Rússia encomenda novos tanques T-90M
No âmbito de um grupo de contratos para o fornecimento de veículos blindados, os militares russos encomendaram os novos tanques T-90M “Uralvagonzavod”.
Como foi observado na cerimônia de assinatura, o volume total do pedido de veículos blindados publicado no fórum “Army 2017” excedeu os 24 bilhões de rublos (US$ 409,4 milhões). O equipamento comprado também inclui veículos de suporte de tanques. Além disso, foram concluídos acordos sobre a revisão dos tanques T-72B, T-80BV e T-90.
O tanque T-90M foi criado como parte do projeto de desenvolvimento Proryv-3 e é o aprefeiçoamtno dos modelos T-90AM (Breakthrough-2) e sua versão de exportação T-90MS, demonstrada pela primeira vez em 2011.
A diferença fundamental do carro dos modelos anteriores é a torre recém-construída com a colocação da posto de combate fora do compartimento de combate. Além disso, o tanque está equipado com um canhão modernizado de 125 milímetros com um aumento do comprimento do tubo e um novo sistema de controle de tiro.
O novo tanque representa a adaptação de projetos anteriores de modernização profunda do T-90 às exigências dos militares russos. Entre as diferenças visíveis — um design diferente das telas de bordo, rastreador adicional de projeção frontal da torre e um novo design da proteção dinâmica incorporada.
FONTE: Agência TASS
E o Armata?
O Brasil está bem desatualizado quanto a tanques, quando iremos comprar uns 1000 tanques de 40 a 50 toneladas. ?
Apesar do nosso vasto território ser bom para os guaranis. Uma moderna frota de blindados ajuda.
Abraços.
Renan,
Me explica pq o Brasil precisa de um novo MBT. Na sua opinião, pq deveríamos ter um MBT mais moderno que os atuais Leopard ?
Nosso vasto território não é tão vasto assim para MBTs.
Boa parte coberta por vegetação pesada, fora o solo desfavorável para tanques pesados.
Não precisamos de 1.000 tanques para cobrir o centroeste para baixo e um pedaço de Roraima.
Se for pra gastar em 1.000 tanques modernos, é melhor ir atrás de todos os LEO 1 disponíveis no mundo e modernizá-los ao padrão usado no EB, gastando, com isso, um parcela pequena dessa grana. O resto usa no Guarani, para atualizar artilharia e defesa antiaérea. Muito mais útil que mil tanques.
O nordeste será protegido como sem mbt?
Creio que qualquer potência venha por ali, e se tiver colunas de blindados, terão bem mais trabalho.
Na região sul e sudeste também vejo a necessidade de mbt.
To errado?
Alfredo
Minha resposta a você está retida
O armata tinha vencido esse tanque na concorrência do exército russo, não sei o que aconteceu mas o governo deles deve ter intervido para ter mais de um fabricante no caso da Rússia escritório produzindo
Prezados,
.
Em que pese o ‘Armata’ ser a jóia da coroa russa, serão os “pés de boi” como o T-90 a carregar o piano…
.
E a razão é muito simples: custo…
.
Estejam certos que manter um ‘Armata’ sai caro… Aliás, considero-o um ponto fora da curva da tradição russa de robustez e simplicidade; e algo um tanto desenecessário frente ao que se tem hoje e que se projeta para o futuro no Ocidente ( que nada mais são que variantes dos atuais carros de combate ‘Abrams’, ‘Leopard 2’, ‘Leclerc’, etc. ).
.
A única razão prática para existência do ‘Armata’, seria se os carros de geração atual não tivessem um potencial de crescimento suficiente para as necessidades russas futuras. Mas não é isso que se vê… O T-90 vem se mostrando suficiente para os atuais conflitos e para o que se prevê para os próximos anos.
Para o cenário do nordeste acredito que seria melhor um 8×8 com canhão 120mm para aproveitar a alta mobilidade e o terreno do que MBT pesados.
O povo aqui ta assistindo muito filme ou vive no mundo de OZ…Para que o Brasil compra MBTs de ultima geração, qual o potencial inimigo que os Leo 1 não possa atender as nossas forças armadas…Os leo 1 A5 vai suprir de forma muita satisfatória pelo próximos 15 anos, no futuro adquirir algumas centenas de Leo 2 modernizados….
RR mas esses T-90 da matéria emprega as mesma tecnologias do armata, pelo menos foi o que eu entendi, ou seja, será tão caro ou promoções do valor do Armata não faz sentido usá-lo como pé-de-boi. No meu ver de entusiasta de internet seria atualizar todos t-90 russos para esse padrão o que daria uns 1000 tanques e modernizar uns 2000 t-72 para o padrão in icial do t-90 (o t-90a sem ‘Mzinho’ )
Renan 26 de agosto de 2017 at 4:52
Com todo o respeito, mas seu questionamento não faz o menor sentido.
A distribuição de blindados no território nacional não obedece aspectos políticos ou para agradar populações de determinados Estados da federação. Por exemplo, temos 100 blindados, logo vamos dividi-los exatamente 20 para cada uma das 5 regiões do Brasil…assim todos ficam felizes.
