Modernização do Leopard 1 A5BR do EB: pedido de propostas é postergado
O Exército Brasileiro informou que o pedido de propostas (RFP – do inglês Request for Proposal) para modernização dos carros de combate Leopard 1 A5BR foi postergado. A informação foi divulgada na quinta-feira, 14 de setembro, no site do Comando Logístico, dentro da seção dedicada a licitações e contratos.
Nas licitações, o RFP é uma etapa da fase inicial que é fundamental a todo o processo, quando se solicita às empresas interessadas o envio de suas propostas, de forma que atendam às especificações que também são informadas no pedido. Com sua postergação, na prática a licitação fica suspensa e sem previsão para sua retomada.
Justificativa
A nota é bastante curta, justificando a decisão devido à situação do mercado internacional, em que as peças para viaturas blindadas está em alta demanda. Tudo indica que este é mais um reflexo da Guerra na Ucrânia, que já completou um ano e meio. Por exemplo, o apoio material de países ocidentais à Ucrânia, dentre eles operadores de Leopard, vem demandando peças de reposição para colocar em condições de combate viaturas estocadas dessa família.
Segue a íntegra da nota e a captura de tela da página, que indica a data de atualização de quinta-feira, 14 de Setembro de 2023, 16h05 (publicação inicial de 17 de Agosto de 2022).
“O RFP para a Modernização da VBC CC Leopard 1 A5BR está postergado devido à alta demanda de peças para blindados no mercado internacional. Não há previsão para seu lançamento.”
Coisa velha tem manutenção cara, aprendam isso generais.
Parabéns! Melhor decisão que tiveram.
Se o atual presidente for pragmático (o que duvido muito que será) se racional, venderia, não só os Leos como também os M-60 tudo para os EUA ou OTAN. Pega o dinheiro e coloca, por exemplo, na compra de mais Guaranis, Guaicurus ou Centauro II. Isso independente de Rússia achar ruim ou não. Se temos que ver o que é melhor para nós sem seguir o rabo de ninguém então que assim seja. Mas…
Só lembrando que o contrato com a KMW termina em 2027.
Não se esqueça que a Ucrânia queria comprar centenas de viaturas Guarani ambulância para salvar vidas mas nosso Presidente do paz e amor vetou.
O ”apoio à BID”. É mole.
O presida anterior fez a mesma coisa, só lembrando👍
Mesma coisa como, se a proposta de compra do Guarani ambulância aconteceu em maio deste ano?
O Ten. Brig. Baptista Junior afirmou que ano passado a Ucrânia solicitou a venda de blindados Guarani e aviões Super Tucano e o Bolsonaro negou.
Ela queria nos colocar em maus lençóis, pois poderiam comprar as mesmas ambulâncias de vários outros países Europeus, Japão, Austrália ou qualquer outra nação que apoie a Ucrânia. Entretanto pediu justamente do Brasil para forçar a negativa pois sabe que nossa posição diplomática impede alinhamento automático.
Essa proposta nada tinha a ver com Guaranis e sim com forçar o Brasil e tomar um lado.
EUA sempre boicota a nossa indústria militar. E tem quem acredite que dessa vez seria diferente.
A Turquia é neutra e ao mesmo tempo mediadora no conflito mas não deixou de vender os drones e ainda pegou que era pra ser nossa a venda de blindados anbulância. Se lembram de um um tal diplomata israelense, o que ele disse mesmo?
Impossível comparar a indústria militar da Turquia com a nossa.
A primeira já está solidificada a tempos e atende ambos os lados do mundo polarizado.
Não tem nada a ver com comparar tamanho e desenvolvimento da indústria militar dos países.
Foi uma questão puramente política o Brasil não vender para a Ucrânia. O máximo que poderia acontecer seria Rússia boicotar produtos brasileiros e olhe lá, dado que ela continua vendendo gás para países europeus que apoiam a Ucrânia.
O Brasil não vendeu porque tanto o atual quanto o ex-presidente são simpáticos à Rússia e ao Putin.
Concordo.
Quando fiz a comparação superficial foi para apontar a importância da indústria militar turca a nível global.
O país já tem clientela (países) solidificada o suficiente para vender para os outros lados sem “perder” a neutralidade ou mesmo arriscar sua posição na OTAN.
Neste caso, o nível (tecnológico) militar de um país tem influência no seu lado político. E como nesse ponto somos quase inexistentes (exportador) constantemente somos pressionados. Seja numa guerra. Seja em.outras questões.
Entendi e concordo.
