Exame de Valor Balístico da munição 155 mm do obuseiro M109 A5+BR

O Exército Brasileiro, por meio da Comissão do Exército Brasileiro em Washington (BAC), emitiu um Pedido de Informações (RFI-0159/2025) para a aquisição de munições de 105mm e 155mm. O documento foi publicado em 16 de janeiro de 2025 e visa coletar cotações orçamentárias para o planejamento da compra de munições recém-fabricadas.

A solicitação abrange diferentes tipos de munição para obuseiros e tanques, incluindo projetis fumígenos, iluminativos e de alto explosivo (HEAT-T). Empresas interessadas devem fornecer especificações técnicas detalhadas e garantir conformidade com os requisitos descritos no Anexo A – Lista de Materiais/Serviços.

As empresas que desejam participar devem estar registradas no Banco de Fornecedores da BAC e podem atualizar seus dados através do Sistema Internacional de Contratos da BAC. O prazo para envio das cotações é até 11 de fevereiro de 2025, às 23h59 (horário da Costa Leste dos EUA). As propostas devem ser enviadas online ou por e-mail para procurement@cebw.eb.mil.br, com referência ao RFI-159/2025.

As propostas devem ter validade mínima de 180 dias, e os preços devem ser preferencialmente cotados em dólares americanos (USD), sem incidência de impostos de importação ou produtos industrializados, conforme a legislação brasileira. As entregas deverão ser feitas no Porto do Rio de Janeiro sob os termos do Incoterms 2020 (CIF), e o pagamento será realizado após a entrega e inspeção dos materiais.

A iniciativa reforça os esforços do Exército Brasileiro para modernizar seu arsenal e garantir a operacionalidade de suas forças. Empresas interessadas em fornecer os materiais devem seguir as diretrizes estabelecidas no RFI para assegurar a conformidade com as exigências do Ministério da Defesa.

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RDX
RDX
1 mês atrás

Como é bom ter um vizinho perigoso.

Fábio CDC
Fábio CDC
Responder para  RDX
1 mês atrás

Tem toda razão, infelizmente.

gordo
gordo
Responder para  RDX
1 mês atrás

A Nova Zelândia não tem vizinho perigoso, e se não me engano já estão operando o P-8. O problema nosso não é não ter vizinho perigoso, digo que é uma benção não termos vizinho hostil. Note que quando a Argentina era até bem equipada (chegou a achar que podiam bater de frente com a Inglaterra) nossas FA não eram muito melhor do que são hoje. O perigo para Nós vem do Norte. O problema que temos está dentro das próprias FA e pra corrigir isso vai tempo, e tempo é o que não temos.

José Eduardo
José Eduardo
Responder para  gordo
1 mês atrás

Nova Zelândia tem a China

RDX
RDX
Responder para  José Eduardo
1 mês atrás

“A Nova Zelândia é um dos parceiros da OTAN na região do Indo-Pacífico, juntamente com a Austráliao Japão e a República da Coreia. O Indo-Pacífico é importante para a Aliança, uma vez que os desenvolvimentos nessa região podem afetar diretamente a segurança euro-atlântica.”

OTAN – Tema: Relações com a Nova Zelândia

Elint
Elint
Responder para  RDX
1 mês atrás

“pajarito”

Gerson Carvalho
Gerson Carvalho
Responder para  RDX
1 mês atrás

O melhor é que a MB tem uma fabrica de munições 155mm, M107, Morteiro 120mm, 4,5” MK-8 (114,3mm), 105mm M57, M1 e LG, 3” L/50 (76,2mm), 57mm L/70, 40mm L/60 e L/70

Marcelo
Marcelo
Responder para  RDX
1 mês atrás

O exercito vai pagar caro (preço de ouro ) por cada munição.
Todos os países da europa comprando munição para aumentar seus estoques e também fornecer a Ucrânia esta elevando o preço da munição a valores record.

Gustavo Tavares
Gustavo Tavares
1 mês atrás

Mais uma vez o EB demonstra a inutilidade da Inbel, que de estratégica para o país, não tem nada.
Se não me engano, essa seria a justificativa para a existência dela, ou seja produzir munições para o EB.
Tem que se privatizar ou fechar essa empresa.
Quem sabe uma PPP entre CBC e Inbel?

Marcelo Soares
Marcelo Soares
Responder para  Gustavo Tavares
1 mês atrás

Logo pensei na Imbel também. Ela não tem condições de fabricar as munições solicitadas pelo EB ou não consegue a quantidade pedida? É uma vergonha isso.

Nilo
Nilo
Responder para  Marcelo Soares
1 mês atrás

O Brasil com a Imbel e Mac Jee não produz essas munições, vocês tem absoluta certeza rsrsrs

Última edição 1 mês atrás por Nilo
Fabio Araujo
Fabio Araujo
Responder para  Nilo
1 mês atrás

A Imbel, a Mac Jee e a Fábrica Almirante Jurandyr da Costa Müller de Campos (FAJCMC) da Marinha produzem esses tipos de munições, mas a lei brasileira exige licitação!

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Fabio Araujo
1 mês atrás

Exige licitação em Washington?

Outra coisa, elas fabricam todos esses modelos solicitados? Tem capacidade fabril para entregar milhares de munições num prazo razoável?

Última edição 1 mês atrás por Rafael Oliveira
Welington S.
Welington S.
Responder para  Rafael Oliveira
1 mês atrás

Na minha opinião, a Mac Jee têm total capacidade de entregar tendo em vista a tecnologia que eles possuem e são extremamente rápidos. Eu espero que a Mac Jee possa vencer essa licitação.