Mais de 50% do território brasileiro é formado pela Amazônia, ou seja, inacessível para blindados pesados.
Antes de um blindado chegar no nordeste ele precisa necessariamente passar pelo Sul, Sudeste e parte do centro-oeste do Brasil. Pois os eventuais invasores do território brasileiros são os que fazem fronteira com o Brasil, nesse sentido, os blindados devem estar dispostos em regiões onde eles poderão ser empregados.
A quantidade de blindados brasileiros deve levar em conta as possíveis ameaças reais e não fictícias, senão a alocação de recursos (que já é pouco e ineficiente) será péssima.
É justamente por esse motivo que o guerreiro de caatinga (do nordeste, com seus equipamentos e técnicas próprias) treina e fica de prontidão no nordeste e não nos Pampas no RS kkkk
É justamente por isso que a artilharia antiaérea fica próxima de regiões estratégicas para a defesa de ponto. Se um hipotético inimigo atacar umas 5 hidrelétricas pelo menos 60% da população fica sem energia elétrica e com isso todo o resto ficará comprometido.
É justamente por isso que os blindados ficam concentrados no centro-sul do Brasil.
Ninguém vai invadir o Brasil pelo nordeste, não faz o menor sentido imaginar tal situação. Aliás, um eventual inimigo que queira realmente invadir o Brasil pelo nordeste certamente será tão forte (uma superpotência) que todos os blindados da América Latina não vão dar conta kkkkk para invadir pelo nordeste a nossa Marinha já terá sucumbido.
O dia que um blindado inimigo estiver no nordeste você pode ter certeza que o resto do país estará em cinzas!
Renan
Nordeste ?
Vc conhece ?
___________________________________________
Interessante este vídeo, o gordinho é um xarope mesmo:
https://www.youtube.com/watch?v=VAmtYdzvlYs
Renan,
.
O Armata é um carro muito mais complexo…
.
A torre é inteiramente automatizada. Todas as funções são comandadas de dentro de um habitáculo de proteção blindado, algo que é único até aqui.
.
Os sistemas embarcados são também de outra categoria, com um nível de proteção muito superior ao T-90, que inclui defesas ativas e passivas ( ‘hard kill’ e ‘soft kill’ ). Segundo divulgado, o revestimento da blindagem do Armata inclui material radar-absorvente e absorvente de IR.
.
Não se pode esperar que isso saia barato…
RResse negócio de revestimento de radar e ir é balela pelo amor de Deus e a reportagem deixa clara que essa modernização do t-90 aplica as inovações do Armata inclusive a torre remota.
August,
.
E porque um revestimento IR e/ou radar absorvente seria balela…? Isso não é novidade nenhuma, assim como outras técnicas de dispersão de calor/mascaramento de assinatura.
.
Sugiro a leitura: ttp://sistemasdearmas.com.br/ge/furter1.html
.
Aliás, faz tempo que se desenvolvem materiais radar/absorventes, com experiências que remontam a Segunda Guerra Mundial…!
.
—
.
A reportagem é vaga no que diz respeito a “inovações”, muito embora tenha sido divulgado a adoção do mesmo canhão do ‘Armata’ e de um sistema de proteção ativa ‘Afghanit’, além da proteção ERA ‘Relikt’ ( lembrando que a do T-14 é a ‘Malachit’, mais eficaz ).
.
No caso específico da torre, não diz necessariamente o que estão fazendo com os tripulantes.
.
Não me parece os tripulantes deslocados para fora do “compartimento de combate” estarão em um único habitáculo protegido, como no ‘Armata’. Até se pode pensar em posições individuais melhor protegidas dentro ou abaixo da própria torre, mas um único habitáculo selado eu penso ser difícil… O acesso do atirador e do comandante teria que ser obrigatóriamente pela torre ( ao menos não há qualquer indicação de outro acesso )…
.
Tem essas imagens do posto do comandante, bastante interessantes:
.
ttp://www.kotsch88.de/allgemeines/T-90SM/T-90M_14.jpg
ttp://www.kotsch88.de/allgemeines/T-90SM/T-90M_26.jpg
.
Em linhas gerais, o ‘Armata’ é sim consideravelmente mais avançado, tanto em desenho e concepção quando em “hardware”, muito embora eu mesmo o considere algo extravagante e, em boa medida, desnecessário…
Amigos…leo 1 e uma coisa pifia…pois tem blindagem frontal de 380 mm …rpg 7 perfura 500 mm…entao comprar eles por ai e bobagem…leopardo 2 e otimo pra america do sul…mas so a grecia o fabrica….e quem tem n vende…ate alemanha ta comprando dos outros….temos de se livrar dos m60 m41 e leos1a5…e deixa os leos2…e chegar a 400-500 deles…ai sera perfeito
Renan… Desculpe a demora p responder..
Vários já te responderam… Mas vou fazer a minha parte.
Quem no mundo tem capacidade de projeção de poder p invadir a costa nordestina ? Os dois ou três países q o conseguem… Porque o fariam ? É um cenário muito improvável.