Só o Brasil é que se queixa disso, boicota onde???!!!!???
Se fosse o Irão ou Cuba, esses sim tem razões para o dizer, agora o Brasil??!!??
Grandes ajudas da parte de países Ocidentais, já teve, mesmo sendo um país que muda muito de lado.
Decisāo acertada.
Caro Sky. Repito a pergunta. A Ucrância solicitou uma venda de 400 Guaralâncias. Dai o governo brasileiro vetou. Depois, a Ucrânia esqueceu desta demanda. Por que não foram buscar 400 blindados ambulâncias de outros modelos de outros fornecedores Se as ambualâncias fossem importantes, parece razoável que a Ucrãnia buscaria outros veículos após o veto dos Guaralâncias.
Houve alguma fonte oficial sobre esta matéria? Ou foi apenas especulação?
E se conseguisse vender estes equipamentos, talvez comprar mais Astros II também.
Existem três cenários atualmente:
Gastar para manter algo (muito) ultrapassado e torcer para ainda existirem peças de reposição;
Gastar para substituir algo muito ultrapassado por algo equivalente ou inferior, como um VBC sobre lagartas;
Gastar (muitíssimo!) para recuperar o atraso de umas duas décadas e ter MBTs modernos.
Aposto nas duas primeiras alternativas.
Onde eu disse “VBC” leia-se IFV, como é o caso do CV90, por exemplo.
Considerando-se o EB, aposto em 95% de chances que eles vão escolher a 1° opção
Existe ainda uma pequena possibilidade (mas bem pouca mesmo) no mercado de usados (não ocidental), ainda acredito que poderíamos bater a porta dos coreanos (K1A2) que estão trocando seus blindados pelos K2 ou bater a porta dos japoneses (type-90) que estão trocando esses modelos pelos type-10…sim seria uma solução tapa buraco para dar folego para o EB durante pelo menos 1 década… Obs- Dos japoneses existe sim um problema da imaturidade na exportação de armamentos (pós venda?) e também na questão contratual onde são impostos condições desses equipamentos serem usados estritamente para defesa, como somos um país de característica pacifica,… Read more »
Os koreanos devem estar até o pescoço e os times mais bem capacitados deles, estão direcionados a atender e dar suporte as grandes vendas realizadas e em andamento. O Brasil vira migalha e tem todas as questões orçamentárias que podem comprometer investimentos por aqui. Complicado…
como eu disse é uma pequena chance, a Rotem já tem plantas no Brasil, possuímos grandes complexos industriais sul coreanos
http://www.hyundairotembrasil.com.br/
A demanda existe, já o dinheiro….
Os koreanos tem um portfólio top de linha e poderiam atender praticamente todas as necessidades atuais da força…
Acho que mais importante que os meios em si, é o fato de que eles desenvolvem/produzem as máquinas necessárias para fabricar a esmagadora maioria dos componentes destes meios, inclussive chipes.
Os type 90 não vão ser retirados, ou ao menos não há previsão de retirada nesse momento, mas sim vão ser repassados a unidades que ainda usam os Type 74. Outro ponto é que o Type 90 é considerado caro até mesmo para o padrão Japonês então não sei se o EB teria condições de manter, além disso o numero deles é limitadíssimo pouco mais de 300 unidades ou seja a logística para manter eles em funcionamento seria complexa e custosa. Os K1 por outro lado foram produzidos em grande quantidades (mais de mil K1 e mais de 400 K1a1… Read more »
O mais realista seria uma compra de M1A1 Abrams do USMC sem modernização, semelhante a compra recente da Polônia, ainda assim a compra custou 3 bilhões.
A6MZero, custoso vai ser de qualquer maneira daqui para frente…infelizmente perdemos a janela do tempo….eu já havia falado isso faz tempo….o que o pessoal não enxerga é que precisamos de um plano B.
Um meio novo demora anos para ser entregue e como o Bardini comentou, o Brasil é migalhas com pedidos de defesa (não seremos priorizados)….pessoal confiou demais no contrato de manutenção de viaturas da KMW e notícias como essa são só mais um alerta que se não tomarem uma atitude não haverá força blindada disponível a médio prazo.
Pode esquecer. As Forças Armadas só têm olhos para EUA e Europa…
Comentário irretocável.