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Responder para  Rafael Oliveira
1 mês atrás

Tomada de preço internacional é um tipo de licitação, outra coisa fabricamos todos os tipos de munições desta licitação? Existem muitos tipos de munições 105mm e 155mm que varia dependendo do armamento de onde vai ser disparada até o tipo da munição em si, fabricamos todos os tipos?

Jadson S. Cabral
Jadson S. Cabral
Responder para  Fabio Araujo
1 mês atrás

Nenhuma dessas munições da lista é especial, com tecnologia alienígena.

Gustavo Tavares
Gustavo Tavares
Responder para  Rafael Oliveira
1 mês atrás

Licitação com ganhador já anunciado.
Típico das “licitações” do EB.

Joao
Joao
Responder para  Gustavo Tavares
1 mês atrás

Prove ou no mínimo denuncie ao TCU?

Pera ai… é só bravata…

Andre
Andre
Responder para  Rafael Oliveira
1 mês atrás

Qualquer aquisição pelo poder público exige uma licitação, desde que seja uma das modalidades previstas nas Leis 8.666 ou 13.303
A IMBEL não fabrica nenhum dos modelos listados, basta comparar a lista da CEBW com o portfólio da IMBEL.

Nilo
Nilo
Responder para  Fabio Araujo
1 mês atrás

Com certeza, mas alguém teve acesso ao requisitos, exigências para participação? Afinal o próprio exército tem trabalhado para nacionalização dessas munições.
Alguém teve acesso ao Edital? Leu?

Joao
Joao
Responder para  Marcelo Soares
1 mês atrás

A munição iluminativa e a fumígena são caríssimas.
Por isso compram fora, priorizando as alto Explosivas pra IMBEL.

Gustavo Tavares
Gustavo Tavares
Responder para  Marcelo Soares
1 mês atrás

A divisão de armas da Inbel não consegue fazer nada direito amigo.
Aquilo ali é um museu inútil que só serve de cabide de empregos para oficiais da reserva

Andre
Andre
Responder para  Gustavo Tavares
1 mês atrás

Mais uma vez, além de não conhecer a IMBEL, os produtos dela e o que ela faz, não conseguem nem escrever o nome da empresa direito.
Lamentável

Gustavo Tavares
Gustavo Tavares
Responder para  Andre
1 mês atrás

Puxa sacismo não resolve nada, apenas demonstra sua cegueira ideológica.
Indústria, não se escreve com M.
Se não sabe Inbel vem de Indústria de material bélico.
Conheço sim os produtos inúteis dela.
A pistola M1911 de 1940, facas, barracas de campanha, mod Fal muito mal feito, diga-se de passagem e um monte de inutilidades que ninguém quer.
Me mostre uma exportação de alguma coisa que a Imbel (como você mesmo deseja), tenha feito nos últimos 10 anos!

Joao
Joao
Responder para  Gustavo Tavares
1 mês atrás

M de material, e não n da Indústria….

Conhece pouco os materiais feitos pela Indústria de Material Bélico I M Bel

Joao
Joao
Responder para  Andre
1 mês atrás

É gente pra sujar o ambiente

ln(0)
ln(0)
Responder para  Marcelo Soares
30 dias atrás

A Imbel não consegue produzir a quantidade pedida. Ela é limitada pelo orçamenteo que o GF destina a ela. A MacJee ainda não produz o explosivo da munição, que, por enquanto compra da Imbel.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Responder para  Gustavo Tavares
1 mês atrás

A CBC é uma empresa super-organizada, moderna, competitiva e eficiente. Por que ela vai querer se juntar com a Imbel que é seu extremo oposto?

No mais, concordo que a Imbel é de pouca utilidade para o EB.

Aliás, o EB tem o IME, o CTEx, a Imbel, os Arsenais de Guerra, mas não consegue nem fabricar essas munições.

Precisa ser discutida a utilidade dessas instituições.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Responder para  Rafael Oliveira
1 mês atrás

Não consegue nem evitar uma invasão em nossa fronteira…

Joao
Joao
Responder para  Rafael Oliveira
1 mês atrás

Sem a IMBEL, a CBC acaba…. Pois o mais importante da Mun, a IMBEL fornece pra CBC.

Gustavo Tavares
Gustavo Tavares
Responder para  Joao
1 mês atrás

O que?
As espoletas kkkkkk?
CBC eu concordo, mas a primeira, duvido muito.

MMerlin
MMerlin
Responder para  Rafael Oliveira
1 mês atrás

Não vamos colocar o IME e o CTEx no mesmo cesto da Imbel, Rafael.
É bastante injusto.

Referente à Imbel, seus produtos dividem opiniões. Tenho amigos que não gostam. Outros até consideram suas pistolas das melhores do mercado.

Referente à produção interna das munições do Centauro 2 de 120mm, o mesmo processos está ocorrendo.
O ToT viria primeiro para as munições TPT. Depois seguiria para as demais. Acredito que devido à necessidade de tempo do EB, este primeiro lote foi decidido a importação, uma vez que pode demorar para termos a linha nacional instalada.

Última edição 1 mês atrás por MMerlin
Gustavo Tavares
Gustavo Tavares
Responder para  Rafael Oliveira
1 mês atrás

Justamente para dar dinamismo aquele museu inútil.
A união não pode ficar pagando a conta dessa inutilidade.
E concordo que se precisa discutir e reorganizar as instituições de P&D, fabricação das FAA, s.
Não dá mais para ter instituições hiper caras e inúteis.
Quando se precisa de alguma coisa, os militares vão lá e compram projetos importados, para serem montados localmente pelo fabricante internacional.
Absurdo!

