Putin - 3

Presidente russo afirmou que míssil balístico foi disparado contra uma instalação militar em Dnipro em resposta aos ataques de Kiev na Rússia com armas ocidentais

O presidente russo Vladimir Putin confirmou que a Rússia lançou um míssil balístico experimental, chamado Oreshnik, contra uma instalação militar em Dnipro, Ucrânia. O ataque foi uma resposta direta aos recentes ataques ucranianos realizados com mísseis fornecidos pelos EUA e Reino Unido. Putin explicou que o alvo foi a instalação militar Yuzhmash e afirmou que a ação era uma reação legítima aos planos ocidentais de fornecer armas de longo alcance a Kiev, caracterizando o uso do Oreshnik como um passo necessário para preservar os interesses de Moscou.

Embora relatórios iniciais da Ucrânia tenham sugerido que o míssil utilizado poderia ser um míssil balístico intercontinental (ICBM), oficiais norte-americanos esclareceram que se tratava de um míssil balístico de médio alcance (IRBM), com alcance entre 3.000 e 5.500 km. O lançamento foi notável devido à carga MIRVed (veículo de reentrada múltipla e independente), uma tecnologia associada a mísseis nucleares, o que adiciona uma dimensão simbólica significativa ao ataque. Especialistas interpretaram a escolha do míssil como uma demonstração de poder militar e uma mensagem ao Ocidente.

Putin destacou que o uso do Oreshnik foi uma resposta aos planos dos EUA de desenvolver mísseis de médio alcance e prometeu retaliações “decisivas e simétricas” caso as tensões aumentem. Ele também deixou claro que a Rússia se reserva o direito de atacar países ocidentais que permitirem que suas armas sejam utilizadas contra alvos russos. A retórica do presidente russo reforça a posição de Moscou de que medidas semelhantes são justificáveis em face das ações de Washington e Londres no conflito.

Em seu discurso, Putin afirmou que os sistemas de defesa ocidentais não seriam capazes de interceptar mísseis como o Oreshnik, ressaltando a superioridade tecnológica da Rússia nesse campo. Ele ainda declarou que Moscou emitirá avisos prévios antes de realizar ataques à Ucrânia ou outros países, com o objetivo de permitir a evacuação segura de civis, mas manteve a postura firme contra o envolvimento ocidental no conflito.

Especialistas em estratégia nuclear, como Fabian Hoffmann, consideraram o uso do Oreshnik altamente simbólico, especialmente devido à carga MIRVed, que enfatiza a capacidade nuclear do míssil. A demonstração de força de Putin reflete a escalada das tensões entre a Rússia e o Ocidente, com o presidente reafirmando que Moscou está disposta a tomar medidas contra qualquer nação que facilite ataques em solo russo, ampliando ainda mais os riscos de um agravamento no conflito.

0 0 votos
Classificação do artigo
Inscrever-se
Notificar de
guest

137 Comentários
mais antigos
mais recentes Mais votado
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários
José 001
José 001
1 mês atrás

Só falta começar chegar refugiado europeu com medo de tomar ogivas nucleares na cabeça aqui no Brasil e saturar ainda mais o nosso mercado de trabalho.

Putin não pode atacar Europa, pro nosso bem.

Pragmatismo
Pragmatismo
Responder para  José 001
1 mês atrás

Xe-no-fo-bia.

Que venham!!!!

Serão bem-vindos com capital humano ou mão de obra e sonhos.

Rodolfo
Rodolfo
Responder para  José 001
1 mês atrás

Relaxa, eles vão preferir ir pra Austrália ou Nova Zelândia, onde seriam be tratados e contribuiriam pra alimentar ainda mais a economia desses países. No Brasil eles seriam sequestrados pelo PCC.

wilhelm
wilhelm
Responder para  José 001
1 mês atrás

Por que alguém sairia de uma zona de guerra pra ir para outra?

sergio S.
sergio S.
Responder para  José 001
1 mês atrás

Te garanto uma coisa, caso aconteça uma guerra com ogivas nucleares, estando na Europa, Asia, Brasil, vai dar na mesma……..ou você acha que o Brasil e o resto do mundo não estão no mesmo planeta?

André Sávio Craveiro Bueno
André Sávio Craveiro Bueno
Responder para  sergio S.
1 mês atrás

Guerra nuclear total, toneladas de poeira radioativa na atmosfera por semanas ou meses, inverno nuclear. Além da destruição total da infraestrutura. Já era, em qualquer lugar.

Augusto
Augusto
Responder para  José 001
1 mês atrás

Caso isso aconteça, nos brasileiros sentiremos o real significado de ser uma colônia, os palestinos que o digam…

Bachini
Bachini
Responder para  José 001
1 mês atrás

Fique tranquilo, acredito que a última opção para um europeu nato seria um país esquerdista nesse contexto…rsrs

Pragmatismo
Pragmatismo
Responder para  Bachini
1 mês atrás

Uai! Inglaterra, Espanha e Alemanha, para citar alguns exemplos de países governados por coalisões sob a influência da esquerda.

Vá se informar!

Francisco
Francisco
Responder para  José 001
1 mês atrás

pq alguém sairia da Europa pra vir pra 3º mundo?

Maurício.
Maurício.
Responder para  Francisco
1 mês atrás

“pq alguém sairia da Europa pra vir pra 3º mundo?

Só um “pequeno” detalhe, não foi o terceiro mundo que começou duas guerras mundiais e está se esforçando para entrar em uma terceira! O “primeiro mundo” europeu já fez muita m* durante sua história…

Francisco
Francisco
Responder para  Maurício.
1 mês atrás

você só existe graças a Europa 

Pragmatismo
Pragmatismo
Responder para  Francisco
1 mês atrás

Pelo mesmo exemplo vieram no pré-Segunda-Guerra.

Heli
Heli
Responder para  Francisco
1 mês atrás

Queda de poder aquisitivo, inflação (algo inédito para eles), crise de moradia, desemprego, fim do estado de bem estar social com cortes em saúde e previdência, baixa expectativa de crescimento econômico……

Scudafax
Scudafax
1 mês atrás

A Rússia avisou e o Putin cumpriu, mandando uma mensagem que bons entendedores saberão interpretar: Em um ataque a Rússia conseguiria “decapitar” o estado Ucraniano, e vários outros países também.

Zorann
Zorann
1 mês atrás

Putin não ameaçou. Só reafirmou a linha vermelha.

Heinz
Heinz
Responder para  Zorann
1 mês atrás

Deu em nada, enquanto os ucranianos miram em alvos militares legítimos, os russos atacam a infraestrutura ucraniana e os civis, em bombardeios insanos, utilizando mísseis de cruzeiro, drones, hipersônicos e balísticos.