Falando de forma simples (e na visão de um leigo, obviamente), nunca há vantagens de operar velharias: há menos capacidade; o suporte é mais complicado, etc… E isso vale pra tudo na vida, seja equipamento militar ou civil. Como dizem: o barato sempre sai caro. Mais valeria o EB apenas manter as unidades dos atuais Leopard apenas para treinamento e esquecer, temporariamente, este negócio de blindados pesados. Como, teoricamente, não há hipótese de invasão ao território a curto/médio prazo, diria que esta não é uma necessidade. E que futuramente comprem novos em folha.
“manter as unidades dos atuais Leopard apenas para treinamento”….mesmo para treinamento, o curso necessita que a viatura esteja em plena condições para formar os militares, os cursos em sua última fase o militar opera a viatura em uma mini manobra. -1 fase teórica em sala de aula -2 fase em simulador -3 fase prática (em campo com leopard em condições de combate) Os blindado não são todos iguais, a tripulacao se qualifica na viatura que eles vão operar se ocorrer alguma necessidade…não existe essa de manter unidades apenas de treinamento, quando há uma mudança de material essa turma poderá passar… Read more »
Melhor assim, coisa velha tem que ir é para o museu.
Por isso a proposta Israelense de fazer um Merkava “abrasileirado” e a melhor na minha opinião
Sinto muito rapazes, simplesmente não vamos ter dinheiro para resolver esse problema…
tem um monte de M1A1 no deserto,basta fazer uma revitalização meia boca e o pessoal batendo cabeça para manter veículos obsoletos e com manutenção onerosa,
É só trocar a turbina por um motor Scania e tá tudo certo hehehe
PS: A Bernardini já fez isso com os motores dos M41 modernizados nos anos 70/80. Solução bem brasileira…
O EB tem que buscar Abrams estocados em bom estado enquanto ainda dá tempo, pois daqui a pouco muitos deles irão para a Ucrania , aquisição destes Abrams seria via FMS daria um bom folego para o EB voltar – se para outras proridades ….
A Polônia adquiriu recentemente 116 M1A1 usados. O contrato envolve treinamento, peças e principalmente munição, mas o valor ficou em U$ 1,4 bi Ou seja, na conta de padaria, cada M1A1 usado saiu por U$ 12 mi. A Polônia também adquiriu 250 M1A2 SepV3. Esses custaram U$ 4,75 bi Novamente, na conta de padaria saiu U$ 19 mi a unidade. Um CV90 versão IFV também não sai barato. A Eslováquia comprou 152 por 1,3 bi de euros. Ou seja, cerca de U$ 9 mi a unidade. E a República Tcheca comprou 246 por U$ 2,2 bi ou seja, cerca de… Read more »
É barato mas não tem qualidade… . Quem está dentro do setor metal mecânico, vai compreender isto, simplesmente se atentando aos detalhes do vídeo da linha de produção dos caras: https://www.youtube.com/watch?v=k3UTph867CI&t=1s&ab_channel=CCTV%E4%B8%AD%E5%9B%BD%E4%B8%AD%E5%A4%AE%E7%94%B5%E8%A7%86%E5%8F%B0 . No mais, este blindado é basicamente um T-72 feito a facão na China, óbviamente por mão de obra chinesa, usando componentes chineses. A partir do momento que passa a ser feito aqui, a conversa vai mudar completamente… . Deixando de lado algumas questões, como o fato de que estaríamos comprando com os problemas da compartimentação de um T-72, ou o caso de que simplesmente não fabricamos nenhuma munição… Read more »
Este link é de 7 anos atrás. O vídeo então deve ter 7 anos ou mais.
A China está melhorando a cada dia. Um MBT chinês produzido em 2023 em diante deve estar muito melhor do que os de 10 anos atrás.
Aproveitando esse comentário, pergunta de leigo: O blindado indiano Arjun não seria uma opção para a mudança de todos os “tanques” do EB? Na visita que o CMT do EB fez à Índia deve ter conhecido este equipamento.
https://www.forte.jor.br/2021/02/21/conheca-o-arjun-mk-1a-tanque-de-batalha-principal-da-india/
O Arjun MK1 acabou tendo uma série de problemas e agora os indianos estão resolvendo com a versão Mk1A.
Porém será um MBT com peso de 68 t e velocidade máxima de 58 km/h.
Eles encomendaram apenas 118 unidades, enquanto fabricam sob licença mais de 1.000 T-90 russos.
Eles possuem um programa para o Future MBT e querem um MBT mais leve com cerca de 50T.
Então parece que o Arjun não terá muito futuro no exército indiano e ficará com poucas unidades fabricadas mais como um aprendizado para a indústria indiana.
Eu não apostaria nele.