Fabio Araujo
Fabio Araujo
Responder para  Gustavo Tavares
1 mês atrás

Mesmo a Imbel sendo pública isso não dispensa a licitação pelas leis brasileiras!

RPiletti
RPiletti
Responder para  Fabio Araujo
1 mês atrás

O problema é termos uma empresa com a finalidade de produzir munições para as FAs e ter que participar de uma licitação para fornecer as munições.
Caso ela for derrotada na licitação para que ela servirá? Apenas para nos dar despesas?
Tem muita coisa errada neste país.

Andre
Andre
Responder para  RPiletti
1 mês atrás

Isso obriga a IMBEL a ser competitiva!
Se não for, acaba fechando!
E o poder público é obrigado a licitar suas compras…

Gustavo Tavares
Gustavo Tavares
Responder para  RPiletti
1 mês atrás

Bingo.
Parabéns!

Marcos Bishop
Marcos Bishop
Responder para  Gustavo Tavares
1 mês atrás

No Brasil, além da IMBEL, a Mac Jee e a CSD – Componentes e Sistemas de Defesa SA também produzem munição 155mm.

A Mac Jee com capacidade de produção de 85 mil unidades da munição de 155 mm por ano.

A partir de abril de 2025, Modirum e Gespi iniciarão a produção regular de munições de 155mm, com um volume mensal constante em unidades.

A Fábrica Alte. Jurandyr da Costa Müller de Campos – FAJCMC pertence à Marinha do Brasil e é gerenciada, desde 1996, pela EMGEPRON tb produz munições de 155 mm

Última edição 1 mês atrás por Marcos Bishop
Gustavo Tavares
Gustavo Tavares
Responder para  Marcos Bishop
1 mês atrás

Pois é.
Aí te pergunto, onde está o papel “estratégico” da Inbel?
Se havia algum, já não se faz útil faz anos.

Welington S.
Welington S.
Responder para  Gustavo Tavares
1 mês atrás

Com equipamentos da década de mil novecentos e bolinhas, vai produzir munições a passos de tartaruga. A IMBEL é totalmente ineficiente e incapaz de entregar no prazo certo, aja visto a questão dos IA2. Das duas uma, ou fecha de uma vez, ou privatiza logo.

EduardoSP
EduardoSP
Responder para  Welington S.
1 mês atrás

E abrir mão dos empregos para os coronéis reformados?!

Welington S.
Welington S.
Responder para  EduardoSP
1 mês atrás

Sacrifícios precisam ser feitos.

Gustavo Tavares
Gustavo Tavares
Responder para  EduardoSP
1 mês atrás

Exatamente.
Aí está o papel estratégico dela para o EB.
O mesmo vale para a fábrica de munições da MB.

Gustavo Tavares
Gustavo Tavares
Responder para  Welington S.
1 mês atrás

Exatamente o que escrevi.
Concordo em Gênero, Número e Grau.

NBS
NBS
Responder para  Gustavo Tavares
1 mês atrás

Você tem um tempo? O capitalismo, como sistema de produção, pode ser descrito como um oceano de crises econômicas. Nos anos 1970, diante de diversas dificuldades econômicas, surgiu a doutrina neoliberal como uma resposta às crises da época. Entre as principais características do neoliberalismo estão: a redução do papel do Estado, a privatização de empresas e serviços públicos, a defesa de um Estado mínimo (limitado a funções básicas como segurança, justiça e regulação essencial) e a promoção do livre mercado.

Aqui começa um dos maiores engodos que a história já produziu. Quem se beneficia desse tipo de arranjo econômico? Cerca de 10% da população norte-americana detém 80% da renda gerada pelo mercado de ações dos Estados Unidos. Esses grupos se beneficiam diretamente das desregulamentações promovidas pelo neoliberalismo. Por extensão, as elites econômicas dos demais países capitalistas seguem de perto essa proporção.

E quem paga os impostos? Idealmente, todos aqueles que produzem bens e serviços deveriam contribuir de forma justa. No entanto, quem efetivamente carrega o maior fardo são os trabalhadores, enquanto as empresas, proporcionalmente, pagam menos. Entretanto, a elite econômica frequentemente se livra dos impostos. Mas a manutenção do Estado permanece como uma necessidade. Como esse problema foi resolvido? Financiando o Estado por meio da taxa de juros, o que deu origem à figura do rentista.

As políticas neoliberais — como o livre mercado, a desregulamentação da atividade econômica, a redução de barreiras comerciais (como tarifas e restrições ao comércio internacional), o controle fiscal rigoroso e o foco na redução de déficits e dívidas públicas, além da globalização econômica e da mobilidade de capitais — produziram efeitos devastadores. Entre eles, destaca-se a desindustrialização dos Estados Unidos e de muitos outros países ao redor do mundo.

Não se pode ignorar que, dentro dessa doutrina, muitas empresas estatais são colocadas deliberadamente em situações de fragilidade econômica e operacional. Isso ocorre, muitas vezes, por decisões estratégicas das elites econômicas locais, que utilizam essas práticas para desacreditar o que é público e justificar a privatização. O objetivo final é que o “empresário” se aproprie, a um custo baixíssimo, de algo que foi construído com recursos provenientes dos impostos de todos os contribuintes.

O histórico brasileiro está repleto de casos em que “amigos” de políticos adquiriram empresas estatais — em muitos casos, praticamente ganharam essas empresas — e, muito provavelmente, pagaram “pedágios” a políticos para facilitar essas negociações. Aqueles que defendem o Estado mínimo frequentemente esquecem que este é mínimo apenas para os cidadãos comuns. Para muitos empresários, no entanto, o Estado é gigantesco e extremamente generoso.