Gabriel Pereira Lima
Gabriel Pereira Lima
Responder para  Heinz
1 mês atrás

Sim, a fábrica que que a Rússia atingiu a yuzhmash era uma empresa antes do conflito que foi construída para a produção de foquetes é veículo agrícolas e civis, com capacidade para fazer reparos em veículos militares, mais que infelizmente depois que ocorreu o início derradeiro do conflito, se transformou em um abrigo para cachorrinhos de rua é velhinhos necessitados, esses russos malvados 😭😭😭😭

Francisco
Francisco
Responder para  Gabriel Pereira Lima
1 mês atrás

explica pq 99% dos alvos são prédios civis

Gabriel Pereira Lima
Gabriel Pereira Lima
Responder para  Francisco
1 mês atrás

“99% dos alvos são prédios civis”? Qual sua fonte dessa afirmação? Do gabinete do Zelensky?

Francisco
Francisco
Responder para  Gabriel Pereira Lima
1 mês atrás

não disse pq a Russia só ataca alvo civil

Heinz
Heinz
Responder para  Gabriel Pereira Lima
1 mês atrás

as fontes independentes, Telegram demonstram isso. mas acredito que é mais fácil para você acreditar na sputnik.

Bosco
Bosco
Responder para  Francisco
1 mês atrás

Nesse caso tenho que defender os russos. Não é que eles sempre querem atingir civis (geralmente querem ou não se importam) mas é que mesmo quando miram alvos militares legítimos os mísseis simplesmente erram e acaba que caem em escolas, prédios residenciais, supermercados, hospitais…

Pragmatismo
Pragmatismo
Responder para  Bosco
1 mês atrás

Muita Cnn no lance.

Kayron
Kayron
Responder para  Bosco
1 mês atrás

Interessante. Acho que os russos devem programar o seeker de seus mísseis e sistemas GNSS mirando em parques infantis, creches, escolas, shoppings centers e casas residenciais.

Disparou, mira em um desses alvos e kabooom!!!!

O mais interessante é que 1.000 dias de guerra, com os mísseis com chips de geladeira e fogão, acertando só alvos civis, os ucranianos avançam pra trás e os russos recuam pra frente.

Wilson
Wilson
Responder para  Francisco
1 mês atrás

Sim, a Russia não quer vencer a guerra, por isso escolhe alvos civis e deixa or armamentos Ucranianos intactos para eles poderem reagir (contêm ironia!).

Jacinto Fernandes
Jacinto Fernandes
Responder para  Wilson
1 mês atrás

Mas atingir a população civil é uma forma de vencer a guerra pelo efeito desmoralizante que tem. Olha para Gaza.

Kayron
Kayron
Responder para  Jacinto Fernandes
1 mês atrás

Ah sim…. deve ser por isso que Israel não conquistou todos os objetivos estratégicos dessa guerra.

Jacinto Fernandes
Jacinto Fernandes
Responder para  Kayron
1 mês atrás

Terminou? Enquanto não terminou avaliações são sempre precipitadas.

Kayron
Kayron
Responder para  Jacinto Fernandes
1 mês atrás

Ainda não terminou o que já deveria ter terminado. Um ano de guerra e ainda foram incapazes de exterminar o pequeno exército do Hamas e cia e resgatar os reféns, numa pequena área totalmente cercada e sem saída.

Jacinto Fernandes
Jacinto Fernandes
Responder para  Kayron
1 mês atrás

Você esta sendo ingênuo se acha que Israel tem interesse em terminar a operação. Enquanto a operação não terminar, Israel continuará a ocupar Gaza, que é exatamente o que o Bibi sempre desejou.

Kayron
Kayron
Responder para  Jacinto Fernandes
1 mês atrás

Ah sim… o plano de Israel agora é estender a guerra sendo obrigado a suportar baixas desnecessárias para continuar a ocupar Gaza, enquanto o exército sofrerá com 100 mil incapacitados até 2030, simplesmente para atender o desejo pessoal de Bibi.

Gostei dessa ginástica mental tentando defender a incompetente IDF.

Francisco
Francisco
Responder para  Wilson
1 mês atrás

não quer mesmo, se quisesse teria feitou outro ataque pelo norte…

armamentos Ucranianos intactos para eles poderem reagir (contêm ironia!).

ironia é que exatamente isso que Rússia esta fazendo

SUTERMINATOR
SUTERMINATOR
Responder para  Francisco
1 mês atrás

Interceptações com mísseis anti aéreo

Nilo
Nilo
Responder para  Zorann
1 mês atrás

A mídia ocidental, se utiliza dessas narrativa “fez ameaça” principalmente os europeus, para o Zé a narrativa tem outra conotação “vai invadir”, apresenta Ucrânia como o último bastião de defesa. Sem EUA, essa paranóia intencionalmente construída não se sustenta.

Jacinto Fernandes
Jacinto Fernandes
Responder para  Nilo
1 mês atrás

Construída em parte pelos EUA né? Porque depois de dificultar a aquisição de gas e petróleo russo, os EUA exportaram US$ 400 bilhões em gas petróleo e derivados em 2023 e US$ 250 bilhões em armas no mesmo ano. E quem acredita que o Trump vai realmente terminar uma guerra tão boa para os EUA terá uma enorme decepção.

Kayron
Kayron
Responder para  Jacinto Fernandes
1 mês atrás

Qual a fonte para isso?

A exportação de petróleo bruto em 2023 foi de 4.1 milhões de barris por dia, isso dá um total em torno de 1.5 bilhões por ano, colocando o preço médio, isso dá um preço de menos de US$110 bi por ano.
https://www.eia.gov/todayinenergy/detail.php?id=61584#

Se vamos colocar todos os derivados, vai ser algo em torno de 10.15 milhões de barris por dia, em torno de 3.7 bilhões por ano, o que totaliza a preço médio de 2023, em torno de US$260 bi.

https://www.eia.gov/tools/faqs/faq.php?id=727&t=6

Gás? A exportação foi de US$34.2 bilhões em 2023.
https://www.statista.com/statistics/1342722/lng-export-value-from-the-us/

Isso tudo ainda dá menos de US$300 bi.

Além disso, você sabe que o petróleo não é fungível, correto? Sabe que o petróleo que os EUA explora, em sua maioria são petróleo do tipo pesado, os EUA precisam importar petróleo bruto leve, porque suas refinarias comportam o petróleo leve, o petróleo bruto pesado, eles exportam porque suas refinarias são incapazes de processar esse tipo de petróleo que eles extraem.

Além do mais, eles não podem sair exportando loucamente por causa do consumo doméstico, caso exportem, aumenta a inflação interna.

Jacinto Fernandes
Jacinto Fernandes
Responder para  Kayron
1 mês atrás

No site da The Observatory of Economic Complexity (OEC), mas na versão paga. Este é um site muito bom para análises de fluxos de comércio internacional, pena que a versão paga é cara (US$ 300 por mês). Mas é confiável, utilizado pela imprensa que vai do NYT à BBC, passando pela Al Jazeera, The Economist.