Abrams bebe muito, seria uma rainha de garagem no EB, Abrams só para EUA e países com muito dinheiro.
Alguém acha que que manter uma rd135 sai mais barato que manter uma cb300 ?
Existem peças genéricas de sobra aqui em Natal para qualquer moto dessas Yamaha RD-135 e até para automóveis muito antigos como Maverick, Landau, LTD, etc. Quem tem esses veículos somente fica a pé se não tiver dinheiro mas que tem peças de sobra isso ninguém nega.
.
Agora se vale a pena é outra história…
De que adianta ter a cb e não ter dinheiro pro combustível?
com simuladores hoje em dia o consumo de combustível e irrelevante, ninguém vai treinar para participar de uma operação tempestade do deserto.
Existem soluções para isto e pelo tanto que o EB usa seus blindados , este consumo não seria sentido no momento ….
Fake news
Vão jogar pra frente porque não peça agora, mas quanto mais demorarem menos peça vai ter.
É ate bom que isso não saia do papel, menos uma coisa pra queimar dinheiro.
Um detalhe curioso, apareceu aqui pra mim uma publicidade do banco Banrisul, um tal de plano safra, no qual aparece duas colheitadeiras, lembrei das colheitadeiras que os russos destruíram e disseram que era Leopard…🤦🏻♂️😂
Porr* eu estava pensando esses dias, será que é tão inviável e caro produzir um blindado que atenda as necessidade do exército, com o que temos atualmente de parque industrial? Eu acredito que só precisaríamos desenvolver o ‘chassi’, porque a torre poderíamos usar a mesma do Centauro 2. Se eu não engano conjunto de lagartas, suspensão e freios conseguimos nacionalizar a partir do Leopard 1a5. Seria ultrapassado mas acredito que atenderia as demandas iniciais do exército e futuramente poderia ser atualizado. Quanto ao motor, transmissão, etc, acredito que os que são produzidos nacionalmente pela Scania, Iveco, Mercedes poderiam ser adaptados… Read more »
A Bernardini fez um blindado, lá no anos 80, para atender exclusivamente os requisitos do EB.
Se chamava Tamoyo.
Resultado?
A empresa arcou com os custos dos protótipos (que não foram nem um pouco baixos), o EB barrou possíveis exportações, o projeto foi rejeitado devido à questões políticas e equipamentos estrangeiros por preços mais interessantes. E, por fim, a Bernardini falou devidos às dívidas e falta de contratos.
Como não está sendo possível editar devido ao anti-spam: “E, por fim, a Bernardini faliu devidos às dívidas e falta de contratos.”
MMerlin, a história do Tamoyo não é bem essa. O Tamoyo não atendia aos requisitos do EB simplesmente porque estes nem existiam. O projeto atendeu a uma solicitação de dois ou três generais da época.
Poggio, pelo que lembro, no início dos anos 80 o EB já tinha os requisitos básicos do blindado nacional.
Eu lembro também dessa relação com alguns generais. Mas que estes tinham poder de decisão na época. O envolvimento deles com o programa já desconheço.
MMerlin, qualquer dia desses eu verei se numa das minhas entrevistas gravadas com o saudoso Reginaldo Bacchi ele conta essa história.
O “Projeto Tamoyo” tinha como objetivo substituir os M41 e fazer frente aos TAM Argentinos, em ambos os casos ele era superior e os protótipos estavam sofrendo alterações e aprimoramentos para torna-los mais eficientes e capazes, porém a falta de interesse e verbas enterrou esse projeto, se comparado ao LEO 1A5 o Tamoyo era inferior em todos os requisitos e nesse caso o Osório superava o blindado Alemão sem a menor dificuldade. Acompanhei ambos os projetos atentamente, perdemos grandes oportunidades, quem pensa pequeno morre pequeno…
Mestre Poggio, que eu me lembre, existiam dois projetos nacionaos….um era o famoso Osorio, que compreendia a nata a ponta tecnologi em MBT´s e portanto, distante da capacidade orçamentaria brasileira….e o segundo projeto era o Tamoyo, bem pé no chão, mas atualizado e com requisitos sob medida ao EB…. questão foi grana…..
Uma pena. Tanto o Osório como o Tamoyo poderiam estar em funcionamento nos dias de hoje no EB, pelo menos um deles. Falta de visão de plano de Estado, de Nação, não de governo.
Perderam o time ..todos os Leo foram pra ucrania, pediram ajuda o lula negou, consequencias, lula ta do lado do putin.