Gustavo Tavares
Gustavo Tavares
Responder para  NBS
1 mês atrás

Obrigado pela aula amigo.
Mas tem que levar em consideração que estamos falando dos militares de alta patente e suas instituições, e esses não são cidadão comuns, pelo contrário.
Em um país onde a maioria recebe o mínimo do mínimo, eles estão no topo da pirâmide financeira.
No caso de suas instituições e empresas, precisa sim, privatizar, cortar cargos de altos salários e ociosos, dinamizar verbas etc.

NBS
NBS
Responder para  Gustavo Tavares
1 mês atrás

O pano de fundo é sempre a ideologia dominante. As nossas Forças Armadas refletem o comportamento da sociedade civil, apesar de, nas academias militares, serem ensinadas a se considerarem “melhores”. Isso, entretanto, não altera sua submissão à ideologia predominante. Esse aspecto é tão arraigado que se torna quase impossível pensar de maneira diferente.

A privatização das empresas públicas da área militar, bem como de outras estatais, representa uma tripla punição ao povo. Primeiro, porque uma montanha de recursos provenientes dos impostos dos cidadãos foi investida nelas por meio do orçamento público. Depois, porque, ao serem vendidas, quase sempre são entregues a preços irrisórios a “amigos do rei”, sem recuperar o investimento público. Por fim, porque o povo acaba comprando os serviços dessas empresas por valores substancialmente maiores.

Tomemos como exemplo recente a SABESP: os paulistas venderam a empresa por um valor significativamente menor do que seu real patrimônio e, agora, pagam pelos serviços um preço muito mais elevado. O caso da CEDAE, no Rio de Janeiro, também é emblemático. Poderíamos listar um rol imenso de empresas vítimas da doutrina econômica do neoliberalismo.

No fundo, a ineficiência dessas empresas é reflexo de um modus operandi já mapeado, protagonizado por grupos políticos que almejam o lucro à custa do patrimônio público. Essas empresas são, muitas vezes, administradas de forma incompetente para que fracassem deliberadamente. Trata-se de um projeto de poder que visa se apropriar do que é público.

A tragédia é que essa elite econômica convence os pobres — aqueles que financiaram as empresas com seu dinheiro — de que vender esses ativos, mesmo com prejuízo, seria melhor para eles e para o país. E, ainda pior, após a venda, esses mesmos pobres precisam pagar mais caro pelos serviços, que antes já eram de sua propriedade.
No caso das empresas militares, talvez você se refira à prática dessas empresas de contratarem ex-militares, especialmente oficiais, para ocupar cargos de diretoria ou conselhos de administração como uma espécie de “cabide de empregos”. Essa relação promíscua é a mesma que se observa no maior mercado de armas do mundo, os Estados Unidos. Mesmo quando as empresas são eminentemente privadas, estão intimamente ligadas ao governo, ao Estado, ao que é público.
Essa é uma das maiores mentiras que ouvimos: que o que é público é mal gerido e ineficiente. Se isso fosse verdade, por que tantos empresários fazem filas para fechar negócios com o Estado, sejam eles lícitos ou ilícitos? Se fossem realmente capazes, não precisariam do governo.

Andre
Andre
Responder para  Gustavo Tavares
1 mês atrás

Cara…. não sabe nem escrever “IMBEL” direito, quanto mais saber o que ela faz!
Informe-se melhor e conversaremos.
Ah, e para conhecimento, a CBC não fábrica munições de grosso calibre e a IMBEL só fabrica munições de grosso calibre.

Gustavo Tavares
Gustavo Tavares
Responder para  Andre
1 mês atrás

Mesma conversa do amigo lá de cima.
Está com medo de seu parente perder as regalias na empresa.
Todo mundo sabe o que a Inbel (ou Imbel, mesmo em desconformidade com o ajuntamento de siglas a qual o nome da empresa deriva) faz, ou seja, nada de útil para o EB.
Obs: isso digo da divisão de armas e munições, diferente da de comunicações e eletrônica.
Essas duas última sim, são um exemplo.

Marcelo Soares
Marcelo Soares
Responder para  Gustavo Tavares
30 dias atrás

O “M” do nome é de “material”. O correto é Imbel.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 mês atrás

Os veículos que utilizam essas munições já operam no EB a décadas.
E desde então, não houve nenhuma tentativa de nacionalizar a munição desses veículos.
Como já perguntaram acima:

A Imbel serve pra quê, afinal?

Sulamericano
Sulamericano
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Como a Imbel é uma empresa estatal, a decisão de fabricar ou não munições de grande calibre, como as de 105 mm e 155 mm mencionadas, deve ser uma decisão estratégica e partir diretamente do Ministério da Defesa.

Não é de hoje que as políticas estratégicas voltadas para a soberania nacional são falhas, muitas vezes com as próprias FAs atuando de forma desalinhada com esses objetivos (vamos colocar nesses termos).

Se hoje a Imbel não produz essas munições, é porque não houve interesse no desenvolvimento dessa capacidade. Na minha opinião, parte dessa responsabilidade também recai sobre o EB, que não promove iniciativas voltadas para o fortalecimento da indústria de defesa nacional (vide o recente caso da Avibrás por exemplo).

Última edição 1 mês atrás por Sulamericano
Nilo
Nilo
Responder para  Sulamericano
1 mês atrás

Existe vários tipos de licitação, inclusive com exigência de produção nacional.
Por favor, se alguém tiver acesso ao Edital, repasse informações, antes que alguém tenha um infarto rsrsrs

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  Sulamericano
1 mês atrás

“(…) deve ser uma decisão estratégica e partir diretamente do Ministério da Defesa.”