Kayron
Kayron
Responder para  Jacinto Fernandes
1 mês atrás

Os dados históricos só vão até 2022. Não há dados de 2023.

Jacinto Fernandes
Jacinto Fernandes
Responder para  Kayron
1 mês atrás

Verdade. Mas o site que você usa (Statista) informa que em 2024 as exportações de petróleo dos EUA aumentaram em relação ao que era em 2023.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
1 mês atrás

Não disse? E ainda assim mantém a confusão entre IRBM e MRBM…

Nilo
Nilo
Responder para  Alex Barreto Cypriano
1 mês atrás

Fontes dos EUA e do Reino Unido indicaram que acreditavam que o míssil disparado contra Dnipro era um míssil balístico de alcance intermediário experimental com capacidade nuclear, novo modelom ICBM RS-26 Rubezh.
Porque utiliza-lo. Isso é o suficiente para atingir a Europa de onde foi disparado no sudoeste da Rússia, mas não os EUA.
Sabemos a posição do próximo governo – Trump, então o recado foi prós piratas que acabam de mandar para Kiev o principal autor dos planos de combate das Forças Armadas Ucranianas para o Mar Negro, Chefe do Estado-Maior de Defesa Britânico Radakin. Putin avisou EUA antecipadamente do lançamento, não tenho dúvidas, ficamos só sabendo por Zé, e depois teve que desdizer, pois sua primeira afirmação foi negada pelos EUA. Rsrsrs

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Responder para  Nilo
1 mês atrás

Mestre Nilo, não foi o Rubezh; foi o Oreshnik (que, dizem, baseou-se no anterior). 😀um ataque caro e desnecessário (retórico).

Nilo
Nilo
Responder para  Alex Barreto Cypriano
1 mês atrás
Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Responder para  Nilo
1 mês atrás

Podia ser algum SRBM no limite superior de alcance (<1.000km)… Mas Putin nos declarou o nome do petardo por gentileza filosófica… 🙃

Nilo
Nilo
Responder para  Alex Barreto Cypriano
1 mês atrás

👍

Bosco
Bosco
Responder para  Alex Barreto Cypriano
1 mês atrás

Não entendo a polêmica se era um MRBM, um IRBM ou um ICBM.
Tanto faz.
O fato é que seja o que for causou danos mínimos ao alvo e se serviu de aviso para a OTAN foi um aviso redundante já que a OTAN já tinha ciência da capacidade russa de atacar alvos na Europa com mísseis balísticos.
Sinceramente não sei a relevância, fora da bolha, desse ataque e muito menos do tipo de missil utilizado.

Bosco
Bosco
Responder para  Bosco
1 mês atrás

A única possível relevância é o Putin anunciar que agora voltou a ter mísseis balísticos voltados exclusivamente para a Europa, como era comum na Guerra Fria.
Em termos de letalidade não muda nada já que a defesa da Europa /EUA contra um ataque nuclear russo , seja com o missil que for, é a doutrina MAD.

Bosco
Bosco
Responder para  Bosco
1 mês atrás

A vantagem de mísseis MRBMs ou IRBMs sobre os ICBMs/SLBMs no contexto de um ataque russo à Europa seria o menor tempo de reação, o que é irrelevante já que a retaliação ocorreria de qualquer forma.
A desvantagem é que mísseis balísticos de menor alcance como os MRBMs e IRBMs têm menor velocidade e são mais suscetíveis de interceptação por sistemas mais simples, como por exemplo o SAMP-T , THAAD , SM-6 e Patriot, enquanto ICBMs exigiriam sistemas mais avançados como o GBI ou o SM-3.

Bosco
Bosco
Responder para  Bosco
1 mês atrás

Para um míssil balístico de combustível sólido (que não tem como “desligar” o motor) atingir alcances diferentes ele tem que implementar trajetórias diferentes. A trajetória de menor energia é a que o leva mais longe, no alcance máximo, com dada carga bélica.
As outras trajetória, mais ou menos inclinadas, levam o míssil mais perto.
Para um ICBM russo atingir alvos na Europa não seria problema já que a Rússia é imensa e se o míssil for lançado da parte leste seria plenamente factível. O problema é que seria uma trajetória longa e demorada, apesar da alta velocidade hipersônica (acima de Mach 20)
Em utilizando mísseis MRBM (com até 3000 km de alcance) ou IRBM (com até 5500 km de alcance) , apesar de mais lentos que o ICBM, a trajetória seria mais curto com menos tempo de percurso e em tese, menos tempo de reação da defesa.
O Putin com seu ataque cinematográfico só quis anunciar que agora tem mísseis balísticos exclusivos para a Europa. Antes, ele podia atingir toda a Europa, como disse, com seus ICBMs (afastados para o leste ou com trajetórias de alta energia), com seus mísseis lançados do ar (Kinzhal e Kh-102) e com seus SLBMs lançados de submarinos.
Ou seja, no frigir dos ovos o Putin só fez o que faz há 3 anos, mostrar os dentes e mijar na árvore para demarcar o terreno. Se vai surtir algum efeito só o tempo dirá. Eu aposto uma rodada que a guerra continua.
O jeito da guerra acabar seria o Putin atacar com tudo o que tem e chegar na fronteira com a Polônia em duas semanas.
Pra isso ele precisa , além de coragem, colocar a aviação de caça em campo para prover a superioridade aérea e apoiar as forças de terra num avanço massivo.
Isso não vai acontecer porque já devia ter acontecido em fevereiro de 2022 e não aconteceu … por incompetência russa.

Rafael Aires
Rafael Aires
Responder para  Bosco
1 mês atrás

Se tivesse feito isso, já teria milhões de vítimas civis.

Bosco
Bosco
Responder para  Bosco
1 mês atrás

Só para ilustrar:
comment image
Um ICBM pode ser utilizado contra alvos mais próximos do que o alcance nominal bastando mudar a trajetória (loft ou deprimida).
Os russos mesmo antes desse “novo” míssil já tinha capacidade de atacar alvos europeus com seus ICBMs.

Bosco
Bosco
Responder para  Bosco
1 mês atrás

lofted = elevada

Pragmatismo
Pragmatismo
Responder para  Bosco
1 mês atrás

Ótimo!

Léo Neves
Léo Neves
Responder para  Bosco
1 mês atrás

Mestre Bosco.
Ao meu ver o calcanhar de Aquiles das forças russas é localizar em tempo real as defesas AA da Ucrânia, pois meios para destruir elas eles tem muitos com certa facilidade mas o problema é detectar a posição delas .
E isso eles corrigiram pouco nesses 3 anos de conflito.
Falta um drone de longo alcance stealth com comunicação via satélite. Provavelmente estão desenvolvendo mas ainda não tem em quantidade adequada.
E ao meu ver é unicamente isso que tá impedindo a Rússia de ganhar o conflito mais rápido.
A Rússia tem o socos precisos e imparáveis praticamente mas estão meio cegos.