Pediram antes pro Bolsonaro que também ficou ao lado do Putin e também negou a venda de blindados e aviões.
Carlo Alex. Vocẽ está equivocado. Vamos lembrar de dois fatos. 1. Bolsonaro visitou Putin semanas antes do início da guerra. 2. Bolsonaro fez um discurso na ONU em 2022 afirmando que o Brasil apoiava o fim do conflito e o início das negociações de paz. A posição da diplomacia brasileira sempre foi evitar apoiar uma guerra. Lembre que durante o ataque ás Torres Gêmeas, o governo brasileiro se solidarizou com os EUA, como deveria ter feito, mas se negou a enviar tropas na coalizão contra o Iraque.
Eu já tinha dúvidas sobre a disponibilidade dos Leos do EB antes da guerra e antes do fim do contrato com a KMW. Agora é que eu MESMO tenho ainda mais dúvidas sobre a disponibilidade dos Leos do EB, com as últimas peças de Leo1A5 indo pra Ucrânia e o fim quase iminente do contrato com a KMW. Já disse, o maior erro do EB foi não ter aproveitado o final dos anos 80 e começo dos 90, com o fim da Guerra Fria e os países da OTAN vendendo boa parte de seus equipamentos, e ter “passado a mão”… Read more »
Nos deveríamos ter comprado uns 300 M60TTS lá nos anos 90 quando os EUA estavam dando eles praticamente de graça, ai lá pelos idos de 2008-2010 contratar aos israelenses a modernização Sabra; hoje teríamos uma frota padronizada e relativamente moderna.
Quem reforma algo que tem 50 anos de uso?
O EB, a MB e a FAB.
A FAB finalmente saiu desse clube…por enquanto.
Saiu nada. Tem os T-25 Universal com mais de 50 anos e o P-3 quase lá sendo reformado.
Postergado? Não acredito! Como nossas esplendorosas forças armadas, galantemente equipadas, continuarão a utilizar um blindado que já tem, no mínimo, 40 anos? Então vamos partir para o Panther? Mais provável que sim: só que o da segunda guerra.
Que esqueçam de vez essa modernização e empreguem o dinheiro em equipamentos mais modernos e mais úteis.
Pensar em barganhar algo como 56 Leopard 2A6 dos alemães e os devidos e novos HX81 com prancha, na troca por Leopard 1A5, me parece um ponto de partida interessante.
.
Mas como o Brasil não se faz aliado da Europa…
Poisé nós não somos aliados dos Europeus.
Uma pena que tivemos nos alinhar com nações africanas para o FX-2 e PROSUB.
LMV, Atlântico e Centauro, também tudo africano…😂
AVIBRAS com o AVTM fez parceria com uma empresa subsidiária de uma empresa do Burundí pro seeker.
Programa HX-BR compraram helicopteros da Ásia aparentemente.
É cada coisa tirada do c* que postam aqui que me faz questionar o QI desse pessoal.
Você poderia ter citado que existe uma sólida parceria estratégica entre Brasil e União Européia, que abrange diversos setores e negócios, além dos acordos e aquisições de materiais de defesa…
.
O Brasil se faz aliado da Europa, neste momento de necessidade?
E pra que seriamos? Por capachismo?
Tem elite na Europa questionando nossa soberania sobre a Amazonia, porque fariamos isso?
A Europa se faz aliada do Brasil?
Como voce mesmo disse, negocios são negocios aliança a parte.
Ou tu é muito ruim de interpretação ou entendeu, mas quer ibope tumultuando. A segunda opção é tão clássica, quando a retórica da Amazônia, que inclussive demorou a aparecer. . Em momento algum disse que Brasil tem que ser aliado da Europa… Não externei minha opinião pessoal sobre. . Eu vou desenhar pra ti o que quis dizer: nós podemos viajar em meio as tentativas de encontrar opções para sonhar em negociar nossos ativos militares de dias contados com países da Europa. Não vai acontecer, pois não é do interesse do Governo se fazer aliado da Europa neste conflito. Foi?… Read more »
Somos “bagrinhos”.
2A6 não tem, mas 2A4 tem, mas assim como no Chile, vamos começar a ter problemas de obsolescência dested sistemas de combate em seguida.
Quanto só caminhão,8×8 com a Dolly e a plataforma rebaixada 7 eixos seria uma opção muito boa, cara, mas muito boa .
O exército alemão tem uma boa quantidade de Leopard 2A6 em atividade. É sobre estes que me refiro.