1- MD e nada, dão no mesmo, e não é de hoje;
2- se essa decisão deveria vir do MD, ou seja, dos civis, porque o EB não tem esse tipo de visão e inicativa, isso diz muito sobre o EB e sua mentalidade…

“Se hoje a Imbel não produz essas munições, é porque não houve interesse no desenvolvimento dessa capacidade (…)”

O pessoal com estrelinhas no ombro que se “esquecem disso” são os mesmos que defendem 2% do PIB pra Defesa…

“Na minha opinião, parte dessa responsabilidade também recai sobre o EB (…)”

Parte, não. 100%.

Acho curioso a quantidade de gente ( muitos militares, inclusive ) que defendem privatizacões a torto e a direito, defendendo que empresas privadas são mais eficientes, mas nenhum deles cita a Imbel…

Curioso, não?

Gustavo Tavares
Gustavo Tavares
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Não é!

737-800RJ
737-800RJ
1 mês atrás

Claro que não queremos tensões, escaramuças ou guerras; o ideal é sempre paz e prosperidade.

Mas aposto que essa movimentação na nossa fronteira vai tirar um monte de projetos da gaveta e fazer aparecer dinheiro extra pra Defesa.
Ouso dizer que até o sumido AV-TM 300 virará notícia caso o ditador da Venezuela continue provocando…

Carlos
Carlos
Responder para  737-800RJ
1 mês atrás

Dinheiro extra para os americanos e israelenses nos vendendo equipamentos de segunda mão que poderíamos produzir localmente.

Prof pasquale
Prof pasquale
Responder para  Carlos
1 mês atrás

Embora falte a inclusão de vírgulas, meu comentário é de outra categoria: ” Tem que botar os malvadões EUA e Israel nessa conversa?”
Pqp…abaixo ao imperialismo, viva Cuba! Etc..etc..

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Responder para  737-800RJ
1 mês atrás

Bom, precisou a guerra da Ucrânia + aquele “susto” que a Venezuela nos deu tempos atrás pro EB “finalmente” lembrar que o MSS existe, tira-lo do limbo em que ele se arrastava a décadas, e coloca-lo em uso, mesmo sendo obsoleto.
Se não for na base do susto e da pressão, o EB não se mexe.

Joao
Joao
Responder para  Willber Rodrigues
1 mês atrás

Que susto???
Invenção danada….

Elint
Elint
Responder para  Joao
1 mês atrás

EL “pajarito” sale de la toca…

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
1 mês atrás

A Mac Jee fabrica munições de 155 mm pelo que ouvi falar.

RDX
RDX
Responder para  Diego Tarses Cardoso
1 mês atrás

A Emgepron fabrica munições HE 155mm

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Responder para  RDX
1 mês atrás

Mas acho que seria uma versão naval, ela é diferente da de obus pois provavelmente já vem com o estojo e carga explosiva (de propulsão) pré-definida.

RDX
RDX
Responder para  Diego Tarses Cardoso
1 mês atrás

Negativo. 155mm M107 para obuseiros, 105mm para o Light Gun e 105mm para os obuseiros M101 e M56.

BraZil
BraZil
1 mês atrás

Tomei um susto agora. E nós não fabricamos essas munições? gente isso é uma piada. Que capacidade de sustentar uma guerra nós poderemos ter desse jeito…

Sulamericano
Sulamericano
Responder para  BraZil
1 mês atrás

Olha, se temos capacidade de sustentar uma guerra eu não sei lhe dizer.

Mas posso lhe afirmar que temos uma capacidade gigantesca de sustentar um monte de pensionistas na folha de pagamento das FAs. Nisso somos imbatíveis!

Zorann
Zorann
Responder para  BraZil
1 mês atrás

Olhe a quantidade de munições. A Russia gasta mais do que isto por dia na Ucrania

Marcelo
Marcelo
Responder para  Zorann
1 mês atrás

A Rússia comprou 20 milhões de munições de artilharia da Coréia do norte, os russos dão 20 mil tiros de artilharia por dia e 1.000 tiros de artilharia por hora !!!

MMerlin
MMerlin
Responder para  Marcelo
1 mês atrás

“…20 mil tiros de artilharia por dia…”

Sabemos que a Rússia é forte neste quesito mas acho esses números bastante inflados.
Só esse aí representa um tiro a cada cinco segundos.

Santamariense
Santamariense
Responder para  MMerlin
1 mês atrás

Números totalmente fora da realidade….o máximo talvez seja de 1/4 ou até 1/5 disso.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Marcelo
1 mês atrás

Não inventa, cidadão!!! A rússia consome ao redor de 5 mil munições de artilharia por dia. E não sei se atualmente continua com essa intensidade. Portanto, menos….bem menos…take It easy…

Joao
Joao
Responder para  Marcelo
1 mês atrás

E daí?

Welington S.
Welington S.
1 mês atrás

Eu costumava dizer que nossas forças começariam a se mexer (principalmente o EB) por conta dos riscos claros que a Venezuela, com o tempo, começaria a demonstrar. Bem, parece que é justamente isso que estamos vendo e, se for pra ser assim, que seja.

Li agora pouco que a Venezuela não comunicou ao EB sobre os exercícios em nossa fronteira. É muita coisa errada aí. Falta de comunicação, invasão clara de militares armados em nossa fronteira, falta de militares brasileiros em nossa fronteira, falta da diplomacia brasileira, falta do governo brasileiro, falta dos deveres constitucionais que cabem também aos militares de agir, em suma.

