a vencer os separatistas.
A Rússia alegou que estava havendo um massacre de russos, que também são ucranianos, vivem na Ucrânia, mas são de origem russa.
A Rússia inicialmente ajudou estes separatistas com armas e no final invadiu a Ucrânia para, segundo os russos, libertar estas regiões e estas pessoas, impedir a ampliação da Otan para as fronteiras russas, desmilitarizar o governo ucraniano, que segundo a Rússia era nazista, etc.

Eu não acredito em tudo que os russos dizem, não tem nenhum inocente ai.
Mas também não acredito que nada ocorreu, não acredito na retórica que Putin queria apenas ampliar o território.
Todos sabemos que houve o impeachment, todos sabemos que as mídias tomam lado no mundo todo, todos sabemos que houve combates intensos entre o exército ucraniano e separatistas, todos sabemos que quase 20% da população ucraniana tem origem russa, então não acredito 100% mas alguma coisa aconteceu, alguns motivos o Putin teve para tomar a decisão e não acredito que foi somente por expansionismo.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Luís Henrique
1 mês atrás

“…segundo a Rússia, devido à guerra híbrida provocada pela CIA,”

Tua primeira frase já tem vício de origem …

Macgaren
Macgaren
1 mês atrás

Lições aprendidas:
-no mundo interligado, guerra em países médios/grandes desestabilizam todos.
-exércicito russo não é mais tão temido quanto parecia, imagem de imbátivel caiu por terra.
-rússia está precisando dos EUA para finalizar esse conflito, perderam também fora de campo.
-ganhadores: China e India que compram tudo que podem da rússia a preço muito baixo.
-nunca dependa de estrangeiros para defender seu país, com a mudança de presidente americano Ucrania está com risco de ser saqueado também por um dos maiores apoiadores de antes.

Última edição 1 mês atrás por Macgaren
Bueno
Bueno
Responder para  Macgaren
1 mês atrás

Depende do ponto de Vista;

Os EUA estão interessados nos despojos da Guerra por isto foi para frente da negociação, o credor que chega primeiro Recebe. Ai a conta para os EUA no mínimo ficara no zero a zero.

Os EUA foi o maior patrocinador da Guerra , mais que a soma de todos os países da Europa.
A Paz é imposta pelos mais fortes, no caso EUA e Rússia conversam no mesmo tom na mesa de negociação ,e O Zé foi desnecessário conforme disse Trump.
Quem impõem os termos do fim da Guerra ?
Putim e Trump, a historia esta sendo escrita na nossa frente,

Macgaren
Macgaren
Responder para  Bueno
1 mês atrás

Não foi o maior patrocinador, Europa bancou 60% dos gastos inclusive o Macron desmente o Trump na frente de todos jornalistas hahah

Mas de resto concordo sobre quem chega primeiro.

Bueno
Bueno
Responder para  Macgaren
1 mês atrás

Não é o que esta neste video, muito bem explicado

https://www.youtube.com/watch?v=IDRjughhXMg&ab_channel=%C3%96sterreichsBundesheer

George A.
George A.
1 mês atrás

Acho que pra falência do nosso sistema de direito internacional essa guerra é o resultado de vários processos históricos que se iniciaram ali na Guerra dos Balcãs, foram aprofundado nas guerras do petróleo (ou Guerra ao Terror, como preferirem) e ganhou contornos ainda mais cruéis na guerra em Gaza.
São três anos de conflito e até hoje as potências nem sequer sinalizam no que raios vão colocar no lugar da ordem global* que dinamitaram.

*Não se encaixa nesse conceito de uma nova ordem global o acordo de comadres, sabe lá Deus em que termos, que Trump sinalizou com China e Rússia.

Kayron
Kayron
Responder para  George A.
1 mês atrás

Acho que pra falência do nosso sistema de direito internacional essa guerra é o resultado de vários processos históricos que se iniciaram ali na Guerra dos Balcãs, foram aprofundado nas guerras do petróleo (ou Guerra ao Terror, como preferirem) e ganhou contornos ainda mais cruéis na guerra em Gaza.

O Afeganistão não tem petróleo.

Esteves
Esteves
Responder para  Kayron
1 mês atrás

Tem gás.