Os poucos recursos q as nossas forças armadas, e a de todo o mundo atualmente, possuem, tem que ser gasta, e no fundo são, em ameaças reais é mais palpáveis. Em cenários mais prováveis.
O improvável está perdendo espaço, pelo fato de não se ter dinheiro p se opor a ele…rs
Amigos
Não me referia ao Armata.
E sim a um mbt de 40 a 50 toneladas.
Moderno pois nosso 1a5 faz 37 anos que foi lançado e hoje temos uma evolução de eletrônicos e materiais compostos.
E um mbt com a blindagem e mobilidade do 1a5 é muito ultrapassado.
Comparando a um país próximo o Chile está bem melhor neste momento.
Quanto ao nordeste o vejo como ideal para uma invasão de uma grande potência.
Só de ver que vocês não o considera imagina a logística para tentar retomar depois que o invasor estar estabelecido a uma ou duas semanas.
Resumindo impossível.
Então ter prontidão neste território o faz necessário para repelir possíveis invasores.
Abraços.
RR colocar um tanque com redução de assinatura de radar e ir não faz sentido até porque a radares AESA e com certeza em uma guerra de média alta intensidade vão ser empregados e quanto a assinatura de ir reduzida tbm não tem efeito práticos aos sensores ir modernos. Quanto ao artigo do sistemas de armas eu duvido até porque várias armas russas colocam coisas a mais na especificação e na realidade não tem, não é achismo meu é estática
August,
.
Como assim, “não faz sentido”…?!!!
.
Pelo contrário… Há uma verdadeira tendência para a adoção de mísseis AC com seeker IR/IIR e de radar. Logo, qualquer tentativa de mascarar a assinatura é sim válida. Se se conseguir reduzir a eficiência dos sensores na plataforma ou o seeker dos mísseis, e assim reduzir o alcance prático dos mesmos, já é válido…! E já se provou que é viável e tras resultados.
.
Independente do tipo de radar que se tenha, uma parte das ondas sempre será absorvida ou defletida ( e não retorna a origem ) pelo uso de material RAM. Assim como também não importa o quão bem desenvolvido sejam seus sistemas de visão termal, pois sempre uma parte das ondas dentro do espectro mencionado não será captada quando se usa essas técnicas ( pintura anti-térmica, dispersores de calor no escape dos gases, etc ).
.
Na verdade, medidas de proteção passivas como essas ( CCD ), são as únicas plausíveis de se aplicar em larga escala, já que não exigem caros dispositivos eletrônicos.
.
Outra: o artigo não fala de “técnias russas”…. e sim uma miríade de técnicas e utensílios que são desenvolvidas e empregadas no mundo ( notadamente produtos suecos )…
Porque vocês consideram uma coalizão ou um EUA da vida como batalha perdida? Não digo que não é, mas questiono o motivo de não nos preparamos para tal cenário, por mais que ele seja improvável.
1000 ou 2000 MBTs não ajudam mas não atrapalham. Melhor eles que sem nenhum deles.
Ah, mas a Marinha e Força Aérea teriam sido destruídas! Então vamos investir nelas também!!!
Mas não tem dinheiro!!! Então vou destilar toda a minha falta de conhecimento militar e econômico e fazer uma conta de padaria:
– como Israel tem o que tem com orçamento de 18 bilhões? O Brasil está melhor ou pior que eles? Se fossem vizinhos, aguentaríamos quanto tempo? O território e população são díspares mas a doutrina israelense também. Trariam a guerra até nós com muita inteligência militar e ataques aéreos. 225 F16, 58 F15, 25 F15SE. 134 mil militares no Exército, 600 tanques, defesa antiaérea de ponta, 11 corvetas e 6 submarinos novos.
– como Espanha tem orçamento de 14 bilhões e Forças Armadas melhores equipadas e treinadas que as nossas, com 70 mil militares no exército, 70 F18 e 60 Typhoon e 1 Juan Carlos, 2 Galícia, 5 Alvaro de Bazan, 6 Santa Maria, 10 OPVs e 10 corvetas.
Isso sem contar Turquia com orçamento de 16 bilhões e 300 mil soldados, 700 Leopard 1 e 2, 1700 Patton modernizados, 276 mil gerdarmes equipados com blindados e helicópteros, 16 fragatas, 10 corvetas e mais 8 sob encomenda, 12 submarinos, 18 Fast attack craft e 16 patrol boats, ambos de cerca de 500 toneladas e 49 F4 mais 245 F16, com pedido de 116 F35. Maioria dos equipamentos produzidos sob licença localmente.
Me expliquem essa mágica que nossas forças armadas fazem, pelo amor de Deus. Israel, Espanha e Turquia com orçamentos menores, equipamentos melhores, nível de prontidão melhores e equipamentos com ampla participação de empresas locais na produção. Interessante que a maioria deles prefere produzir sob licença que “transferir tecnologia irrestritamente”.