Mas do quê adianta? Vão dizer que não existe “rusgas” né! Literalmente entram em nosso território com três picapes abarrotadas de militares armados, mas, não, não existe “rusgas” e estamos todos bem. O EB não recebeu comunicação alguma, mas estamos todos bem.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Responder para  Welington S.
1 mês atrás

Cadê o braço forte e mão amiga?
Cadê o congresso?
Este ato da venezuela, foi gravíssimo e só há silêncio, seja do govertno, ffaa, midia, congresso…

Welington S.
Welington S.
Responder para  Saldanha da Gama
1 mês atrás

Se fossemos um país sério, a resposta seria imediata! É inacreditável isso acontecer, inacreditável. O Brasil, é o único país que aceitou isso em silêncio e não atuou como deveria ter atuado, de forma IMEDIATA e visando ação nos termos constitucionais. Isso somente nos prova do quão incapaz somos.

Na verdade, a Venezuela não errou em não ter nos comunicado… afinal, esperar o quê, de uma pessoa como o atual mandatário venezuelano? O erro FATAL é NOSSO!

Eu queria ver, se fosse o Brasil, indo lá, manobrar veículos militares, cheio de militares armados, DENTRO da fronteira com a Venezuela…

Nossas instituições estão tomadas por pessoas ruins, seja no governo, seja nas forças armadas, em suma. Os bons, se calam. Este país está tomado pelo mal de todos os lados. Isso precisa cabar!

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Responder para  Welington S.
1 mês atrás

Disse tudo!

José Eduardo
José Eduardo
1 mês atrás

Tem que por esse dinheiro na Imbel melhorar a produção e incentivar outras empresas a produzir por exemplo a CBC poderia começar a fazer munição de grande calibre.

José Eduardo
José Eduardo
1 mês atrás

Eu fiz uma rapida pesquisa e tem duas empresas nacionais que faz munição de artilharia a Mec jee e CSD além da Imbel então porque vão comprar munição fora ?

brutus
brutus
Responder para  José Eduardo
1 mês atrás

vai saber né, garantia de qualidade de fora

Donovan
Donovan
1 mês atrás

Seria bom se fosse uma resposta à invasão de fronteiras sofrida, mas se quer notinha foi emitida…

Deve ser a outro fim, aquele ao qual general se orgulha em cumprir, mas a compra é desproporcional a ameaça de senhoras e idosos na praça dos três poderes.

Amarante
Amarante
1 mês atrás

As fábricas de apertar parafusos que fazem parte da BID não são capazes de produzir essas munições? Irônico, uma vez que enchem a boca para falar que “fabricam” aviões, caças, navios etc…

Dagor Dagorath
Dagor Dagorath
1 mês atrás

Mais de 43 mil unidades. Número expressivo para padrões de América Latina.

Guilardo
Guilardo
Responder para  Dagor Dagorath
1 mês atrás

Tem general que já foi parar no RS, bem longe da invasão. O Exercito de Brancaleone.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Responder para  Guilardo
1 mês atrás

Esta foi ótima !!!

Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
1 mês atrás

Essa munição Heat é a de obus ou para leopard 1a5 ? Acho estranho tanta munição heat, visto que a comum para artilharia é HE.

Henrique A
Henrique A
Responder para  Diego Tarses Cardoso
1 mês atrás

É para canhão 105mm dos MBT. Tá até escrito TANK AMMUNITION.

Última edição 1 mês atrás por Henrique A
Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Responder para  Henrique A
1 mês atrás

É que existem munições heat para obuses, mas achei muito grande a quantidade solicitada, por isso achei mesmo que fossem para os Leopards.

Mas aí entra outra pergunta: Por que Heat e não Apfsds, sendo que a segunda é a principal munição anticarro ?

RPiletti
RPiletti
Responder para  Diego Tarses Cardoso
1 mês atrás

Munição HEAD e APFSDS
Munições como HEAD (High Explosive Anti-Tank) e APFSDS (Armor-Piercing Fin-Stabilized Discarding Sabot) são projetadas para diferentes finalidades e contextos de uso em operações militares.
Munição HEAD

  • Uso Principal: A munição HEAD é projetada para combater veículos blindados e fortificações.
  • Características: Essa munição utiliza uma ogiva explosiva que causa danos através da explosão e do efeito de fragmentação.
  • Contextos de Uso:
  • Combate a Veículos Blindados: Eficaz contra tanques e veículos blindados leves.
  • Destruição de Fortificações: Ideal para destruir bunkers e outras estruturas fortificadas.
  • Operações Urbanas: Pode ser utilizada em cenários urbanos onde o impacto explosivo pode ser mais benéfico.

Munição APFSDS

  • Uso Principal: A munição APFSDS é projetada para penetrar blindagem pesada.
  • Características: Consiste em um penetrador de alta densidade (geralmente feito de tungstênio ou urânio empobrecido) envolto em um sabot que se desfaz após o disparo, permitindo que o penetrador mantenha uma alta velocidade e energia cinética.
  • Contextos de Uso:
  • Combate a Tanques Pesados: Especialmente eficaz contra tanques modernos com blindagem reforçada.
  • Engajamento a Longa Distância: A alta velocidade e a precisão tornam a APFSDS ideal para engajamentos em distâncias maiores.
  • Cenários de Guerra Convencional: Usada em operações onde a destruição de veículos blindados pesados é uma prioridade.

Conclusão

  • Use HEAD em situações onde a destruição de fortificações e veículos blindados leves é necessária.
  • Utilize APFSDS quando enfrentar blindagem pesada, especialmente em tanques, e em engajamentos a longa distância.
Santamariense
Santamariense
Responder para  Diego Tarses Cardoso
1 mês atrás

A munição HEAT-T M456 é a munição HEAT padrão dos carros de combate do EB. Perfura até 350 mm de material RHAe em qualquer distância, pois seu efeito não depende de sua energia cinética e sim, de sua carga explosiva. Possui velocidade inicial de 1173 m/s e alcance máximo de 8200 metros.