Kayron
Kayron
Responder para  Esteves
1 mês atrás

Mas ele disse petróleo

Augusto Cesar
Augusto Cesar
Responder para  Kayron
1 mês atrás

Não tem, mas faz fronteira com um pais que tem muito e coniventemente um dos “3 eixos do mal” na época.

Antonio Palhares
Antonio Palhares
1 mês atrás

Se Ucrânia aceitasse ser neutra nestes últimos vinte anos . Hoje seria uma das nações mais ricas e poderosas da Europa. Ao permitir que os ambiciosos europeus , que cobiçavam suas riquezas. E aceitar travar uma guerra por procuração contra seu vizinho mais forte, maior e mais rico. Para defender os interesses das oligarquias européias e americanas. Através de seus predadores fundos de investimento. Agora esta correndo o risco de nem existir mais como país. Perdeu seus recursos minerais e suas terras férteis. Tudo em boleto ou duplicata altíssima que lhe foi apresentada. E muito pior. Perdeu o melhor de sua juventude.

Bjj
Bjj
Responder para  Antonio Palhares
1 mês atrás

Chega a ser engraçado como vocês “camuflam” o apoio à invasão russa com uma falsa preocupação humanitária com as vidas e futuras gerações ucranianas e acham que ninguém percebe isso.

Defende que a Ucrânia estaria melhor se mantivesse uma postura de neutralidade sendo que desde 1991 a Ucrânia sofreu profunda influencia russa. Sabe que a queda de um presidente pró-russo e a tentativa de botar outro fantoche pró-russo na presidência são alguns dos motivos da guerra.

A “neutralidade” que você defende é a Ucrânia se afastando do ocidente e baixando a cabeça para os russos, como aconteceu durante grande parte desses últimos 20 anos, inclusive quando entregaram seu arsenal nuclear.

Mas ok, vamos todos fingir que você só queria que a Ucrânia fosse um país “neutro” e próspero.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Bjj
1 mês atrás

Perfeito!

JuggerBR
JuggerBR
1 mês atrás

O que se descobriu é que a Rússia segue usando a mesma estratégia de 80 anos atrás, manda todos os soldados e armamentos pra cima do inimigo, perde a maioria, mas acaba avançando porque é tão superior em termos de quantidade que a defesa não consegue matar a todos. Guerra de desgaste. Quem tem mais soldados e armas, vence.

Kayron
Kayron
Responder para  JuggerBR
1 mês atrás

Leu essa besteira aonde? No ISW?

Esteves
Esteves
Responder para  JuggerBR
1 mês atrás

É. É exatamente o contrário. A guerra russa de terreno é permitir que o inimigo entre em suas fronteiras, algo chamado de efeito pinça, para depois massacrar.

Basta ver a história. Quem afundou na lama e no inverno foram franceses e alemães.

Afonso Bebiano
Afonso Bebiano
Responder para  Esteves
1 mês atrás

Uma estratégia que não leva em conta o bem estar da população sujeita aos desígnios autocráticos do czar da vez.

Tem gente que aprecia.

Rafael Aires
Rafael Aires
Responder para  Afonso Bebiano
1 mês atrás

Por falar em bem estar, a Europa cortou energia russa e trocou pelo EUA pagando várias vezes mais. Isso é bem estar?

Santamariense
Santamariense
Responder para  Rafael Aires
1 mês atrás

Ah, sim. Tu vai continuar mandando dinheiro para subsidiar teu inimigo? Alguém congelou no inverno europeu por conta de falta de energia? E isso se compara com ter tua casa e tua cidade destruídas por mísseis, bombas, obuses?

Rafael Aires
Rafael Aires
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Mas a Rússia não atacou Alemanha, Reino Unido, etc. Em vez de procurar a paz, procuraram guerra. Queriam afetar a Rússia usando ucranianos. Além disso, quem sempre paga a conta, foi o contribuinte. Ninguém na Europa e nem nos EUA perguntou pro pagador de impostos o que ele queria.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Rafael Aires
1 mês atrás

E alguém perguntou para o povo russo se eles queriam a guerra??

Afonso Bebiano
Afonso Bebiano
Responder para  Rafael Aires
1 mês atrás

A pergunta a ser feita é se comprar a energia russa valeu a pena, pois alimentou os planos expansionistas do czar atual.

Rafael Aires
Rafael Aires
Responder para  Afonso Bebiano
1 mês atrás

O maior país do planeta, o que mais tem recursos no solo (e eles sabem como retirar), tá querendo mais territórios? BBC e CNN fizeram um bom trabalho.