Bardini, depois que o Adolf Putin resolveu aprontar na Ucrânia , não creio que eles venham a se desfazer do que tem e mesmo que o façam, deve ir para os ucranianos ….assim como os excedentes existentes na Europa …..
Os do Chile já estão em processo de modernização por meio de um contrato entre FAMAE e ASELSAN.
Programa Gripen: Acordo Brasil-Suécia;
Programa PROSUB: Acordo Brasil-França;
Programa Centauro II: Acordo Brasil-França Itália;
Acordo FCT: Acordo Brasil-Alemanha.
Com a Rússia literalmente bufando nas redondezas eu acho que a torneira de revenda de Leopards usados foi fechada pra quem é de fora da região. Vale muito mais reter o que já está pago e na garagem, mesmo sendo um 2a4 caso a coisa desande. Ainda tem a segunda opção do vendedor, seja Alemanha ou outro, que é vender os usados agora e depois decidirem que seria melhor ter mais unidades e se ver forçados a bater na fábrica, pagar uma bala em leopards novos que vão custar quase o mesmo que os tanques da nova geração (gasto mais… Read more »
Gastar a pouca grana que temos “recauchutando” Leo1 ou M-60, nessa altura do campeonato, é igual a modernização do Cascavel: gastar vela boa com defunto ruim.
“Gastar a pouca grana que temos”
Se o Brasil está com pouca grana, o que resta pro restante da LATAM?
Que vendam e troquem por algo novo. Lixo, é lixo.
Passou o tempo desse infelizmente, nos serviu maravilhosamente, mas já deu.
Vamos fazer um novo Osório.
O Brasil deveria fazer que nem a maioria dos países europeus, doar tudo esses MBT para ajudar a Ucrânia, e adquirir MBT’s novos de última geração.
Uma excelente oportunidade para vendermos estes tanques antigos aos paises aliados da OTAN para eles repassarem a Ucrania. Ai desenvolver um parque fabril para MBT K-2 Black Panther e Obuseiros K-9 Thunder (como fizemos co IVECO) com a HYUNDAI-ROTEM.
Certamente seria um enorme avanço para nosso país.
Ja perdemos a vendas de Guarani ambulancia (a Turquia já entrou em nosso lugar), não podemos deixar passar mais essa…
Anos atrás, quando o EB anunciou a compra desses tanques já naquela época defasados não entendi como uma força até então tida como professional cometeu tamanho contra gol. Razonei que a única explicação seria como uma maneira de prover a força de um meio temporário para continuar o adestramento da tropa, já que nesse então se retiravam os M-41 da ativa. Passei anos na expectativa de que teria que haver algum projeto nacional pronto para sair da prateleira, ou falhando isso uma proposta de aquisição de meios modernos, mesmo que vindos do exterior. Passaram os anos e vi projetos da… Read more »
“Razonei que a única explicação seria como uma maneira de prover a força de um meio temporário para continuar o adestramento da tropa, já que nesse então se retiravam os M-41 da ativa.”
Vocês tem que entender uma coisa:
O que em outros países é temporário, aqui é definitivo.
O EB vai morrer abraçado com esses Leo1A5, até que eles se desmanchem durante o uso.
“uma força até então tida como professional cometeu tamanho contra gol.”
E de onde você tirou que as FAAs nacionais são profissionais?
É um show de amadorismo sem igual !
Meu Deus, vão gastar milhões de dólares nisso? Tão fazendo igual ao cascavel, desperdício total!!!
O melhor para o Brasil é VN-20 + VT-4 , com transferência de tecnologia
Ótima notícia. O mundo conspirando para o EB não gastar mal o dinheiro do pagador de impostos.
Poderia aproveitar e cancelar a modernização do Cascavel também.
Melhor que isso somente se vendêssemos os Leopards para a OTAN, mas isso é impossível em razão do nosso atual governante, que, tal como anterior, é simpatizante da Rússia.
No momento a prioridade é importar petróleo russo para manter a política de preços da Petrobras e não deixar a inflação e a taxa Selic subirem.
Vários países europeus doaram equipamentos militares à Ucrânia e continuaram importando gás russo.
Então isso não é desculpa, pois a Rússia precisa vender gás mais do que o Brasil precisa importar.
Mais ou menos. Depois de explodirem o gasoduto no Báltico a importação de gás russo caiu muito.
No segundo trimestre de 2021 a UE 40% do gás que importavam era da Rússia. No segundo trimestre de 2023 isso tinha caído para 13%.
Sim. Diminui mas isso se deu por causa da explosão do gasoduto e porque os europeus procuraram outros fornecedores.