Henrique A
Henrique A
1 mês atrás

As munições para obuseiros de 105mm e 155mm listadas são do tipo fumígena e de iluminação. Nos sites da Imbel e da Mac jee só é mostrado as AE (auto-explosivo) provavelmente este deve ser o motivo do EB querer adquirir munição importada.

E no caso da munição de 105mm para carro de combate não há notícia da sua fabricação aqui.

Última edição 1 mês atrás por Henrique A
Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
Responder para  Henrique A
1 mês atrás

Estamos desenvolvendo as HE e Hesh. As Heats são o próximo passo e por último devem vir as Apfsds.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Henrique A
1 mês atrás

Na lista da RFI constam 6 mil unidades de munição 105 mm AE (alto explosivo) para os obuseiros – itens 10 e 11.

Rafael Gustavo de Oliveira
Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

Tenho algumas dúvidas, quando uma bateria vai fazer uma operação acredito que exista um calculo de consumo de munições de acordo com tipo de operação a ser realizada (ataque/defesa em combate real), alguém sabe se as estimativas estudadas estão correspondendo ao consumo de munição da guerra da ucrânia? ou se essas estimativas são calculadas baseadas em combates anteriores já defasados? (segunda guerra, guerra do vietnan, etc…)….
Digo isso pois li relatos a Ucrânia atira menos, mas tem uma precisão maior, em contrapartida a Rússia precisa atirar muito mais para bater seus alvos…tenho uma teoria a ser defendida que uma bateria com 4 peças e munições de precisão tem eficiência maior que um bateria de 6 peças de munição convencional, que no final das contas essa bateria (4 peças no estado da arte) se colocado o custo de operação na ponta do lápis acaba “se pagando” no fim das contas.
Por ultimo, mas não menos importante vem Israel com uma solução alternativa para essa questão (talvez até mais em conta) com uma munição apelidada de Super HE onde promete uma destruição de uma área maior, link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=G18Rwoa7c1k

Velame
Velame
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

Muita coisa dos Dados Médios de Planejamento (Dameplan) do EB são de estatísticas da II GM. O último grande confronto convencional que o mundo assistiu.

Joao
Joao
Responder para  Velame
1 mês atrás

Na verdade, o DAMEPLAN já foi atualizado há um tempo.
Se não me falha a memória, de dados da década de 80 pra cá, dependendo do evento. Pois não é tudo q é levantado ou ocorreu nos últimos anos.

Lucas Emanuel
Lucas Emanuel
Responder para  Rafael Gustavo de Oliveira
1 mês atrás

É a pergunta de 1 milhão de dólares.

Com o gasto de milhões munições na guerra da Ucrânia, por ano. Quanto seria o estoque brasileiro?

RDX
RDX
1 mês atrás

Registre-se que a única fabricante brasileira da munição 105mm para o Light Gun é a Emgepron.

Joao
Joao
Responder para  RDX
1 mês atrás

Instalada

Só na grande Curitiba, tem indústria que não faz munição, mas em um mês adapta a fábrica, no primeiro mês pode fazer 12.000 e a partir do próximo 40.000 mensal.
O Brasil tem enorme capacidade de mobilização.

Matheus
Matheus
1 mês atrás

105mm HEAT?
Para os Leopards?

Santamariense
Santamariense
Responder para  Matheus
1 mês atrás

SIM. É o que está escrito na lista da RFI.

Esteves
Esteves
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Tem que escrever e explicar.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Esteves
1 mês atrás

Hehehe…bem isso.

Iran
Iran
1 mês atrás

Hora da MacJee brilhar

Italo
Italo
1 mês atrás

e vai pagar com dinheiro de banco imobiliário?

e supondo que tenham dinheiro, vai comprar de quem? todo o estoque ta alocado para ir para ucrânia ou para reserva dos países que tem algum envolvimento com conflito.

se tivessem ajudado ucrânia no começo ja podia estar fabricando para eles e em paralelo para o EB praticamente de graça financiados pela OTAN, mas escolheram ajudar os russo que não tem nada pra dar em troca…

Esteves
Esteves
Responder para  Italo
1 mês atrás

Quem ajudou o russo?

Gustavão
Gustavão
1 mês atrás

Sinceramente nas últimas compras do exército brasileiro , chega a ser piada, cortar orçamento do exército pela metade, e transferir para marinha e para força aérea que tem objetivos muito mais interessante e promove industrial nacional.
Quando fala exército brasileiro já bate um desânimo. Inimigo do Norte serve de justificava para comprar armamentos do inimigo do Norte isso é muito contraditório.

Esteves
Esteves
Responder para  Gustavão
1 mês atrás

Quem cortou metade do orçamento do EB e transferiu para a MB?

Santamariense
Santamariense
Responder para  Esteves
1 mês atrás

Ele está propondo que isso seja feito…algo tirado da cabeça dele.

Esteves
Esteves
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Eu não entendo o que está passando na cabeça dessa gente.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Esteves
1 mês atrás

Eu já desisti de tentar entender.

Joao
Joao
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

EDITADO
2 – Mantenha o respeito: não provoque e não ataque outros comentaristas.

Gustavão
Gustavão
Responder para  Esteves
1 mês atrás

Deveria cortar.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Gustavão
1 mês atrás

Cara, tu tem um problema não resolvido com o EB. O que aconteceu entre vocês?

Gustavão
Gustavão
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Eu não tenho nenhum Problema.o problema e a falta de propósito que tem essa instituição.

Esteves
Esteves
Responder para  Gustavão
1 mês atrás

Mantenha o foco.

Por que tu considera cortar 50% do orçamento do EB e transferir para MB e FAB?