Alguém pode me explicar como essa mágica é feita por eles e por nós? Pensei em taxas de câmbio, mas Espanha usa Euro, daí minha teoria caiu por terra. Pensei em menor prontidão, mas Turquia e Israel estão atuando direto internacionalmente. Podem dizer que o Brasil é maior e mais populoso, o que é verdade, mas se o Brasil baixar o percentual do PIB para defesa, ainda assim teria orçamento maior que os países citados!!!
Alguém me dá uma luz aí, vai!!!!
Complementando: Espanha investe 1,2% do PIB, Turquia investe 2,2% e Israel investe 6,2%. Brasil investe cerca de 1,2%. Se baixar para 1% ainda fica superior aos outros três. Se investir 2% como a Turquia sobe para 34 bilhões igual a Coréia do Sul. E se investir 4% como a maioria dos BRICs aumenta para 70 bilhões, abaixo apenas de EUA, Rússia e China, beirando Índia, Arábia Saudita e Inglaterra/França.
Outra dúvida: porque Arábia Saudita investe 80 bilhões por uma força armada similar a turca que investe 18 bilhões? Nível de prontidão maior ou tem aspectos econômicos como câmbio para explicar?
Obrigado a todos que puderem responder essa questão e a anterior, sobre como Espanha Israel e Turquia fazem mágica com orçamento menor que o nosso.
Abraços.
Colombelli, meu nome é Renan.
O armamento raramente é escolhido apenas por um especialista, certamente a decisão passa por aspectos políticos e econômicos.
Fora a roubalheira que sempre tem.
Outra questão pensando assim é melhor a di solução das forças.
Pois se não vamos tentar nos defender porquê gastar bilhões em salários e equipamentos militar.
Se temos algo tem que ser usado da melhor forma possível.
E se esta defazado temos que substituir. Ou agregar novos meios.
E conhecendo o Brasil se os 1A5 duram 15 anos segundo você. Então há a necessidade de pensar no substituto pois até comprar e entregar já passou 15 anos. Abraços
Ten Murphy
Concordo com vc se tiver é melhor que não ter. Uma luz deve ter muito funcionários fantasmas e pensões pagas indevidamente.
Só ae uns 20% do orçamento vai para o ralo.
Depois cada compra tem o por fora ae já vai mais uma parte.
Resumindo quando tiver pena de morte por corrupção e desvio de dinheiro público.
Depois que matar os 20 primeiros ae o orçamento dará para ter equipamentos de ponta.
Valeu Abraços
colombelli 27 de agosto de 2017 at 16:43
Leu antes com certeza e depois ?
Amigo chuva de besteirol, simplesmente porque eles acham (rs).
RR e Formosa são as chaves como vc bem afirmou, e como já debayemos.
o resto é achismo e besteirol.
10 mil MBT ou seja lá o que for seriam pulverizados, quantas Baa’s teríamos ?
Kkkk rsrsrs ….
Armata é muito caro de operar e produzir, a doutrina russa sempre valorizou a “quantidade” mais que a “qualidade” para seus equipamentos militares, isso até fizeram eles vencerem a 2ww…isso não significa que o Armata morreu, fará parte de uma força de elite blindada russa….trabalhar com duas linhas de produção parece ser uma boa idéia para cobrir todo aquele território….porém um desafio logístico
Srs!
O preço elevado da plataforma T14/15 , além das outras coisas como R&D e materiais , se forma também de cadeia produtiva misera no momento. Equipando T-90M com elementos da T-14/15 (canhão 2A82-1M, sistemas eletrônicos , blindagem , etc) os russos de forma “inevitável” baixam o custo da Armata e derivados. E paralelamente observam os elementos no estresse de dia dia..Ta bem valido isso lembrando que se trata (somente no momento inicial) das 400 unidades de CC.
Um grande abraço!
Ivan BC 26 de agosto de 2017 at 15:17
Alfredo Araújo 26 de agosto de 2017 at 22:21
Vejam ai
Colunas de blindados entrando pelo nordeste, é sinal de EUA+OTAN,Rússia ou na pior da hipóteses China.Não devemos tentar impor nada pois estão vindo nos salvar desses políticos vagabundos desse país,que tanto nos prejudica.Os invasores não nos poderão fazer mais mal que nossos políticos.Lembrete nossa marinha já sucumbiu a anos.
Meu Deus!
Gente, vamos para de loucura, ninguém vai invadir o nordeste, assim como alienigenas não vão invadir a cidade de Varginha em MG.
Os blindados estão onde deveriam estar, não tem nenhum político colocando blindados onde não deveria e não tem absolutamente nada de corrupção, os leopards foram conprados da Alemanha por um exelente preço e é um blindado excelente para o Brasil e atende os eventuais riscos da região. Se a questão fosse política todos os equipamentos militares do Brasil estariam no nordeste, pois são 9 Estados contra 7 Estados do sul e sudeste juntos. A única região que tem bancada própria no congresso é o nordeste: Bancada do Nordeste. Praticamente todos os Estados do nordeste recebem bilhões de reais extra que são transferidos de outros Estados.