Afonso Bebiano
Afonso Bebiano
Responder para  Rafael Aires
1 mês atrás

O exército russo ultrapassou a própria fronteira em fevereiro de 2022, sob pretextos inverossímeis, e ainda assim você acha que a Rússia não é expansionista?

A erva do DCE fez um bom trabalho.

Natan
Natan
1 mês atrás

O que tirei dessa guerra foi:

Se puder fazer um acordo de paz com uma potência nuclear vizinha, faça.
Não confie em potências ocidentais que te estimulam a antagonizar aquela potência e provocar um conflito que é sabido que você não pode vencer.
Se te disserem que vão te proteger em caso de conflito, confie menos ainda.

José 001
José 001
1 mês atrás

Dá uma boa matéria as seguintes informações:

“Em 24 de fevereiro de 2025, ocorreram duas votações significativas na Organização das Nações Unidas (ONU) relacionadas ao conflito na Ucrânia: uma no Conselho de Segurança e outra na Assembleia Geral.

1. Votação no Conselho de Segurança da ONU:

O Conselho de Segurança, composto por 15 membros, votou uma resolução proposta pelos Estados Unidos intitulada “O Caminho para a Paz”, que apelava pelo fim imediato do conflito na Ucrânia e pela busca de uma paz duradoura. A resolução foi aprovada com 10 votos a favor e 5 abstenções. Não houve votos contrários.

Votos a favor (10): Estados Unidos, Rússia, China, Emirados Árabes Unidos, Gabão, Gana, Índia, Irlanda, México e Noruega.

Abstenções (5): França, Reino Unido, Eslovênia, Grécia e Dinamarca.

2. Votação na Assembleia Geral da ONU:

A Assembleia Geral, composta por 193 Estados-membros, votou uma resolução proposta pela Ucrânia e apoiada por países europeus, que condenava a invasão russa e exigia a retirada imediata das forças russas do território ucraniano.

A resolução foi aprovada com 93 votos a favor, 18 votos contra e 65 abstenções.

Votos a favor (93): Incluem a maioria dos países da União Europeia, Canadá, Austrália, Japão e outros.

Votos contra (18): Estados Unidos, Rússia, Belarus, Coreia do Norte, Síria, Irã, Venezuela, Nicarágua, Cuba, Eritreia, Sudão, Zimbábue, República Centro-Africana, Mali, Hungria, Israel, Mianmar e Camboja.

Abstenções (65): Incluem Brasil, China, África do Sul, Índia e vários países da África e da Ásia”

Obs: isso não é ficção, ocorreu ontem na ONU.

E ficaria mais interessante se mostrassem a lista completa dos países com seus respectivos votos.

JuggerBR
JuggerBR
Responder para  José 001
1 mês atrás

Onu é uma ficção, um baita gasto mantendo a elite diplomática lá fazendo negociações que não resolvem nada.

José 001
José 001
Responder para  JuggerBR
1 mês atrás

Os representantes de quase todos os países do mundo estavam lá (acho que faltou apenas um), e se manifestaram, abstenção e uma forma de se manifestar também.

E estavam cara a cara, no local e hora para votarem contra aquilo que não concordam e mostrarem sua força.

Santamariense
Santamariense
Responder para  José 001
1 mês atrás

“ O Conselho de Segurança, composto por 15 membros, votou uma resolução proposta pelos Estados Unidos intitulada “O Caminho para a Paz”, que apelava pelo fim imediato do conflito na Ucrânia e pela busca de uma paz duradoura. A resolução foi aprovada com 10 votos a favor e 5 abstenções. Não houve votos contrários.

Votos a favor (10): Estados Unidos, Rússia, China, Emirados Árabes Unidos, Gabão, Gana, Índia, Irlanda, México e Noruega.

Abstenções (5): França, Reino Unido, Eslovênia, Grécia e Dinamarca.”

“ Obs: isso não é ficção, ocorreu ontem na ONU.”

Não é ficção? Olha, eu não sei de onde tu tirou essas informações, mas tu precisa te informar melhor antes de escrever. Sabe por que? Essa eleição que tu colocou, não poderia ocorrer atualmente, pois os membros atuais do Conselho de Segurança da ONU, são:

Permanentes: EUA, rússia, china, França, Reino Unido

Rotativos: Argélia, Dinamarca, Eslovênia, Coréia do Sul, Grécia, Guiana, Panamá, Paquistão, Serra Leoa, Somália.