Fazer um balançim?

Santamariense
Santamariense
Responder para  Gustavão
1 mês atrás

Faz assim: te candidata nas próximas eleições para deputado federal e te elege. Uma vez eleito, cria uma proposta de emenda constitucional (PEC) propondo o fim do Exército Brasileiro. Se não for possível por uma PEC, propõe uma nova Assembléia Nacional Constituinte. Logrando êxito, vais poder reescrever a Constituição brasileira e abolir o EB. Pronto, você vai ficar feliz e satisfeito!

Gustavão
Gustavão
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Quem falou em abolir o exército, faz drama para sua____________________
Não vou bater palmas para as compras que não levaram eb a sua autonomia, sei que nem tudo podemos produzir algumas coisas e tem quer ser feita as parcerias com outros países. Tinhamos que produzir o básico , e o que seria o básico obus rebocado, metralhadora, pontes, caminhão de reboque, munições, mísseis.
Isso que é uma verdadeira defesa e produzir o básico.

EDITADO:
MANTENHA O NÍVEL OU SERÁ BLOQUEADO.

Santamariense
Santamariense
Responder para  Gustavão
1 mês atrás

“Gustavão
Responder para
Santamariense
11 horas atrás
Eu não tenho nenhum Problema.o problema e a falta de propósito que tem essa instituição.”

Olha o que tu escreveu. Tu questiona a falta de propósito da instituição EB. Propósito é sinônimo de finalidade. Então, tu questiona a existência do EB. Mas, voltando ao ponto, vai lá… te candidata e tenta mudar a realidade ..o estado das coisas.

Joao
Joao
Responder para  Santamariense
1 mês atrás

Galhada

Celso santos
Celso santos
1 mês atrás

Pelas quantidades e proporções…só para instrução. Não da pra 15 dias de guerra! Pajarito vai entrar quando quiser!

737-800RJ
737-800RJ
Responder para  Celso santos
1 mês atrás

Verdade, porém suponho que os estoques estão cheios e isso seja apenas um reforço, além da provável capacidade de produção por parte da indústria nacional em caso de esforço de guerra.

Esteves
Esteves
Responder para  Celso santos
1 mês atrás

O que vale pra cá vale pra lá. Quantos “dias de guerra” a Venezuela sustenta?

Santamariense
Santamariense
Responder para  Esteves
1 mês atrás

Pois é! E duvido que lá exista alguma indústria que produza esse tipo de munições. Teriam que mandar vir da rússia, Irã, etc. Aqui, temos indústrias que produzem e outra tantas que podem produzir em pouco tempo. No quesito “sustentação de esforço de guerra”, o Brasil é muito maior que a Venezuela. Claro que teríamos que considerar atores externos, mas no caso de um hipotético conflito, esses atores externos existiriam de ambos os lados.

Joao
Joao
Responder para  Celso santos
1 mês atrás

São munições fumigenas e iluminativas, e não as HE….

Otto Lima
Otto Lima
1 mês atrás

Parece que o Exército Brasileiro não aprendeu as lições da Guerra da Ucrânia e seus desdobramentos no mercado global de material bélico…

Dr. Mundico
Dr. Mundico
1 mês atrás

Alguém com real conhecimento técnico pode discorrer sobre condições de armazenagem, validade e outras caracteristicas do manuseio de munições?
Na guerra do Paraguay, era sabido que munição mofava.
E hoje?

Santamariense
Santamariense
Responder para  Dr. Mundico
1 mês atrás

Cada grande comando (nível de Brigada pra cima), possui Companhias ou Unidades maiores de depósito de munições. Aqui em Santa Maria, sede da 6ª Brigada de Infantaria Blindada e da 3ª Divisão de Exército, existe a 13ª CiaDAM (situada no pequeno município de Itaara, contíguo a Santa Maria). A 13ª Companhia Depósito de Armamento e Munição guarda uma enorme quantidade de armas e munições dos mais diversos calibres, desde 5,56 mm até 155 mm. Existem paióis climatizados e com umidade controlada, construídos também de forma a prevenir grandes estragos em caso de explosões das munições armazenadas. Lembro que, em 1997, houve um incidente nessa Unidade, com a explosão de um dos paióis. A explosão pôde ser ouvida no centro de SM, situado em torno de 20 km desse quartel. Vidraças e paredes vibraram. Lembro muito bem…todos pensaram, num primeiro momento, que era algum F-5 ou Mirage III, que poderia estar em alguma operação na BASM, qe tivesse quebrado a barreira do som. Entretanto, na 13ª CiaDAM o estrago restringiu-se ao paiol atingido, sem afetar os outros.

BraZil
BraZil
30 dias atrás

Bom dia a todos. Zohan e Sulamericano, a minha grande surpresa (sim, ainda me surpreendo com esse arremedo de país, sou ingênuo), é que, se nós não produzirmos um insumo básico como é munição para artilharia (a arma que ganha guerras), como podemos pensar em sustentar uma guerra, qualquer que seja? Na intensidade dessa da ucrânia é impossível, mas pensemos em uma guerra que dure 03 meses, com 600 disparos por dia (tudo suposição vai), já nos quebraria e somos uma das maiores potências econômicas do planeta. (com pés de barro claro). Enfim, vamos aguardar explicações, pois recentemente nossa indústria entregou lotes de 155mm do tipo M107 ao EB e agora, o que houve?

João Pedro
João Pedro
28 dias atrás

A quantidade munição 105 mm AE(auto explosiva) é simplesmente ridícula, levando em conta a quantidade de Obuseiros 105 mm, ou seja, treino com vários tiros que é o ideal para o adestramento, nada.