Se Hitler tinha planos de invadir o nordeste isso ficou apenas no papel, Hitler já morreu e isso já acabou!
Outra coisa, eu defende que o Brasil gaste mais com as forças armadas, aliás, a questão não é nem a receita, mas sim o gasto! Maximização do orçamento existente.
No entanto, se a Rússia gasta quase 6% do PIB nas forças armadas isso é um problema deles (pois isso é um problema de fato). O mesmo vale para Arábia saudita, Israel entre outros…esses países estão em regiões criticas, o Brasil não!
A estrutura da sociedade brasileira adotou em 1988 o modelo de Estado de bem-estar social, ou seja, um Estado grande, cuidando e agindo em diferentes frentes.
Tal modelo sobrecarrega a sociedade com tributos e deixa a sociedade mais pobre, pois há uma transferência constante de riqueza indivíduo-Estado.
Alguns países não adotam tal modelo e acaba com refletir em toda a sociedade. Há uma dependência muito menor das pessoas em relação ao Estado.
Alguns se esquecem que o PIB brasileiro apesar de ser um dos maiores do mundo (entre os 10) é um PIB pequeno quando analisamos o PIB/percapita. O Brasil tem 210 milhões de pessoas, mais da metade é muito pobre, há diversos problemas de infraestrutura no país, há demandas em várias áreas, justamente porque o Estado decidiu cuidar de tudo.
Logo a prioridade não é gastar com 1000 blindados para defender um ataque surpresa de alguma superpotência.
Israel tem um PIB enorme em relação a população existente, o modelo de Estado em Israel é diferente, não há tanta presença do Estado, nem o tal assistencialismo público. O Brasil só de Bolsa Familia gasta quase 30 milhões de reais por ano (não quero entrar no mérico se isso é bom ou ruim), alguns países não tem esse tipo de gasto e com isso não precisa arrecadar dinheiro das pessoas. São quase 300 bilhões em 10 anos! Com esse dinheiro daria para fazer ferrovias, duplicar rodovias, ampliar aeroportos, investir em saneamento, gerando emprego e renda, sem canalizar para o assistencialismo público.
Enfim, o Brasil não está em guerra com outros países, o Brasil tem um PIB/percapital pequeno, o Brasil tem outras prioridades existentes e não hipotéticas.
Abraço!
Renato de Mello Machado 28 de agosto de 2017 at 14:16
kkkkkkkkkk
RR as camuflagens suecas não servem para nada a não ser diminui o valor dentro dos CC, não tem efeitos práticos contras modernos sensores de IR, tanto que só a Alemanha usou no Afeganistão para poder preservar os equipamentos no valor de lá. Quanto a míssil anti-tanque por radar são extramamentes poucos, e os aviões e radares terrestres de vigilância são na maioria de radares AESA ainda mais se falando da Otan o rival da Rússia. Essas tecnologias de ocultação de ir e radar para tanques continuam sem sentido tanto que nenhum tanque moderno hj está previsto usar elas, nem tem atualizações para isso
Senhores
Se não me falha a memória, a vida dos Leo A5 será até 2027…
Até lá, sabe-se lá como o mundo estará, e ainda temos muito pra guardar… como o aquífero Guarani, por exemplo…
Olhem, na história, em cortes temporais, as mudanças loucas q ocorreram, como 1930 – 1940 (de crise econômica mundial – II GM). 1960 – 1970 (crise de mísseis em cuba, guerra do Vietnã, o q mais?). 1983- 1993 (Guerra Fria bombando – já caiu muro de Berlim, Guerra do Golfo…). 2000 – 2010 (FFAA pra que? – Torres Gêmeas – Guerra ao Terror) …
Hj… EUA se fortalecendo, Rússia correndo atrás, China criando frotas e bases no exterior, tá faltando a Índia sair do Índico…)
Eu acho q é bom se preparar… Sai mais barato q perder e tentar reaver… igual seguro de carro e de saúde…
colombelli 28 de agosto de 2017 at 16:08
Pergunta de um ignorante em “terrestres”……. Ainda valerá a pena ter um carro de combate no futuro ? Mísseis anti-carro e armamento guiado de precisão lançado de aviões e helicópteros não o teriam tornado vulnerável demais ? Um moderno míssil anti-carro não deixaria hoje fora de combate um carro como um Leo 2A6 ou M1A2 ? Ou simplesmente, a despeito da vulnerabilidade teórica para mísseis, não haveria tempo para nada numa situação real, e o carro iria conquistando terreno ?
Sds.
Raven-Meteor-R99-LinkBR=Victory, boa noite
O q Colombelli disse: “O componente blindado tem que lançar patrulhas nos deslocamentos e se valer do suporte de fogo durante o ataque para impedir quanto puder a ação dos misseis e dos IEDs” é o x da questão. Utilizar o CC em alta intensidade é primordial. Nada melhor do que uma força blindada neste contexto, onde o q Colombelli falou é utilizado com mais maestria. Em baixa intensidade, com as ações muito descentralizadas, o CC fica muito vulnerável, e esta colocação dele tem q ser MUITO eficiente.