O meu ponto é: a Rússia continuou vendendo gás para os europeus que apoiam a Ucrânia.
Então por qual o motivo ela pararia de exportar diesel e fertilizantes para o Brasil? Ainda mais recebendo menos valores dos países europeus e precisando de receitas.
PS: Na Guerra das Falklands o Brasil vendeu aviões militares para a Argentina e não foi sancionado pelo Reino Unido.
Olá Rafael. O Brasil arrendou aviões para a Argentina, que retornaram para a FAB depois que a guerra terminou.
Correto. Mas não muda o fato que enviou equipamento militar para um país em guerra.
Então não é verdade que o Brasil nunca se envolve ativamente numa guerra entre outras nações e, de certa forma, tomou um lado no conflito (apesar de dizer que também venderia para o Reino Unido, estava mais para um blefe) e que não foi sancionado por isso, pois continuou com comércio ativo com o RU, inclusive na área militar.
Os interesses dos europeus nāo sāo os nossos. Lembre-se do que sua māe te dizia: “você nāo é todo mundo”.
Sim.
Muito menos os interesses da Rússia são.
Os países mais ricos da Europa já não importam petróleo da Rússia. A Noruega, Golfo e Norte da África estão suprindo adequadamente a necessidade.
Não chequei um a um os países que importam petróleo e gás da Rússia, mas, se tem algum que não está comprando é porque não quer, pois a Rússia continua colocando a venda para eles, sem qualquer pudor.
Do jeito que as coisas estão na ucrânia eu inovaria substituiria todos os MBT por Centairos 02, teríamos uma força blindada formada por caça tanques, eles são rápidos e ágeis feitos justamente para atirar e correr, atirar e correr e como vimos na ucrânia se vc ficar pareado muito tempo ou for lento, as chances de tomar um drone ou arma antitanque são altas.
Seen superioridade aérea não servem para nada…
Outro dia foi divulgado um vídeo de um T-72 russo caçando e aniquilando uma força mecanizada ucraniana. Ele não teria a mesma sorte contra uma força protegida pelo Centauro II.
Qual é o melhor do exército Brasil? O Lepard ou o M60?
M-60.
Não sabia, imaginava exatamente o contrário. Obrigado!
Quem disse?
“Melhor” é uma palavra muito forte kkkk: Leo 1A5 *levemente*> M60 > Leo 1A1 (não sei se ainda estão operacionais).
O EB havia escolhido o Leopard. Durante o governo FHC, os EUA ofereceram um lote de M60 excedentes que foi adquirido via FMS. Ao londo dos anos, o EB comprou lotes adicionais de Leopard 1, mas não do M60. Hoje, o EB tem cerca de 200 Leo 1A5 operacionais e cerca de 30 M60. Então, fico com a impressão que o EB prefere o Leopard.
O Brasil deveria produzir um Osório 2.0 . Seria ainda um dos melhores tanques do mundo.
Ou produzir um tamoyo com canhão de 120 – 100 % nacional.
Um Tamoyo IV, que em sua época (III) era um bom blindado e tinha 90% de equipamentos nacionais.
Melhor que uma nova versão do Osório que, em sua época, tinha 10% de nacionalização.
Mesmo sendo de uma geração anterior, o Tamoyo agregaria mais referente ao ganho agregado da indústria. Isso se existisse demanda.
Mas isso são águas passadas.
Concordo
Já estão muito ultrapassados, nem compensa modernizá-los. Foi bom enquanto durou, nos serviram muito bem.
O EB deveria se preocupar em investir no Centauro 8×8, aumentando sua frota de 98 para 221 blindados, e preparar os condutores dos Leopard 1a5 e do Cascavel 6×6, para serem habilitados ao Centauro 8×8.
Um país com dimensões continentais e com extensa malha rodoviária precisa de mobilidade estratégica. Leia-se uma força formada predominante por meios sobre rodas. (Centauro II, família Guarani 6×6, LMV, Maxxpro Recovery, Obuseiro SR 155mm, ASTROS etc.). Além disso, a ausência de inimigos regionais torna questionável o investimento em pesados e caros meios sobre lagartas. Esqueçam de uma vez por todas qualquer possibilidade de guerra contra a Argentina. O mais curioso é que o Centauro II é capaz de caçar e destruir facilmente o TAM, ao contrário do Leopard 1. Antes que falem que os blindados sobre rodas não operam em… Read more »
“…força formada predominante por meios sobre rodas…”
De acordo. Priorizando (e padronizando), no quesito mobilidade, os veículos 8×8, 6×6 e 4×4 do programa Guarani.