Bosco
Bosco
Responder para  Léo Neves
1 mês atrás

Sem dúvida!
Essa é uma das falhas russas, mas a falta de doutrina no sentido de estabelecer a superioridade aérea é gritante.
Praticamente os russos desconhecem atividades SEAD e ficaram paralisados com a defesa AA ucraniana e isso selou o destino da “operação especial” , que virou uma guerra no melhor sentido do termo.
Sem SEAD (e DEAD) não conseguem avançar e não conseguem implementar a superioridade/supremacia aérea e com isso ficam limitados a uma centena de quilômetros da linha de frente e implementam ataques de longo alcance com mísseis caros e limitados em quantidade que surtem pouco efeito prático já que tais ataques em profundidade não fazem parte de uma estratégia ampla mas tão somente com objetivos de fustigar o inimigo na tentativa infrutífera de minar a resistência ucraniana e ocidental.
Agora colocaram em operação um IRBM com ogivas convencionais que além do fator midiático não acrescenta nada do ponto de vista prático já que não é viável utilizar tais mísseis fora de um contexto estratégico definido por serem muito caros e em quantidade limitada.
No máximo só serve para o Putin mostrar que tem um “míssil grande” com capacidade “ZERO” de impressionar os ucranianos e muito menos os membros da OTAN.
O que se fala hoje desse IRBM é o mesmo que se falou quando da estreia do Kinzhal, que teve resultados práticos nuloa, mas que empolgou a “galera” igual.
Os EUA irão colocar em breve em operação o Dark Eagle , hipersônico com mais de 3000 km de alcance, ogiva simples de menos de 150 kg, mas com alta precisão, mas sua utilização será extremamente limitada, em situações altamente específicas , contra alvos específicos e dentro de um conceito estratégico amplo, em conjunto com vários outros meios para se atingir um fim específico.
Já os russos parece não terem nenhuma doutrina associada à arma que acabaram de utilizar e apenas a utilizaram com função midiática para o público interno e para os apaixonados pelos regimes totalitários antiocidentais.
O Putin, após quase 3 anos, não aprendeu nada e segue na mesma linha que o colocou nessa enrascada: a de comer mortadela e arrotar caviar.
Não caio na narrativa russa nível “grêmio estudantil da humanas da USP” e sou totalmente pró-Ucrânia mas considero a incompetência russa a única culpada dessa guerra estar se arrastando tanto tempo.

Hcosta
Hcosta
Responder para  Léo Neves
1 mês atrás

A Rússia tem poucos satélites de vigilância óptica. Compensou de alguma forma com drones.

Alex Barreto Cypriano
Alex Barreto Cypriano
Responder para  Bosco
1 mês atrás

Sim, mestre Bosco. Concordo, mas justamente a polêmica é o índice de sucesso midiático do assunto (certamente um dos objetivos da propaganda, tanto russa quanto ucraniana e ocidental, já que todos estão amando a manutenção dessa guerra), onde os males-entendidos e enganos técnicos multiplicam a recorrência aa informação original resultando num boost pros algoritmos de entrega que pairam sobre todos. Foi um ataque convencional de intimidação (embora não hajam segredos entre os competidores nucleares aptos) e que não vai se repetir como nuclear. Essa guerra só acaba com a Otan demolida/abandonada ou com a Rússia capitulando. Nenhum deles vai largar o osso antes de morrer; e quando morrer leva o vencedor junto (MAD).

Jacinto Fernandes
Jacinto Fernandes
1 mês atrás

Se o Putin mentiu quando disse que não invadiria a Ucrânia, porque estaria dizendo a verdade agora?

Augusto
Augusto
Responder para  Jacinto Fernandes
1 mês atrás

Durante 8 anos Putin vinha alentando sobre os risco da guerra civil no Dombas… E o ocidente tem sorte de ele ser prudente na suas decisões… No mais, dissimulação militar faz parte do jogo

Jacinto Fernandes
Jacinto Fernandes
Responder para  Augusto
1 mês atrás

Se o problema era no Dombass, porque ele tentou invadir Kiev?

Francisco
Francisco
Responder para  Jacinto Fernandes
1 mês atrás

isso ate hoje eles não admitir que o plano é a anexação da Ucrânia pq conta se um sonho colonial que não faz sentido do putin

sem falar da incapacidade da Russia em segurar a população deles dentro do pais pq ninguém quer viver em uma ditadura

da um milhado de dólares pra um russo a primeira coisa que ele faz sair da Russia

Francisco
Francisco
Responder para  Augusto
1 mês atrás

” civil no Dombas”
leia: Russia mandando soldados russo para atacar a Ucrânia com falsa alegação de guerra civil..

a gente ja viu isso ja Geórgica, na Transnístria e em meados de 1930 com senhorzinho que usou uma desculpa de roubar os vizinho pq eles seria da “mesma” nacionalidade e falam a “mesma” língua

Underground
Underground
1 mês atrás

Vinte e um dias que viraram mil.

Macgaren
Macgaren
1 mês atrás

Hora do mundo se unir de novo e invadir a russia para salvar de mais um perigo em larga escala.

Maurício.
Maurício.
Responder para  Macgaren
1 mês atrás

Depois das nukes contra o Japão, o pessoal só se reúne para invadir cachorro morto.

Heinz
Heinz
Responder para  Maurício.
1 mês atrás

Mas por que a poderosa Rússia tem que ameaçar constantemente o cachorro morto ucraniano de um ataque nuclear, se é um cachorro morto?
Defina logo a guerra, expulse os ucranianos de kusk, do donbas, e tome Kharkiv, Odessa e Kiev

Maurício.
Maurício.
Responder para  Heinz
1 mês atrás

“Mas por que a poderosa Rússia tem que ameaçar constantemente o cachorro morto ucraniano de um ataque nuclear, se é um cachorro morto?”

Vai saber como pensam as lideranças russas, mas, como diziam por aqui, “infelizmente o mundo não é um lugar justo”, “quem pode mais, chora menos”, e “que impere a lei do galinheiro”.

Mimetaster
Mimetaster
Responder para  Heinz
1 mês atrás

A guerra não é contra a Ucrânia, é contra a OTAN.

Bosco
Bosco
Responder para  Mimetaster
1 mês atrás

OTAN que a Rússia e seus apoiadores e idólatras afirmavam que estava super preparada para liquidar em poucas semanas.
O que vimos após 3 anos é que a Rússia (e seus idólatras) estavam redondamente equivocados já que ela não dá conta sequer de um vizinho ajudado à conta-gotas pelo Ocidente e ainda por cima sob severas restrições de uso.

Pragmatismo
Pragmatismo
Responder para  Bosco
1 mês atrás

Vizinho que tem (tinha) o maior exército da europa (fora a Rússia)

Jacinto Fernandes
Jacinto Fernandes
Responder para  Pragmatismo
1 mês atrás

Os russos sabiam do tamanho do exército ucraniano quando decidiram invadir o país e mesmo assim acreditavam que venceriam o maior exercito da Europa (fora a Rússia) em semanas. O que evidencia que a capacidade militar russa estava muito aquém daquela que eles mesmos estimavam ter.