Os meios aéreos contra os CC são muito eficientes, mas dependem das condições climáticas e outras questões da guerra aérea, para se ter aeronaves disponíveis somente para esse nível tático.
Sds
A questão que levantei não é orçamento vs PIB per capita e sim orçamento militar menor com equipamentos e capacidade operacional melhores.
Israel, Espanha e Turquia gastam menos com defesa mas tem capacidade maior.
18 bi, 14 bi e 16 bi respectivamente, todos menos que o Brasil
Em compensação eles tem 300, 140 e 300 caças, respectivamente.
Eles tem 138, 70 e 550 mil militares, respectivamente.
Tem 600, 300 e 1700 blindados, respectivamente.
Israel tem 6 submarinos modernos e 12 corvetas,
Espanha tem 11 fragatas, 5 delas modernas, mais 1 Juan Carlos e 4 submarinos
Turquia tem 16 fragatas e 12 submarinos, sem contar corvetas e barcos patrulha modernos.
Não tem nada a ver com PIB/per capita, tem a ver com orçamento militar menor e capacidade maior.
Me expliquem essa mágica!!!
E ninguém sequer citou invasão nazista no nordeste, na verdade quem cogitou invadir aqui mais realisticamente foram os americanos.
E levando em consideração uma hipotética guerra nas Falklands, ou na Guiana Francesa como a da Lagosta, ou entre Venezuela e Guiana, ou mesmo se decidirem que estamos construindo armas nucleares secretamente e tentarem invadir como Iraque e Líbia. Todas essas opções são factíveis e nem tão impossíveis assim de acontecer.
“Se não me falha a memória, a vida dos Leo A5 será até 2027…”
.
Já li que é por 2025.
Mas 2027 faz sentido. Deve ser algo na faixa de 10 anos…
.
Ou vamos ter que bolar algo nos próximos anos ou vamos continuar a depender novamente da existência de estoques, que vem ficando cada vez menores em termos de quantidade e opções.
Agnelo, boa noite.
No item 5 do documento Diretriz do Comandante do Exército 2017-2018 coloca como um dos objetivos reduzir o efetivo em, no mínimo, 10%.
Eu vi o efetivo do Exército neste ano, num dos Boletins, não houve redução (aprox. 230mil).
Saberia dizer se essa diretriz foi por água abaixo ou planejam implantar ano que vem?
Ten Murphy, não tem muita magia.
75% do orçamento militar brasileiro é para os salários, encargos, aposentados e pensionistas ou seja, se o orçamento militar é de 20 bilhões de dólares no máximo 5 bilhões são para o custeio, ai entra desde a alimentação, uniforme, combustível, peças, munição até a compra, passando pelo custo de distribuição de agua no nordeste, transporte dos nossos magníficos políticos até ao auxilio ao combate a criminalidade no Rio.
O dinheiro é pessimamente gasto? Não sei, mas vendo o retorno dos nossos impostos nos serviços públicos não dá para ter muita esperança que as Forças Armadas sejam uma ilha de competência.
Quanto aos outros países, temos que ter um certo pragmatismo, Israel é mais uma exceção que regra, sim, eles gastam muito do seu PIB na defesa MAS eles também recebem muitos subsídios, os submarinos Alemães foram vendidos para Israel a um preço extremamente subsidiado e os gringos, muito por causa do fortissimo loby Israelense, também ajuda e muito o seu aliado.
Turquia, muito por causa da sua localização e também por ser da Otan tem recebido o seu equipamento subsidiado pelos americanos, longe e muito longe de ser algo parecido com Israel, mas sempre recebe, falando em Israel, por décadas, a Turquia foi um dos poucos aliados de Israel na região.
Já a Espanha, não sei, mas é um pais com uma tradição naval de seculos. Não sei se as Forças Armadas dela seja algo grandioso, não me parece ser o caso.
Quanto a uma invasão do nordeste, na segunda grande guerra o nordeste era sim um ponto estratégico para uma nova frente aliada junto aos paises do eixo, principalmente na África. Não é factivel qq pais invadindo o nordeste, hoje o único pais seria os Americanos, mas vão invadir por que? China apesar do gigantismo não teria meios, nem a Russia, uma guerra é ganha pela infra estrutura de transporte, não é algo fácil, transportar, alimentar, municiar 10 mil soldados muito longe das suas bases.
Abraços
Absurdo é imaginar proteger 8,5 bilhões de metros quadrados com menos de 1000 tanques.
É vivo fora da realidade e invejo a mania de ser pequeno de algumas pessoas.
Com equipamentos defazado, poucas quantidades e disposto a se ajoelhar a qualquer porta avião que estiver ai nosso litoral.
Não é isso que eu espero de meu país e não é para isso que pago meus imposto.
Se pagamos é para ter material de qualidade e em número razoável.
Abraços
colombelli 28 de agosto de 2017 at 18:31
e
Agnelo Moreira 28 de agosto de 2017 at 19:24
Grato a ambos….. e tenham a noção, por gentileza, que lidam com alguém absurdamente leigo……. ficam então minhas escusas antecipadas aqui.