Dúvida? Confere no site da própria ONU:

https://main.un.org/securitycouncil/en/content/current-members

Então, quando quiser desfiar uma narrativa como a que tu tentou, primeiro te informa…fica menos feio…

José 001
José 001
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Santa eu errei.

São:

Argélia (até 2025)
Dinamarca (até 2026)
Grécia (até 2026)
Guiana (até 2026)
Paquistão (até 2026)
Panamá (até 2026)
Coreia do Sul (até 2025)
Serra Leoa (até 2025)
Eslovênia (até 2025)
Somália (até 2025)

Na votação do Conselho de Segurança:

França, Reino Unido, Grécia, Eslovênia e Dinamarca se abstiveram.

NINGUÉM votou contra.

Na votação da Assembleia Geral:
Contra 18 países, EUA e Israel entre eles.
A favor 93 países
Abstenções 65 países

Santamariense
Santamariense
Responder para  José 001
1 mês atrás

“ Santa eu errei.”

Errou? E tirou aquela informação de onde? Da tua cabeça? Tu nomeou os países que NÃO fazem parte do CS e como eles teriam votado!!

“ São:

Argélia (até 2025)
Dinamarca (até 2026)
Grécia (até 2026)
Guiana (até 2026)
Paquistão (até 2026)
Panamá (até 2026)
Coreia do Sul (até 2025)
Serra Leoa (até 2025)
Eslovênia (até 2025)
Somália (até 2025)”

Eu sei que são esses países! Eu coloquei no meu comentário.

No mínimo, estranho o teu comentário inicial.

José 001
José 001
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

E não é ficção

José 001
José 001
Responder para  José 001
1 mês atrás

***Uma correção:

Os atuais Membros Não Permanentes são:

Argélia (até 2025)
Dinamarca (até 2026)
Grécia (até 2026)
Guiana (até 2026)
Paquistão (até 2026)
Panamá (até 2026)
Coreia do Sul (até 2025)
Serra Leoa (até 2025)
Eslovênia (até 2025)
Somália (até 2025)

Agradeço ao colega Santa pela dica.

Rafael
Rafael
1 mês atrás

Infelizmente maisuma guerra por procuração, desta vez a gestão Biden escolheu mal o oponente e acabou desgastando toda OTA,oramos para uma reslousão, que as lições do campo de batalha sejam aprendidas.
Bem vindo a guerra moderna onde não saõ mais blindados e aeronaves que pesam, e sim a tecnologia dos drones e a precisão e eficiência dos misseis.

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

Muito se fala na guerra, mas é importante citar a capacidade ocidental de reconstrução no pós guerra, as duas Alemanha pós segunda guerra é um exemplo muito bom, Japão e Coreia do Sul também são, mesmo que a Ucrânia perca território acredito em um futuro brilhante possa vir para essa nação.
Se a Rússia sair vitoriosa ainda será um “orgulho ferido”, os chineses não vão reergue-los e se isto ocorrer será a um preço muito alto….exemplos bons são o Vietnã e a Coreia do Norte.

Obs – A História sempre se repete

José 001
José 001
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

Interessante…

Mas você está errado!

Qualquer um que pesquise vai encontrar informações na Internet mostrando a reconstrução dos novos territórios russos.

Já existem várias empresas chinesas lá, inclusive uma responsável pela construção de uma ferrovia de mais de 600 km em andamento, isso nos novos territórios.

Alexandre Galante
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

A História não se repete, no máximo “rima”.

Manus Ferrum
Manus Ferrum
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

O destino da Ucrânia depois desta guerra é ser transformada num reichskomissariat do capitalismo estadunidense.

Manus Ferrum
Manus Ferrum
1 mês atrás

O fato dos EUA quererem negociar um fim para a guerra, sem estar numa condição de ditar termos, é ampla mostra que provocar esta guerra foi uma aposta desastrosa da parte do ocidente.

Marcelo Soares
Marcelo Soares
1 mês atrás

Três anos dessa insanidade…muita tristeza pelo povo ucraniano, que com certeza é o que está mais sofrendo nessa guerra interminável.