BraZil
BraZil
Responder para  Macgaren
1 mês atrás

Se vc for na frente a vitória é certa ô grande líder.

Antonio Palhares
Antonio Palhares
Responder para  Macgaren
1 mês atrás

Invadir a Russia para salvar de mais um perigo. É muito fácil isto. Até no cinema aparece. Cada uma.

Wilson
Wilson
Responder para  Macgaren
1 mês atrás

Se isso acontecer todos seremos escravos da “Democracia Americana”.

Maurício.
Maurício.
1 mês atrás

Sei não, esse Putin da imagem está meio estranho, eu acho que deve ser um dos sósias, o real já deve estar morto, não resistiu contra suas doenças terminais, ou foi morto por um oligarca! 🤔

Werner
Werner
Responder para  Maurício.
1 mês atrás

Se Putin está morto,o da queda e da cirurgia do quadril está mortaço.

Maurício.
Maurício.
Responder para  Werner
1 mês atrás

Werner, eu fui irônico!

Bosco
Bosco
Responder para  Werner
1 mês atrás

Mas de todas as previsões equivocadas a respeito da operação especial do Putin a mais desastrosa é a que previa que a Ucrânia se renderia em 3 dias.

Kayron
Kayron
Responder para  Bosco
1 mês atrás
Andromeda1016
Andromeda1016
Responder para  Kayron
1 mês atrás

Os torcedores do Zelensky vivem regurgitando essa mentira “ad nauseam” na esperança de que a repetição incessante a torne verdade.

Macgaren
Macgaren
Responder para  Maurício.
1 mês atrás

Sim, a teoria do cancer retal do Putin eram real.

Jacinto Fernandes
Jacinto Fernandes
1 mês atrás

O que a liderança russa pensa é muito simples: eles estão vendo um processo de esfacelamento da influência russa no mundo e querem evitar isso.

Segundo Plutarco (A História da Guerra do Peloponeso), antes de invadir e destruir Melos, os atenienses disseram aos embaixadores de Melos “Os fortes fazem o que podem, e os fracos sofrem o que devem”. E este húbris ateniense cobrou um preço: ao fim da Guerra do Peloponeso, a mesma Atenas foi derrotada por uma aliança de estados menores e menos poderosos, perdeu sua condição de potência hegemônica e nunca mais a recuperou.

Este mesmo processo de esfacelamento do poder está em curso na Rússia desde os anos 80:perderam a sua esfera de influência na Europa que era exercida por meio do Pacto de Varsóvia e incluía a Europa Central e o Leste Europeu, perderam as repúblicas que compunham a URSS, algumas de forma irrevogável (Países Bálticos), outros no processo (Ucrânia), perderam a capacidade de intimidar os países Nórdicos (Suécia e Finlândia) a não se filiarem à OTAN e estão no processo de perder a Ásia Central para a China que já está construindo bases nas ex-repúblicas soviéticas.

Um ataque nuclear aceleraria ou frearia o esfacelamento do poder russo? Aceleraria, porque nem mesmo os países que de certa forma apoiam a Rússia (como o Brasil) teriam estômago para apoiar a morte de milhões de pessoa.

Hcosta
Hcosta
Responder para  Jacinto Fernandes
1 mês atrás

e o mais ridículo é que tinha todas as condições para se manter relevante, no mínimo, enquanto parceiro comercial desses países.
Haverá alguma vantagem estratégica em atacar outros países para os manter à força sob o seu domínio? Quando foi a última vez que isso resultou?
A não ser em caso de ameaça para o país mas duvido que alguém considere a Ucrânia uma ameaça para a Rússia, algo diferente, e que muitos confundem, do regime de Putin.

Mas mantenho a minha teoria de que é apenas um regime a lutar pela sua sobrevivência. Consolidou o seu poder, mandou um recado para os opositores na Bielorrússia e limitou os danos de uma Ucrânia democrática.
E a razão da propaganda em realçar a expansão da OTAN, nas guerras de informação, etc. Tudo para desviar as atenções, convencer o povo Russo e enganar aqueles fora da Rússia que querem ser enganados.
A diferença é a escala temporal dos acontecimentos. Quando se fala de geoestratégia é de ações que demoram décadas. Neste caso são ações de desespero e raiva com ganhos no curto prazo para o regime mas com danos irreversíveis.

Enquanto isso acontece a Rússia perde a sua influência e empobrece mas Putin consolida o seu poder às custas do povo Russo.

Kayron
Kayron
Responder para  Hcosta
1 mês atrás

Ucrânia democrática kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Bosco
Bosco
Responder para  Kayron
1 mês atrás

Mas você que apoia o Putin parece não ligar se um país é ou não democrático. Não entendi o seu escárnio à “Ucrânia democrática”. Você que apoia ditaduras devia considerar o fato da Ucrânia não ser democrática, de acordo com sua percepção, um ponto positivo.

Kayron
Kayron
Responder para  Bosco
1 mês atrás

Uma opinião bastante afirmativa sobre eu apoiar ditaduras, considerando o quanto você sabe sobre mim, o que é nada. Parece que você ficou ofendido comigo sem motivo. Estás bien?

Bosco
Bosco
Responder para  Kayron
1 mês atrás

Rss
Kayron, o que eu preciso saber sobre vc se resume ao que vc quer que saibamos a partir de seus comentários e eles nos levam a acreditar que ou vc apoia deliberadamente ditadores mafiosos criminosos ou que é a pessoa mais ingênua do Universo.
Optei pela primeira porque ingênuo vc não parece ser.
Em vc crendo que a Ucrânia é uma ditadura corrupta como o Putinistão o que diferencia está daquela é a ideologia antiocidental tão em voga nos blogs de defesa, sabe-se lá por quê?
Então eu me corrijo: vc apoia ditaduras desde que eminentemente com viés antiocidente.

Kayron
Kayron
Responder para  Bosco
1 mês atrás

Eis o problema: tu acha.

Na realidade, existe uma terceira opção que vc não considerou: bancar o agente provocador.

Isso aqui não é o Enem, com cinco opções, são apenas três, então suas chances de acertar são menores do que 50%.

Adivinha qual eu sou?

Só vale uma tentativa.

Bosco
Bosco
Responder para  Kayron
1 mês atrás

Seu pensamento é igual a de um pessoal que vi ontem numa live no YT discutindo o tema do míssil russo, que me deu náuseas.
Afirmaram que o Zelensky é corrupto e o desprezam por isso mas apoiam o Putin que é claramente um mafioso mas que admiram de forma visceral e creem nele como se fosse o mais puro e virtuoso ser do Universo.
*É o que se pode chamar de dissonância cognitiva.