Se houvesse algum material, ou link, que pudessem apontar, com as informações básicas de quem é quem, quem faz o que, com as siglas e terminologias usadas (RCC, RCB, FT……….), seria muito proveitoso. Até para não ficar amolando vocês com perguntas tolas.
“A proposito da parte final de seu questionamento, o veiculo em um ataque deve avançar sob pesada cobertura de atilharia e inclusive com fumígenos sobre aposição inimiga a fim de minimizar a eficácia dos misseis”.
Isso quer dizer que avançaríamos com cobertura de fogo de M109 AP ????? Imagino então que o papel da artilharia rebocada seria limitado: pouca mobilidade, muita vulnerabilidade.
Faz um tempo, lembro de um certo questionamento sobre os carros de combate (CC), e se não me engano, o conceito alternativo envolvia um veículo armado com canhão, sobre rodas, apoiado por lançadores de foguetes como o Astros II. Pelo que entendi, resumindo, chegou-se a cogitar de um Centauro fazer as vezes de um CC como Leopard-Abrams-Leclerc.
É nesse sentido que esse estudo de 12 Exércitos apontou que o CC sobre lagartas é imprescindível ? Ou não, o estudo se restringe a veículos que viriam atrás dos CC, que continuariam a ser a primeira linha de combate ?
Saudações
Renan, bom dia
Para se ter noção, o custo de se manter um MEM (Meio de Emprego Militar) é, em média, de 10% de seu valor ao ano. E o CC não combate sozinho, precisa de Inf, Art, Eng e por ai vai, aumentando exponencialmente a estrutura necessária. Para 1000 CC, há a necessidade aproximada de 1500 VBCI (Viatura Blindada de Combate – Infantaria). Some a isso Art, Eng e o resto.
Sds
Raven-Meteor-R99-LinkBR=Victory, bom dia
É sempre um prazer “conversar” sobre esses assuntos. Realmente, nossa nomenclatura não é fácil. Ela não obedece um padrão OTAN, por exemplo. Lá, regimento é uma estrutura com 3 batalhões. Aqui, regimento é uma unidade de Cavalaria. CC é Carro de Combate, q vem da nomenclatura francesa. É o MBT.
RCC é um “Batalhão de Tanques”. RCB é um Batalhão com metade tanques e metade fuzileiros blindados. FT é Força Tarefa. É uma força temporária composta por meios de 2 naturezas, por exemplo Inf e Cav.
A situação é que uma Força blindada avança em uma composição de CC e Inf Blindada juntas. Em um levantamento prévio, a Art Auto Propulsada (q assim deve ser para acompanhar os Blindados), “cega” os locais onde o inimigo pode orientar fogos ou disparar misseis com o uso de fumígenos. Se a Cav Mec, ou outro meio de Reconhecimento levantar q há inimigos, é utilizado o fogo de destruição.
Em um ambiente urbano, isso é muito mais difícil por causa dos danos colaterais. O fumígeno, por exemplo, de Art e Mrt, é de fósforo branco q é muito incendiário. Então a força deve ir mais integrada em CC e Inf e redobrar o esforço de inteligência operacional.
Em relação a Lagarta, ela dá maior flexibilidade, pois pode atuar em qq terreno, não dependendo só de estradas e solos mais adequados. Por isso, outros exércitos estão preferindo o CC lagarta, mesmo com um logística mais pesada.
O CC sobre rodas fica para a cavalaria mecanizada q faz reconhecimento de eixos (estradas) e tem funções mais específicas.
Sds
Bom dia Manuel
Por enquanto está havendo readequação de efetivos, depois haverá a diminuição. Esta geralmente acontece no início do ano. Depois de começado o ano, é mais difícil, por força dos contratos de engajamento e reengajamento.
Nos BE, geralmente é publicado o quanto a Força pode ter e não o q realmente tem. Se vc tiver o número do BE posso ver.
Abc
Agnelo,
Está no Boletim do Exército número 11, páginas 8, 9 e 10.
http://www.sgex.eb.mil.br/sistemas/be/boletins.php
Efetivo total: 222.750.
(eu havia lido no início do ano quando foi publicado e acabei escrevendo lá em cima aprox. 230 mil)…
Abraços
Agnelo 29 de agosto de 2017 at 8:55
e
Colombelli 29 de agosto de 2017 at 1:21
Ficam os agradecimentos a ambos. Está faltando eu me coçar….. tenho como buscar mais informação. Quando isso acontecer, volto aqui…….. senão vou ficar só importunando, perguntando sem um balizamento correto.
Mesmo assim…… minha impressão (não passa disso)…….. colocando as coisas de forma macro, quer me parecer que tentaram substituir a forma clássica de combate (M1 + M2 + Artilharia AP) por algo alternativo (Brigadas Stryker + Astros), e esse algo não deve ser assim tão flexível quanto a boa e velha lagarta. Aí parece estar todo mundo tateando no escuro para encontrar um equilíbrio entre a composição clássica e essa alternativa.