Aplicando todas as variantes idealizadas em cada blindado, tornando os mesmos os alicerces de uma revisão da visão no EB.
Blindados sobre lagartas não devem ser abandonados mas, entre modernizar o que temos ou esperar para quando existir orçamento específico sem sacrificar outros meios, prefiro a segunda opção.
Esta declaração do EB nem precisava de justificativa. Postergar já é um lucro.
Vendo os comentários daqueles que defendem a aquisição de um novo MBT para nosso Exército, me fez ficar pensando sobre o porquê dos “visionários chineses” não terem desenvolvido um blindado equipado com canhão 120mm e carregamento manual seguindo o Padrão OTAN, e oferecê-lo para as nações que seguem este padrão técnico. Poderia conseguir um bom mercado de vendas.
Não tem outra, ou é Abrams, ou é K2. Porra, vai na Coreia e me trás 250 K2 Black panther, de quebra já trás o Kf21 pra testes aqui também.
Muito caro.
Caro, é ficar modernizando blindados dos anos 70, isso é caro, realmente.
Minha interpretação…visão do EB (jeitinho brasileiro): Queremos modernizar o Leopard 1A5BR, então temos que postergar, na esperança desta Guerra na Ucrânia terminar o qto antes, para verificarmos o que sobrará, na Europa, em termos de sobressalentes para os referidos CC. Minha opinião: cancelar tanto esta qto a modernização dos Cascavéis, e investir pesado e rápido em poder de fogo e mobilidade, ou seja, nos Centauro II, com o máximo de nacionalização possível, de preferência, fabricação, sob licença, pela IVECO.
Notícia irrelevante, não vale comentários!
Os MBT´s estão mais valiosos pela capacidade de sobrevivencia ao ataque de obuses, onde sua couraça os protege dos estilhaços das detonações proximas. Quanto aos ataques diretos e de tiro tenso, perderam a batalha….. Agora que as fontes de peças destes Leos se esgotaram no mundo, pergunta valiosa é: Adquirir um novo modelo MBT? Caso positivo, estes Leo 1 ficaram no relento? O Brasil vai morrer com este espolio pois em qualquer negociação no mundo, eles acabariam na Ucrania; Como as peças sumiram do mercado, a industria nacional de defesa poderia novamente se alavancar tentanto usinar as peças deste Leos… Read more »
“Os MBT´s estão mais valiosos pela capacidade de sobrevivencia ao ataque de obuses, onde sua couraça os protege dos estilhaços das detonações proximas.” . Mas isto não é uma novidade, pois estes meios foram projetados para tal. O que você pode trazer como novidade, é a capacidade destes blindados de resistir a munições de pequenos drones, que por vezes ocassionam o “Mobility kill”, mas não a destruição. . “Quanto aos ataques diretos e de tiro tenso, perderam a batalha” . É preciso compreender que quando os avanços são muito lentos, em uma guerra de atrito como estamos vendo, a artilharia… Read more »
Mesmo num cenário como Marawi forças pesadas como MBTs são bem úteis, como ficou demonstrado nos combates urbanos travados pelo EUA no Iraque (batalha de Fallujah) e mesmo no Vietnã (batalha de Hue).
Como nossos equipamentos são tão ínfimos e defasados não.
A janela de tempo para modernização e uso deste meio está se fechando. Talvez seja melhor já pensar em um substituto.
Segundo a revista Veja a modernização dos 52 Leo1A5 custaria cerca de R$ 1 bi, ou seja, cerca de U$ 200 mi. Na conta de padaria da cerca de U$ 3,84 mi por unidade. O Paquistão pagou cerca de U$ 4,8 mi em cada VT4 do primeiro lote. E parece que um pouco mais de U$ 5 mi no lote mais novo que será produzido no Paquistão com transferências de tecnologias. O VT4 possui peso de 54T. Blindagem parruda, ERA de nova geração, proteção ativa GL5 semelhante ao Trophy israelense, sensores modernos e um canhão de 125 mm podendo receber… Read more »
A ideia era modernizar 52 leopard 1a5 para equipar os 4 RCB enquanto um novo CC equiparia os 4 RCC. Digo os 4 RCB pois não sei o que pretendem fazer com os M60 de Campo Grande. O EB tem necessidade por cerca de 350 carros de combate sobre lagartas , 8 esquadrões nos RCB e 16 esquadrões nos RCC.