Antonio Palhares
Antonio Palhares
Responder para  Hcosta
1 mês atrás

Gostei da Ucrania democrática..

Hcosta
Hcosta
Responder para  Antonio Palhares
1 mês atrás

Não sendo uma democracia desenvolvida era esse o caminho e a consequente ameaça.

E, mesmo assim, realizaram várias eleições e nenhum dos candidatos morreu…
Mesmo em estado de guerra é uma democracia melhor do que a Rússia com “eleições”…

Bosco
Bosco
Responder para  Hcosta
1 mês atrás

A verdadeira democracia é no Putinistão.
O problema é que todos os opositores do regime morrem caíndo de janelas ou envenenados ou são presos e ficam inelegíveis, mas aí não é culpa do candidato “eleito”

Jose
Jose
Responder para  Hcosta
1 mês atrás

Caro Hcosta acho que hoje vamos concordar, contudo, a questão da aproximação da Ucrânia com a OTAN na cabeça deles é um tabu concordemos ou não é assim que eles pensam, agora junte isso a decadência da influência russa e se “tem um motivo” para essa ação russa, entendo como ato de desespero dos russos, já que segundo a visão deles ficaram cercados pelos chineses de um lado e pelos europeus/OTAN de outro, mas os governantes do ocidente aparentemente foram inábeis para lidar com essa situação, certamente poderiam ter resolvido esse imbróglio sem entrar em conflito, tudo indica que o esse é o cara obama não queria uma solução pacifica.

Hcosta
Hcosta
Responder para  Jose
1 mês atrás

não sei.
Mas não podemos deixar de considerar o que aconteceu na Geórgia em 2008 como um ensaio para Putin. Invadiram e ocuparam duas regiões com forças para-militares e depois enviaram soldados para “manutenção da paz”. E o resultado é um país num caos político até hoje.
Faz lembrar alguma coisa?

Aí talvez fosse a altura ideal para começar a preparar para mais ações semelhantes por parte da Rússia. E talvez Putin pudesse pensar duas vezes antes de invadir.

Mas, a não ser esta questão de quando reagir, não sei o que poderia ser feito de diferente. Uma reação mais agressiva não daria argumentos válidos para Putin invadir?

E como não sei o que Putin quer, também não posso especular o que fazer/podia ter sido feito para o contrariar ou apaziguar…

Mas o que Putin quer não é território ou afastar a OTAN…
Isso só serve para disfarçar, num primeiro momento, as suas intenções e posteriormente para encobrir os seus erros.

Jacinto Fernandes
Jacinto Fernandes
Responder para  Hcosta
1 mês atrás

Acho que o verdadeiro ensaio não foi na Geogia em 2008, mas na Moldávia em 1992, quando os russos atuaram para separar a Transnítria da Moldávia daquele mesma forma – arma um grupo que se rebela, apoia o grupo rebelado e estabelece um governo de fato, mas de fachada (pois, na prática são fantoches russos) no território do país.

Hcosta
Hcosta
Responder para  Jacinto Fernandes
1 mês atrás

basta ver o que é o grupo sheriff na Moldávia…

https://en.wikipedia.org/wiki/Sheriff_(company)

text book sobre como usar a corrupção para se manter no poder e enriquecer…

Jose
Jose
Responder para  Hcosta
1 mês atrás

Não sei se dá para colocar na mesma situação a Geórgia e a Ucrânia em termos de importância geográfica, apesar de fazer fronteiras com um membro da OTAN a Turquia, aliás membro bastante problemático, acredito que ainda assim as diferenças nesse sentido são enormes, até o continente é “diferente”, sem contar a passagem de um gasoduto que traria concorrência aos russos, é óbvio que é fácil opinar de fora mas aquela história do Maidan ou foi mal calculada, o que duvido, ou foi intencional, pois certamente sabiam qual seria a reação russa, e aqui volto a frisar, os russos não tem razão na situação por mais que se entenda essa visão deles quanto a OTAN, contudo, geopolítica é a arte da diplomacia seja do diálogo ou do porrete conforme o adversário, e apesar de todos os problemas enfrentados pelos russos nas últimas décadas não se trata de um adversário qualquer, mas se optaram (OTAN) pelo porrete porque não usaram com força, são tantas questões a serem respondidas, infelizmente enquanto isso o povo ucraniano sofre as consequências mais do que previsíveis dado o histórico dos envolvidos.

Satyricon
Satyricon
1 mês atrás

Com esse ataque, a Federação Russa acaba de emitir um sinal muito claro.

De seu desespero…

Não deu em nada
Não vai mudar nada
E os ataques com Atacms e Storm Shadows continuarão (com o aval do Trump, diga-se)

Resultado prático: Nenhum, só Midiático

Segue o baile

Andromeda1016
Andromeda1016
Responder para  Satyricon
1 mês atrás

Em guerra você não encurrala seu inimigo, pois ai este não terão outra opção senão lutar até a morte contra você. Se a Rússia está de fato encurralada (o que pessoalmente não acredito) ela não cairá sozinha, e acredite, a Otan tem muito mais a perder do que a Rússia pois coloca em risco perder a prosperidade de que goza.

Bosco
Bosco
Responder para  Andromeda1016
1 mês atrás

Parece que a a Rússia encurralou a Ucrânia…

Andromeda1016
Andromeda1016
Responder para  Bosco
1 mês atrás

Sim e a Ucrânia terá de ir para o tudo ou nada, mas aí a Rússia joga umas bombas nucleares e aí a Ucrânia não terá tempo de sequer começar o “tudo ou nada” pois irá diretamente para o nada.

Bosco
Bosco
Responder para  Andromeda1016
1 mês atrás

O que tem que ser será

Andromeda1016
Andromeda1016
Responder para  Bosco
1 mês atrás

Correção: o que os Estados Unidos quiserem, será feito …. quem está sendo encurralado nesta história é a Rússia pela Otan, que vive dando avisos à Otan para que se afasta dela, dando avisos antes de invadir a Ucrânia e dando avisos agora também. Sem a ajuda da Otan esta guerra teria acabado em menos de 1 ano, mas já dura 3 anos devido à sobrevida a conta gotas que a Otan fornece à Ucrânia. Quem não vê isso está ocupado torcendo por seu time do coração, em vez do fim da guerra.

