2º Regimento de Cavalaria Mecanizado – Tiro das Armas Coletivas
São Borja (RS) – De 17 a 22 de agosto, o 2º Regimento de Cavalaria Mecanizado realizou o Tiro das Armas Coletivas no Campo de Instrução do Rincão. A atividade encerrou o período de Adestramento Básico, Nível Pelotão.
FONTE: 2º RCMec
vergonha alheia estes equipamentos e armas que o nosso exercito têm , atrincheira que os soldados escavaram entrega a posição deles e não protege nada . o amadorismo reina no pais atualmente
Posição fixa de metralhadora em campo aberto. Quem no mundo ainda combate assim?
Já disse e repito: mais do que equipamento, o principal atraso do Exército é na doutrina de combate.
Adestramento é uma coisa de cada vez! O primeiro tiro real deve ser em condição ideal para depois passar para outras simulações mais complexas. Mas realmente é preciso um atualização doutrinária.
Que parte de “A atividade encerrou o período de Adestramento Básico, Nível Pelotão” o senhores não entenderam ?
Amigos, so um momento. Não se trata de uma simulação de combate. Cuida-se de tiro de armas coletivas “fora de situação.”
As posição, portanto, não são preparadas com camuflagem ou preocupações defensivas, mas apenas para simularem o ambiente fisico. O treinamento é feito com “oficinas” para cada situação.
Douglas, aqui no RS, na região da fronteira, que nos conhecemos por “campanha” tudo é campo aberto, porque so campos intermináveis, que José de Alencar descreveu com precisão na obra “O Gaucho”. O clarão de uma metralhadora pode ser visto de dia a 4 km com um binóculo.
Em situações de combate ou simulação de combate, esta terra que os senhores estão vendo em volta é coberta com leivas retiradas com uma pá de corte e é posto um teto de madeira sobre a posição em regra. Mas há erros grosseiros sim no manual de fortificações de campanha. Um abrigo individual construído como lá consta é facilmente visível a passo que um abrigo feito com teto baixo e correta camuflagem não pode ser visto se ão a 05 metros. Eu ja tive dificuldade de achar o meu abrigo a 10 metros de distância de dia, e não foi bisonhice. Mas não foi feito conforme o manual prevê.
Com satisfação vejo que o tiro com granada de bocal foi retomado. Um acidente ocorrido no fim dos anos 80 ou início dos 90 em Alegrete tinha interrompido por anos o treinamento com granadas de bocal. Conheci um sobrevivente em 1997 deste acidente.
Após este treinamento, temos o PAB esquadrão e nivel Unidade posteriormente, onde estas frações são adestradas.