Nestes breves estudos, identifiquei ao menos dois fatores fundamentais que moldam o campo de batalha:
-a prevalência do armamento anti-carro contra este;
-o aumento na capacidade de reconhecimento, quem sabe até eliminando viaturas para esse fim (Cascavel).
Enfim, tudo muito suscetível a tudo que vem do ar……. Superioridade aérea = meio caminho andado em terra….. E tudo muito suscetível a armamento leve e poderoso, carregado pelo soldado, como o míssil anti-carro. Falei muita besteira ou é mais ou menos por aí ?????
Saudações
Agnelo, Colombelli e demais colegas.
Últimas questões aqui, antes do meu intensivão…. depois voltarei……
Estava salvando as mensagens para leitura posterior, e vi um texto, acho que do Colombelli, falando da pouca diferença prática ao se usar artilharia defasada, como os nosso obuses AR M101 e M114, graças ao chamado fogo de contrabateria. Poderiam dar mais detalhes. Por que o alcance prático de um obus acaba sendo menor, igualando as coisas entre armas de maior e (bem) menor alcance ? E por que esse fogo de contrabateria nunca teve a importância que tem hoje ? Seriam causa os UAVs e demais ferramentas de inteligência modernas sobre o campo de batalha ? E se há tanta letalidade assim da contrabateria, a artilharia não deveria ser toda auto propulsada, deixando a rebocada apenas para apoio da infantaria ? Por fim, essa vulnerabilidade a contrabateria se aplicaria também a quem dispara de mais longa distância, como o Astros II ?
Raven-Meteor-R99-LinkBR=Victory, boa tarde
Não fui eu q escrevi e sou de infantaria, acredito q Colombelli pode contribuir com isso, mas pelo q conheço de Artilharia, o fogo de Contrabateria é mais realizado por foguetes e Art 155 q tem maior alcance, portanto um obuseiro 105 ou 155 antigos, q tem menor alcance, estão ambos correndo risco, se a Art inimiga mais pesada não for destruída anteriormente pelo poder aéreo ou se a Art Divisionária q se sobrepõe aqueles não estiver cobrindo seu setor.
O alcance mais longo faz diferença com munições especiais, com cargas extras, q não são muito utilizadas, pois sobrecarregam a peça, então, além do “duelo” ser mais próximo, um dos lados terá perdido muito para aviação ou Art Divisionária do outro. Entendo assim.
Acredito q a contrabateria sempre teve importância, mas hj, as peças entram e saem de posição muito rápido, exigindo um trabalho mais rápido ainda da contrabateria.
Sem dúvida, os UAV, Equipes de Inteligência Operacional, radares de Busca de Alvos (q captam e localizam os tiros) tem uma capacidade bem melhor hj, o q proporciona um trabalho eficiente para a contrabateria.
Infantaria e cavalaria estão quase sempre juntas. Não há uma Art pra uma e outra pra segunda. O q difere a Art AP da AR é a Grande Unidade q a enquadra. A Art AP enquadra-se nas Bda Bld e serão das Mec, pq são Bda de grande mobilidade e precisam de uma Art q as acompanhe. As AR pertencem as Bda mais leves. O suporte logístico dos Batalhões Logísticos das Bda é dimensionado pra elas. Se uma Bda Leve receber material AP, q é sobre lagarta, precisando de pranchas para longos deslocamentos, vai sobrecarregar estas.
Também. Assim como há contrabateria contra obuseiros, há contra LMF. No caso destes, por sua capacidade de atingir alvos de grande valor tático e estratégico, também é alvo da aviação.
Espero ter contribuído e acredito q Colombelli também poderá enriquecer mais.
Sds
Agnelo Moreira 30 de agosto de 2017 at 15:54
e
colombelli 30 de agosto de 2017 at 16:04
Comentários salvos aqui, pela excelência.
Não sei se é pela minha ignorância no assunto………… mas, pelo bem do debate, quer me parecer que o trecho abaixo (Agnelo) tem um raciocínio um pouco diferente em relação ao comentário na sequência (Colombelli):
“Não fui eu q escrevi e sou de infantaria, acredito q Colombelli pode contribuir com isso, mas pelo q conheço de Artilharia, o fogo de Contrabateria é mais realizado por foguetes e Art 155 q tem maior alcance, portanto um obuseiro 105 ou 155 antigos, q tem menor alcance, estão ambos correndo risco…”
Com relação aos 10km, falta eu visualizar corretamente o cenário, para poder entender. De forma clássica, seria assim (usando tanques americanos):
-M1 + M2 na frente, com os soldados do M2 descendo “volte e meia” para varrer o local e caçar inimigos eventualmente com armamento anti-carro.
-apoiados por artilharia.
Porém, nesse contexto, o fogo de artilharia não viria antes ? Ou seja, a artilharia (tentaria) limpar o terreno que, logo depois, seria percorrido pela dupla M1+M2. Se assim for, ter 8 km (por exemplo) de alcance a mais, não iria limpar “melhor” o terreno, indo mais longe ?
Sds