Bosco
Bosco
Responder para  Andromeda1016
1 mês atrás

Eu fico emocionado com a sua preocupação com o povo sofrido da Ucrânia que está passando por essa guerra interminável por conta da ajuda a conta gotas do Ocidente, mas por outro lado isso me deixa com uma pulga atrás da orelha o porquê dessa preferência.
Parece que o senhor não tem a mesma empatia para com os povos da Síria que recebem ajuda a conta gotas da Rússia e que se não fosse ela o regime do Assad já teria caído e a guerra que já dura uma década já teria acabado.
Também a ajuda a conta gotas do Irã aos palestinos faz o povo palestino sofrer intermináveis guerras contra Israel e se não fosse essa ajuda limitada Israel já teria tomado conta de tudo e estaria tudo resolvido e o povo palestino e libanês não estaria sofrendo tanto.
Também a ajuda a conta gotas dos iranianos aos Houthis fez iniciar uma escala sem fim que se não fosse essa ajuda o Iêmen já estaria unificado e o povo iemenita não estaria mais sofrendo.
E pra piorar a ajuda a conta gotas do Irã e da CN à Rússia é também responsável por arrastar a guerra na Ucrânia por todo esse tempo. Tivessem esses países dado alguns milhares de mísseis balísticos e enviado centenas de milhares de combatentes a Rússia já estaria na fronteira com a Polônia.
Realmente o apoio a conta gotas é o grande mal do Século.

Andromeda1016
Andromeda1016
Responder para  Bosco
1 mês atrás

Não é engraçado como em todos esse conflitos o dedos dos EUA está presente? Os gringos estão isolados confortavelmente no continente norte americano sem fazer fronteira com qualquer um desses países mencionados por você, mas mete a cara, dedo, pé, a calipígia, e todo o resto que pode nesse lugares para defender interesses pessoais em detrimento do bem desses países.

Posso estar tomando um lado nesta situação, e embora não seja extremista contra os gringos, pois tenho opiniões muito mais favoráveis do que contrário a eles, dependendo do assunto (o mesmo vale para a Rússia), não posso simplesmente tomar partido contrário à Rússia só pelo fato de ter invadido a Ucrânia, quando existem inúmeros motivos para um país invadir o outro, mas parece que o certo ou errado neste situação específica releva as justificativas que levam cada país a agir conforme age, e a simples visão maniqueísta entre “mau” e “bom”, invasor e invadido é suficiente para qualificar as partes.

Quando os gringos jogaram as bombas atômicas no Japão eles eram os bons ou os maus? Quando Roma dizimou Cartago enquanto Aníbal tentava invadir Roma pelo norte, os romanos eram os bons ou os maus? A Rússia invadiu a Ucrânia porque não tinha nada para fazer e precisava manter a sua fama de vilão ou porque tinha toda uma situação histórica que a levou a tomar essa atitude? Que preguiça de pensar, não?

Bosco
Bosco
Responder para  Andromeda1016
1 mês atrás

“A Rússia invadiu a Ucrânia porque não tinha nada para fazer e precisava manter a sua fama de vilão ou porque tinha toda uma situação histórica que a levou a tomar essa atitude? Que preguiça de pensar, não?”

Pois eu também tenho dois questionamentos a fazer a você:
A Ucrânia se afastou da Rússia e procurou se aproximar do Ocidente porque não tinha nada para fazer e precisava manter a sua fama de coitadinha ou porque tinha toda uma situação histórica que a levou a tomar essa atitude?
Que preguiça de pensar, não?

Andromeda1016
Andromeda1016
Responder para  Bosco
1 mês atrás

Engraçado. A Angela Merkel confessou que há 10 anos antes do início da guerra com a Rússia, a Otan estava preparando a Ucrânia para entrar em guerra com a Rússia. Fato histórico interessante não? Você lê os jornais?

Rodolfo
Rodolfo
Responder para  Andromeda1016
1 mês atrás

Isso foi numa entrevista pra Der Spiegel, onde ela admitiu que tanto ela como François Hollande viam os acordos de Minsk apenas como uma tentativa de ganhar tempo pra armas os ucranianos pra guerra que viria. Depois dessa admissão, o Putin decidiu que nunca mais acreditaria na palavra do Ocidente, nem em acordos assinados. Por isso, do ponto de vista dos russos, a invasão em 2022 pra proteger a população russofona nos oblasts orientais e impedir a adesão da Ucrania na OTAN foi inevitável.

Andromeda1016
Andromeda1016
Responder para  Rodolfo
1 mês atrás

Sim. E a Rússia estava dando sinais de que sua paciência estava se esgotando com o assassinato da população dos territórios ocupados por tropas ucranianas, mas Zelensky ignorou esses avisos e continuou permitindo a matança. E para piorar tinha a questão da adesão da Ucrânia à Otan também, coisa que a Rússia nunca permitiria.

Luís Henrique
Luís Henrique
Responder para  Satyricon
1 mês atrás

Todas as linhas vermelhas estão sendo quebradas com este pensamento.
A hora que estourar a 3a guerra mundial vão falar que não entenderam porque isso aconteceu.
Caso um desses mísseis de longo alcance atinja um bunker onde o Putin esteja e ele morra no ataque, e um outro mais “agressivo” assuma seu lugar e resolva atacar os países europeus que forneceram tais mísseis, aí vai ser tarde demais.

Kayron
Kayron
Responder para  Satyricon
1 mês atrás

Exatamente por esse tipo de posicionamento a Europa está nessa furada há quase três anos. Tomara que continuem assim, a Europa fora da jogada é menos um ator para todo o mundo se preocupar.

Rodolfo
Rodolfo
Responder para  Satyricon
1 mês atrás

O pessoal que tá escrevendo aqui não tem idéia do impacto e da possível revolução dessa arma. Primeiro que ele deve ser uma evolução do Bulava e não do RS26, bem mais moderno. E provavelmente foram lançados 6 MIRV cada um com 6 submuniçoes cinéticas, provavelmente cada uma atingindo o solo a Mach 10, com peso possível de 100 Kg significada que cada ogiva teria o poder destrutivo de mais de duas Mk84… ou seja um desses mísseis com 36 submuniçoes teria o poder destrutivo de 2 B52 em max payload. Isso é uma arma de saturação e destruiu uma grande fábrica em Dnipro que possivelmente vem desenvolvendo um míssil balístico ucraniano… a fábrica foi completamente destruída.
Essa arma seria perfeita para destruir grandes alvos como bases aéreas. O único modo de impedir o ataque seria um tiro de thaad ou sm6 antes da separaçao do MIRV já que a velocidade das submuniçoes é muito elevada pros Patriots. Isso poe basicamente todas as bases aéreas na OTAN em alerta e poderia acabar com a superioridade aérea da OTAN no caso de uma guerra aberta em minutos.
Imagino que a China vai desenvolver a sua própria versão pro teatro do Pacífico.

Z Renato Z
Z Renato Z
1 mês atrás

EDITADO
COMENTARISTA EXPULSO.

Hcosta
Hcosta
Responder para  Z Renato Z
1 mês atrás

E ainda dizem que são os Ucranianos que defendem o nazismo…

Juggerbr
Juggerbr
Responder para  Z Renato Z
1 mês atrás

@Editores, creio que aqui temos alguns crimes cometidos, não?

Bosco
Bosco
Responder para  Juggerbr
1 mês atrás

Dê corda a um canhoto que ele irremediavelmente irá morrer enforcado , mais cedo ou mais tarde.
Eles simplesmente não aguentam manter a pose de virtuosos morais o tempo todo e uma hora a fantasia desaba e eles expõem todo o seu “amor” represado.

LucianoSR71
LucianoSR71
1 mês atrás

Tentando ser o mais racional possível, todos sabem há mais de 60 anos que eles têm mísseis ICBM c/ ogivas nucleares, é uma capacidade totalmente consolidada, então esse disparo seria altamente relevante se fosse uma nação que quisesse demonstrar ao mundo que chegou lá, pra chocar seus possíveis adversários. No meu modo de ver a palavra chave para isso é: Experimental. Se eu ainda estou na fase experimental, porque fazer um disparo em direção ao mar, por exemplo, se eu posso atingir o meu inimigo, mesmo sem carga nuclear, vai causar algum tipo de estrago e se não acertar o alvo de alto valor militar, posso alegar que é apenas uma demonstração de poder, que foi apenas um aviso.

Enzio
Enzio
1 mês atrás

Segundo informações publicadas na CNN Portugal, esse míssil que atingiu a cidade ucraniana de Dnipro, voou durante 15 minutos e atingiu uma velocidade máxima superior a Mach 11.

Comte. Nogueira
Comte. Nogueira
Responder para  Enzio
1 mês atrás

Esse feito é inédito.

Francisco
Francisco
1 mês atrás

ja deu em alguma coisa esse lançamento patético de ICBM?

única coisa que rendeu foi ele brilhar no radar e agora todo mundo saber como funciona e sabem como se defender dele…

além de gastar o icbm com nada deu informação pra OTAN

Juggerbr
Juggerbr
Responder para  Francisco
1 mês atrás

Zelensky tem qualquer coisa parecida pra jogar de volta nos russos? A hora dele sentar e negociar o fim disso tudo é agora. Trump entrando, ele não vai ter qualquer apoio.
Vai perder territórios? Vai, inevitável. Precisa ser pragmático e ceder o que perdeu, antes que perca o resto.
No fim, a Russia vai absorver partes do território ucraniano.
O vilão ‘venceu’.

Bosco
Bosco
Responder para  Juggerbr
1 mês atrás

Não tem hoje mas a guerra irá se prolongar por vários anos ainda. Talvez em um ou dois anos a Ucrânia tenha .
O problema dessa sua tese de deixar o vilão vencer é que vilões são insaciáveis. Se a Ucrânia der a mão hoje amanhã a Rússia irá querer o braço e depois, a cabeça.
A Rússia tem que ser parada agora ainda que custe uma terceira guerra mundial.

Juggerbr
Juggerbr
Responder para  Bosco
1 mês atrás

Quem vai se impor contra ele? A Europa já mostrou que não vai se arriscar por eslavos (Polônia sente isso na pele até hj), Trump ainda menos.
Ninguém quer a Terceira Guerra, ninguém quer nukes no quintal.

Jacinto Fernandes
Jacinto Fernandes
Responder para  Juggerbr
1 mês atrás

Acho que as pessoas não percebem uma coisa muito simples: poucas guerras foram tão lucrativas para os EUA quanto esta. Só em gás, petróleo e seus derivados, os EUA exportaram US$ 400 bilhões em 2023. Em armamento, os EUA exportaram quase US$ 250 bilhões em 2023. O Trump vai fazer algo para prejudicar este fluxo econômico, ou vai fazer um teatro e manter a guerra em níveis controlado e continuar se aproveitado dela?

Bosco
Bosco
Responder para  Jacinto Fernandes
1 mês atrás
Francisco
Francisco
Responder para  Juggerbr
1 mês atrás

esse icmb foi lançado pq o Zelensky jogou uns ATACMS e Storm Shadow na Russia … então sim ele tem…

e rellxa que o Zelensky burro como animal do Putin de jogar um arma cara com efeito negativo.. pra isso ele usa drones. se acertar ok se perder o drone tudo bem… agora Rusisa perdeu um ICBM e deixou claro o padrão de voo dele…

probabilidade de guerra nuclear ta mais próxima de zero agora

“Trump entrando, ele não vai ter qualquer apoio.”

Russia ja perdeu um peão deles no governo do Trump por atacar os Republicanos, ser podofilo e pro Rússia… prutin precisa ser pragmático e ceder o que perdeu, antes que perca o resto da russia.

Francisco
Francisco
1 mês atrás

propaganda paga

Wilson
Wilson
1 mês atrás

O Custo de um ICBM é demasiadamente alto para ser produtivo colocar uma ogiva convencional. A partir disso podemos elaborar duas teorias do motivo deste ataque. 1- A Russia esta começando a sofrer de falta de armamentos e apela para conversão de seu armamanto para manter a ofensiva ou, 2 – Está mandando um recado ao ocidente dizendo “vocês não tem como vencer um conflito nuclear limitado, seus sistemas antimisseis na Europa não conseguirão parar minhas novas armas”.

Jacinto Fernandes
Jacinto Fernandes
Responder para  Wilson
1 mês atrás

Mas os russos também não conseguem parar as armas nucleares que a Europa tem. Todo cenário que envolve os russos usando armas nucleares na Europa acaba com Moscou virando cinzas também.

Bosco
Bosco
Responder para  Jacinto Fernandes
1 mês atrás

Mas de acordo com os pró-Putin (antiocidentais) só a Rússia tem coragem e desprendimento de utilizar armas nucleares. O Ocidente, de acordo com eles, não vai colocar tudo a perder por conta da Ucrânia ou por conta de Taiwan ou por conta da Coréia do Sul ou do Japão…
Só quem teria culhões de utilizar armas nucleares para defender seus interesses é a Rússia e a China enquanto o decadente Ocidente só quer saber de se dar bem. rsss

Kayron
Kayron
1 mês atrás

Conheço centenas de maneiras de tirar um urso russo de sua toca, mas nenhuma de fazê-lo recuar.”

Fábio De Souza
Fábio De Souza
1 mês atrás

As Imagens do Míssil é impressionante, e que Demonstra que a Rússia , é sim uma Potencia Militar e Nuclear . O Putin deveria ser levado a serio , e a Ucrânia , deveria procurar os meios Diplomáticos ,pra resolver esse conflito.

RSmith
RSmith
1 mês atrás

… mais um movimento do xadres do juizo final….

Rosi
Rosi
1 mês atrás

Onde estão os especialistas que evidência o fim das munições na Rússia,isto evidência que acabou as munições de artilharia ou que a estratégia é ataque profundos já que estão travados sem condições de avançar?

carcara_br
carcara_br
1 mês atrás

Gostaria de ver o vídeo original do pronunciamento do Zelensky após os ataques, acho imoral não revidarem na mesma moeda (aqueles que financiam a guerra e possuem tal capacidade).

Rosi
Rosi
1 mês atrás

Parece que continuam cutucando o Urso…
Não estão com tanto medo do velho urso… Meio sem mobilidade
Kkk